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quarta-feira, 31 de agosto de 2022

LFS INTERNACIONAL --- IRÃ FECHA FRONTEIRA COM IRAQUE APÓS CONFRONTOS POR RENÚNCIA DE CLÉRIGO! (O Estado de SP, 31)

 


IRÃ FECHA FRONTEIRA COM IRAQUE APÓS CONFRONTOS POR RENÚNCIA DE CLÉRIGO!


(O Estado de SP, 31) O Irã determinou ontem o fechamento de sua fronteira com o Iraque e pediu que seus cidadãos deixem o país vizinho enquanto durarem os violentos protestos que se seguiram ao anúncio de aposentadoria do clérigo xiita Moqtada al-sadr. O número de mortos nas manifestações aumentou para 22 – mais de 250 pessoas ficaram feridas.

Na segunda-feira, grupos ligados a Sadr invadiram a Zona Verde de Bagdá, área que concentra ministérios e missões estrangeiras, após o anúncio da aposentadoria do clérigo xiita e do fechamento dos escritórios de seu partido.

O Iraque vive uma crise política desde as eleições de outubro, vencidas pelo partido do clérigo xiita. Nenhuma força foi capaz de costurar uma maioria no Parlamento.

Dentro da Zona Verde, o grupo leal a Sadr entrou em confronto com grupos xiitas pró-irã, rivais na política nacional. Diante da invasão, as forças de segurança intervieram com violência. O Exército decretou um toque de recolher no país todo.

CRISE POLÍTICA.

A tensão foi reduzida ontem após Sadr pedir a seus apoiadores que se retirem da Zona Verde e anunciar uma greve de fome até que os confrontos terminem.


Antes conhecido por seu papel na resistência contra o regime de Saddam Hussein e pelos sermões inflamados, nos quais afirmava ser dever sagrado dos xiitas atacar as forças dos EUA, Sadr passou por uma transformação de imagem ao entrar na política iraquiana pós-ocupação.

Créditos Ex-Blog do César Maia 

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domingo, 19 de dezembro de 2021

GEOPOLÍTICA - China fecha acordo com Iraque para construção de 1.000 escolas e aumenta presença no Oriente Médio

GEOPOLÍTICA - 

China fecha acordo com Iraque para construção de 1.000 escolas e aumenta presença no Oriente Médio.

Uma semana após EUA anunciarem que as forças norte-americanas não estarão mais presentes em Bagdá, governo chinês fecha contrato para construção de escolas e ganha cada vez mais espaço na região. Através do encontro entre o primeiro-ministro iraquiano, Mustafa Al-Kadhimi, e representantes da Power Construction Corporation da China e da Sinotech, Pequim assinou um acordo para construir 1.000 escolas no país com a assinatura de 15 contratos na quinta-feira (16). 

Créditos Sputnik, leia mais:  https://br.sputniknews.com/20211219/china-fecha-acordo-com-iraque-para-construcao-de-1000-escolas-e-aumenta-presenca-no-oriente-medio-20745063.html

domingo, 26 de setembro de 2021

INTERNACIONAL - Após saída do Afeganistão, Erdogan quer que forças dos EUA abandonem Síria e Iraque

 Em Ancara, Turquia, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, participa virtualmente da Cúpula do Clima, em 22 de abril de 2021

ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA
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A Turquia quer que os EUA retirem suas tropas de outros países da região de modo semelhante à sua retirada do Afeganistão, declarou o presidente turco Recep Tayyip Erdogan.

Erdogan apontou, especificamente, a Síria e o Iraque como duas nações onde Washington deveria acabar com sua presença militar.

Na opinião do presidente turco, tal evento ajudaria a promover a paz na região.

"É claro que, se eu tivesse a escolha, gostaria que eles [EUA] saíssem da Síria e do Iraque. Da mesma forma como se retiraram do Afeganistão. Porque se vamos servir a paz em todo o mundo, não faz mais sentido permanecer nessas partes do mundo. Podemos, simplesmente, deixar esses povos, deixar suas administrações tomarem suas próprias decisões", comentou Erdogan, citado pelo CBS News.

Quando perguntado se alguma vez teria questionado uma possível retirada da Síria com o presidente norte-americano, Joe Biden, o presidente turco respondeu que nunca lhe falou sobre o assunto quando se encontraram em Bruxelas.

Motivos para saída ou permanência dos EUA

As forças dos EUA e da OTAN se foram retirando do Afeganistão até 30 de agosto de 2021, depois que Biden anunciou o fim da guerra de quase 20 anos. Contudo, todo o processo foi marcado pelo caos e insegurança, uma vez que muitos aliados civis afegãos que ajudaram as forças estrangeiras acabaram por não conseguir abandonar o país, agora sob comando do Talibã (organização terrorista proibida na Rússia e em outros países).

