Mostrando postagens com marcador Iêmen. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Iêmen. Mostrar todas as postagens

sábado, 19 de julho de 2025

Blog do Capitão Fernando - um espaço para a discussão do Brasil. Notícias Internacionais - Principais notícias de 19/07/2025

Blog do Capitão Fernando - um espaço para a discussão do Brasil.


Notícias Internacionais - Principais notícias de 19/07/2025


* Receba as principais notícias através do nosso grupo no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/H9JKKTIUk7KGCOtS6oSX4f


 ------------------------------


🌍 Internacional

Estados Unidos revogam vistos de ministros – Trump cancela vistos de Alexandre de Moraes e ministros do STF como retaliação ao julgamento de Bolsonaro.


Tropas sírias retornam à Sueida – Retomada por parte do exército sírio após conflitos entre drusos e beduínos nos Montes Golã.


Israel intercepta mísseis do Iêmen – Sirenes soam em Israel após lançamento de mísseis oriundos do Iêmen CNN Brasil.


Governo Trump pede divulgação de depoimentos de Epstein – Em ação na justiça, a Casa Branca busca acesso a documentos sigilosos do caso Epstein.


Venezuela liberta reféns americanos – Caracas libera dez prisioneiros dos EUA em troca da libertação de migrantes em El Salvador.



Leia mais: https://capitaofernando.blogspot.com/2025/07/blog-do-capitao-fernando-principais.html 



quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

INTERNACIONAL - Chanceler chinês se reúne com secretário-geral do Conselho de Cooperação do Golfo

 

Chanceler chinês se reúne com secretário-geral do Conselho de Cooperação do Golfo

2022-01-12 09:43:02丨portuguese.xinhuanet.com

(Xinhua/Ji Chunpeng)

Nanjing, 12 jan (Xinhua) -- O conselheiro de Estado e ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, se reuniu na terça-feira com o secretário-geral do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), Nayef bin Falah Al-Hajraf Nayef, que está em visita a Wuxi, na Província de Jiangsu, no leste da China.

Wang disse que, nos últimos anos, a China e o CCG vêm consolidando sua confiança política mútua e aprofundando a cooperação prática. A China aprecia a compreensão e o apoio do CCG às proposições da China sobre questões relativas aos principais interesses e preocupações do país asiático. A China também apoia firmemente os países do CCG na salvaguarda de sua independência, segurança e estabilidade nacionais.

Ele disse que a China continuará a se opor à interferência de qualquer país nos assuntos internos dos países do CCG sob o pretexto de "direitos humanos" e se oporá a vincular o terrorismo a qualquer religião ou grupo étnico em particular.

Tanto a China quanto o CCG são forças importantes para a estabilidade, disse Wang, acrescentando que, diante das incertezas causadas por profundas mudanças de uma escala inédita em um século e pelo impacto da pandemia de COVID-19, ambos os lados devem trabalhar juntos para desempenhar um papel mais positivo na promoção da paz e estabilidade regionais, bem como na paz e no desenvolvimento mundiais.

Nayef disse que a China é um importante parceiro estratégico e o maior parceiro comercial do CCG, e os dois lados desfrutam de um alto nível de confiança mútua.

O CCG aprecia muito a importante influência e o papel positivo da China nos assuntos internacionais e regionais, e tem altas expectativas para o futuro das relações bilaterais, disse Nayef.

Os dois lados concordaram que as condições para a China e o CCG estabelecerem uma parceria estratégica estão maduras, e acelerarão esse processo. Eles também trabalharão juntos para formular e assinar um plano de ação para o diálogo estratégico nos próximos três anos, de acordo com um comunicado de imprensa.

Os dois lados concordaram em concluir as negociações sobre um acordo de livre comércio entre a China e o CCG em uma data antecipada, e concordaram em fortalecer a coordenação e a cooperação em assuntos internacionais e regionais para enfrentar conjuntamente desafios globais, como a pandemia de COVID-19 e as mudanças climáticas, de acordo com o comunicado de imprensa.

Eles também trocaram opiniões e coordenaram suas posições sobre a questão nuclear iraniana e a questão do Iêmen. 