Militares dos EUA na área do campo de petróleo Omar na província síria de Deir Ez-Zor
© AFP 2021 / DELIL SOULEIMAN
Militares dos EUA na área do campo de petróleo Omar na província síria de Deir Ez-Zor

Quanto às duas repúblicas mencionadas por Erdogan, desde março de 2003 que os EUA têm mantido sua presença no Iraque, onde dezenas de milhares de soldados norte-americanos foram destacados para derrubar o então presidente Saddam Hussein e "desarmar" Bagdá de armas de destruição em massa, cuja existência nunca foi confirmada.

Durante a administração Obama, vários membros das forças de Washington foram, momentaneamente, retirados de solo iraquiano, mas acabaram sendo reenviados em 2014 com o surgimento do Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia e em outros países), que tinha conseguido conquistar grandes extensões do noroeste do Iraque e prosseguido com sua expansão para o leste da Síria.

Em 2017, o Iraque e os EUA anunciaram que o Daesh havia sido derrotado, mas as forças de combate norte-americanas permaneceram no país desde então, justificando sua presença citando a ameaça que as forças restantes do grupo terrorista representavam na região. 

Créditos Sputnik

sexta-feira, 3 de abril de 2020

China envia médicos e material para ajudar dezenas de países combater a pandemia


Imagem

"Administração de Aviação Civil da China realizou 178 vôos fretados, transferindo 100 especialistas e pessoal médico e 2.635 toneladas de materiais de prevenção de epidemias, envolvendo mais de 40 países, incluindo EUA, Reino Unido, Irã, Iraque, Paquistão, Itália e assim por diante.". Créditos Notícias da China Twitter.

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Presidente chinês, Xi Jinping, se reúne com premiê iraquiano para discutir cooperação bilateral e situação no Oriente Médio e região do Golfo

Presidente chinês, Xi Jinping, se reúne com premiê iraquiano para discutir cooperação bilateral e situação no Oriente Médio e região do Golfo


 
CHINA-BEIJING-XI JINPING-IRAQI PM-MEETING (CN)

(Xinhua/Huang Jingwen)

Beijing, 24 set (Xinhua) -- O presidente chinês, Xi Jinping, reuniu-se na segunda-feira com o primeiro-ministro iraquiano, Adel Abdul Mahdi, para discutir a cooperação bilateral e a situação na região do Oriente Médio e Golfo, no Grande Palácio do Povo, em Beijing.
Saudando a amizade tradicional entre os dois lados, Xi enfatizou que a China está pronta para trabalhar com o Iraque para elevar sua parceria estratégica bilateral a um novo patamar, a partir de um novo ponto de partida histórico.
Os dois países celebraram o 60º aniversário de estabelecimento dos laços diplomáticos no ano passado, observou o presidente. Este ano marca o 70º aniversário da fundação da República Popular da China.
Xi enfatizou que a China apoia firmemente os esforços iraquianos na salvaguarda da soberania nacional, independência, união e integridade territorial e se opõe à interferência de qualquer força externa nos assuntos internos do Iraque.
A China parabeniza o Iraque por sua significativa vitória na luta contra o terrorismo e está disposta a apoiar ativamente, ainda mais, o país em seus esforços de combate ao terrorismo e reconstrução, para alcançar a estabilidade e o desenvolvimento a longo prazo, disse ele.
A China foi o primeiro país a participar da reconstrução econômica iraquiana e continuou seu trabalho pelo mais longo período. A China é o país que tem projetos mais amplamente distribuídos no Iraque em termos de geografia e setores. As empresas chinesas continuaram operando no Iraque mesmo nas piores fases de situação de segurança, disse Xi.
A China está pronta para aprimorar a integração da Iniciativa do Cinturão e Rota com o plano de reconstrução do Iraque, disse Xi, observando que os dois lados podem impulsionar a cooperação em petróleo, infraestruturas e outros campos.
O presidente também pediu às duas civilizações antigas que melhorem ativamente os intercâmbios pessoais e culturais.
A China espera que o Iraque continue a tomar medidas tangíveis para garantir a segurança das instituições e dos cidadãos da China no país, disse Xi, observando que os dois países podem fortalecer a cooperação em segurança e aplicação da lei.
A atual situação no Oriente Médio e na região do Golfo é complicada e sensível, disse Xi, pedindo aos lados relevantes que se mantenham calmos, sejam comedidos e resolvam as diferenças e disputas através do diálogo, negociações e outros meios pacíficos para salvaguardar conjuntamente a paz e a estabilidade regionais.
A China manterá comunicações com o Iraque e outras partes envolvidas sobre a situação, disse o presidente.
Abdul Mahdi felicitou calorosamente o lado chinês pelo 70º aniversário da fundação da República Popular da China.
A China sempre salvaguardou firmemente sua própria soberania, independência e dignidade nacional e fez grandes progressos de desenvolvimento, disse o primeiro-ministro. No cenário mundial, a China desempenha um papel importante na proteção da paz, estabilidade e harmonia, acrescentou.
Como uma nação que passou por guerra e caos, o Iraque agradece sinceramente pelo valioso apoio da China aos esforços antiterroristas e de reconstrução do país, disse Abdul Mahdi.
O Iraque está pronto para aprofundar a cooperação pragmática bilateral em vários campos no âmbito do Cinturão e Rota, disse o primeiro-ministro iraquiano.
Quanto à situação regional, Abdul Mahdi disse que o Iraque está comprometido em aliviar as tensões e evitar guerra, e que seu país intensificará a comunicação e a coordenação com a China a esse respeito.
Abdul Mahdi fez uma visita oficial à China de 19 a 23 de setembro, a convite do primeiro-ministro chinês Li Keqiang.
Créditos Xinha, publicado originalmente em - http://portuguese.xinhuanet.com/2019-09/24/c_138417635.htm

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Aliança governista do Iraque e milícias pedem a premiê que solicite ataques aéreos russos


Primeiro-ministro do Iraque, Haider al-Abadi. na Assembleia Geral da ONU, em Nova York.   01/10/2015   REUTERS/Eduardo Munoz

BAGDÁ (Reuters) - A coalizão que governa o Iraque e poderosas milícias xiitas do país pediram que o primeiro-ministro Haider al-Abadi solicite à Rússia que realize ataques aéreos contra militantes do Estado Islâmico, que controlam grandes partes do país, disseram à Reuters membros do gabinete e milicianos. Leia matéria.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Estado Islâmico ergue bandeira em Ramadi, no Iraque

O grupo extremista Estado Islâmico (EI, ex-Isis) hasteou sua bandeira na cidade de Ramadi, no Iraque, após dias de confrontos com as forças locais. A notícia foi anunciada nesta sexta-feira (15) pelo prefeito Dalaf al-Kubaisi.    
Os confrontos deixaram ao menos 10 policiais mortos e outros sete feridos. O EI explodiu carros-bomba perto dos principais prédios do governo. De acordo com a imprensa local, ao menos 50 funcionários das equipes de segurança do governo foram pegos como reféns. Ramadi é a capital da província de Al-Anbar e, há meses, é palco de confrontos entre o EI e o Exército.

Obama defende negociações com o Irã perante países do Golfo

Obama
Obama recebe o príncipe-herdeiro, Mohammed ben Nayef, assim como o filho do rei e ministro da Defesa, o príncipe Mohammed ben Salman

O presidente Barack Obama buscava, nesta quinta-feira, convencer os líderes do Golfo Pérsico sobre os fundamentos de suas negociações com o Irã, embora a tentativa possa ser insuficiente para dissipar as desconfianças destas monarquias diante da estratégia americana.

O chefe de Estado americano mantém uma reunião em sua residência de campo em Camp David com representantes de Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Omã e Qatar, em uma tentativa de responder às inquietações surgidas.
A agenda de discussões se concentra nas negociações sobre o programa nuclear iraniano, que a Casa Branca considera prioritário, mas também o apoio do Irã aos rebeldes xiitas no Iêmen e ao presidente sírio, Bashar al-Assad.
"Trata-se de uma negociação sobre a questão nuclear, não de uma reaproximação mais profunda entre os Estados Unidos e o Irã", afirmou nesta quinta-feira Ben Rhodes, conselheiro próximo a Obama, ao final de uma primeira sessão de reuniões.
Rhodes admitiu que a perspectiva de suspensão das sanções ao Irã (no âmbito das negociações que poderiam ser concluídas no fim de junho) inquieta os países da região.
Temores regionais
As monarquias da região do Golfo temem que a suspensão das sanções e a recuperação da economia iraniana reforcem a tendência de Teerã a intervir em toda a região.
Para Rhodres, "as sanções nunca impediram que o Irã realize ações desestabilizadoras" e, por isso, considerou que são maiores as possibilidades d eque o país evolua para uma aproximação "construtiva" com a assinatura de um acordo.
No Iêmen, onde o Irã apoia os rebeldes huthis, a coalizão comandada pela Arábia Saudita mantém uma frágil trégua depois de várias semanas de ataques aéreos. O governo iemenita chamou nesta quinta seu encarregado de negócios na embaixada em Teerã em protesto contra a ingerência iraniana.
Esta é a segunda vez em que o presidente americano usa a residência de Camp David - 100 km ao norte de Washington - para receber líderes estrangeiros, após uma cúpula do G8 em maio de 2012.
O lugar está carregado de história: foi ali que em 1978 israelenses e egípcios mantiveram reuniões secretas para negociações que foram concluídas com a assinatura de Menachem Begin e Anwar al-Sadat de um acordo de paz, conhecido desde então como "Acordos de Camp David".
Dos líderes dos seis países convidados por Obama, apenas dois serão representados por seus principais governantes, Catar e Kuwait.
Na ausência do rei Salman, da Arábia Saudita, que rejeitou no último minuto o convite da Casa Branca, Obama recebe o príncipe-herdeiro, Mohammed ben Nayef, assim como o filho do rei e ministro da Defesa, o príncipe Mohammed ben Salman.
Relação estratégica
Mohamed ben Nayef, saudita considerado em Washington o arquiteto da luta implacável contra a rede Al-Qaeda em seu país, também saudou a relação histórica e estratégica entre Estados Unidos e Arábia Saudita.
Mas as divergências são evidentes. Obama se propõe a defender o acordo preliminar concluído junto com várias potências nucleares e com o Irã para impedir que Teerã desenvolva uma bomba atômica.
"Podemos imaginar de que forma o Irã poderá ser ainda mais provocador caso disponha de uma arma atômica", expressou Obama em uma entrevista ao jornal saudita Asharq al-Awsat, na qual também considerou indispensável suprimir "uma das principais ameaças à segurança da região".
Se o acordo com o Irã, que deve ser finalizado no fim de junho, é alvo de inquietações, as tensões se concentram no crescimento da presença da República Islâmica na região.
Para Bruce Riedel, do instituto Brookings, "não se trata de uma divergência sobre o número de centrífugas nucleares. Trata-se de saber se o Irã deve ser aceito como um interlocutor legítimo no seio da comunidade internacional".
Já Hussein Ibish, do Arab Gulf States Institute, afirmou que "os países do Golfo acreditam, acima de tudo, que a política americana começa a se inclinar ao Irã e se afasta de aliados tradicionais dos Estados Unidos na região".
Diversas vozes na região do Golfo pedem um acordo de defesa mútua nos moldes da Otan, mas este projeto não consta na agenda de Washington.
As monarquias esperam um compromisso americano mais profundo na Síria para debilitar o governo de Damasco.
Os Estados Unidos começaram a treinar um pequeno grupo de rebeldes sírios moderados na Jordânia para combater os jihadistas do grupo radical Estado Islâmico, mas a Casa Branca se mostra reticente a se envolver mais que isto no conflito.
O encontro em Camp David pode ter como resultado anúncios de alcance limitado, como a intensificação de exercícios militares comuns ou uma coordenação melhor dos sistemas de defesa antimísseis nos países da região.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Iraque diz que segundo no comando do Estado Islâmico foi morto

BAGDÁ (Reuters) - O Ministério da Defesa do Iraque disse nesta quarta-feira que o segundo homem no comando do Estado Islâmico foi morto durante um ataque aéreo da aliança a uma mesquita onde ele estava reunido com outros militantes, no norte do país.
"Com base em informações precisas de inteligência, um ataque aéreo das forças da aliança atingiram o segundo no comando do Estado Islâmico, Abu Alaa al-Afari", disse o ministério em nota divulgada em seu site.
Abu Alaa al-Afari, cujo nome real é Abdul Rahman Mustafa Mohammed, é de etnia turcomena, da cidade de Tel Afar, no noroeste iraquiano. Ele é considerado o segundo na hierarquia de comando do Estado Islâmico, após o autoproclamado califa Abu Bakr al-Baghdadi. O Pentágono informou que estava ciente dos relatos, mas não poderia confirmá-los.
Segundo alguns relatos, Baghdadi teria ficado incapacitado devido a um ataque aéreo na mesma parte do Iraque recentemente, e Afari era apontado como possível sucessor na liderança da organização. O Pentágono, em Washington, negou essas informações, dizendo que Baghdadi continua capaz de direcionar operações e não foi ferido em nenhum ataque.
Uma aliança de mais de 60 países, liderada pelos Estados Unidos, iniciou uma campanha no ano passado para "degradar e destruir" o Estado Islâmico, grupo militante islâmico que tomou grandes áreas no Iraque e Síria.
Não foi possível confirmar de forma independente o relato do Ministério da Defesa, e no passado o governo iraquiano já anunciou equivocadamente a morte de outros militantes do Estado Islâmico.