Fonte: Xinhua

terça-feira, 16 de junho de 2015

Líder da Al Qaeda no Iêmen é morto. Wahishi já foi secretário de Osama Bin Laden



A Al Qaeda na Península Arábica (AQPA) anunciou nesta terça-feira a morte de seu líder Nasser al Wahishi em um bombardeio de um avião não tripulado americano no leste do Iêmen, e a nomeação como substituto do até agora dirigente militar Qasem al Rimi.
Em um vídeo divulgado em páginas web jihadistas, a AQPA explicou que Wahishi, que foi secretário de Osama bin Laden no Afeganistão, foi morto com outros dois companheiros em Al Mukala, capital da província de Hadramut.
A organização terrorista não detalhou onde e quando seu líder foi morto, mas uma fonte de segurança iemenita informou à Efe que o bombardeio do drone aconteceu na sexta-feira passada em Al Mukala, capital da província de Hadramut.
O xeque extremista Khaled Omar Baterfi, que leu o comunicado no filme, afirmou que "a jihad não vai ser detida pela morte dos líderes, mas seu sangue vai motivar os mujahedins (guerreiros santos) a se sacrificar".
"Nós nascemos nesta guerra e morreremos nela", ressaltou o xeque, que ameaçou os Estados Unidos com fazer provar "a amargura da guerra e da derrota até que deixe de apoiar os judeus ocupadores da Palestina e saia dos países muçulmanos".
Wahishi, também conhecido como Abu Basir, foi um estreito colaborador de Bin Laden e dos talibãs, e foi muito ativo no financiamento de operações da Al Qaeda.
Foi detido no Irã e depois entregue ao Iêmen em 2003, onde esteve preso até fevereiro de 2006, quando fugiu da prisão de Sana junto com outros 22 presos.
O falecido dirigente da AQPA liderou uma série de ataques sangrentos contra instalações governamentais e de segurança no Iêmen e foi incluído na lista internacional de procurados pela justiça em janeiro de 2010.
A AQPA, que reivindicou em janeiro passado o ataque terrorista contra a sede da revista francesa "Charlie Hebdo", é considerada por Washington o ramo mais ativo e perigoso da Al Qaeda. EFE/Blog do Capitão Fernando

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Obama defende negociações com o Irã perante países do Golfo

Obama
Obama recebe o príncipe-herdeiro, Mohammed ben Nayef, assim como o filho do rei e ministro da Defesa, o príncipe Mohammed ben Salman

O presidente Barack Obama buscava, nesta quinta-feira, convencer os líderes do Golfo Pérsico sobre os fundamentos de suas negociações com o Irã, embora a tentativa possa ser insuficiente para dissipar as desconfianças destas monarquias diante da estratégia americana.

O chefe de Estado americano mantém uma reunião em sua residência de campo em Camp David com representantes de Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Omã e Qatar, em uma tentativa de responder às inquietações surgidas.
A agenda de discussões se concentra nas negociações sobre o programa nuclear iraniano, que a Casa Branca considera prioritário, mas também o apoio do Irã aos rebeldes xiitas no Iêmen e ao presidente sírio, Bashar al-Assad.
"Trata-se de uma negociação sobre a questão nuclear, não de uma reaproximação mais profunda entre os Estados Unidos e o Irã", afirmou nesta quinta-feira Ben Rhodes, conselheiro próximo a Obama, ao final de uma primeira sessão de reuniões.
Rhodes admitiu que a perspectiva de suspensão das sanções ao Irã (no âmbito das negociações que poderiam ser concluídas no fim de junho) inquieta os países da região.
Temores regionais
As monarquias da região do Golfo temem que a suspensão das sanções e a recuperação da economia iraniana reforcem a tendência de Teerã a intervir em toda a região.
Para Rhodres, "as sanções nunca impediram que o Irã realize ações desestabilizadoras" e, por isso, considerou que são maiores as possibilidades d eque o país evolua para uma aproximação "construtiva" com a assinatura de um acordo.
No Iêmen, onde o Irã apoia os rebeldes huthis, a coalizão comandada pela Arábia Saudita mantém uma frágil trégua depois de várias semanas de ataques aéreos. O governo iemenita chamou nesta quinta seu encarregado de negócios na embaixada em Teerã em protesto contra a ingerência iraniana.
Esta é a segunda vez em que o presidente americano usa a residência de Camp David - 100 km ao norte de Washington - para receber líderes estrangeiros, após uma cúpula do G8 em maio de 2012.
O lugar está carregado de história: foi ali que em 1978 israelenses e egípcios mantiveram reuniões secretas para negociações que foram concluídas com a assinatura de Menachem Begin e Anwar al-Sadat de um acordo de paz, conhecido desde então como "Acordos de Camp David".
Dos líderes dos seis países convidados por Obama, apenas dois serão representados por seus principais governantes, Catar e Kuwait.
Na ausência do rei Salman, da Arábia Saudita, que rejeitou no último minuto o convite da Casa Branca, Obama recebe o príncipe-herdeiro, Mohammed ben Nayef, assim como o filho do rei e ministro da Defesa, o príncipe Mohammed ben Salman.
Relação estratégica
Mohamed ben Nayef, saudita considerado em Washington o arquiteto da luta implacável contra a rede Al-Qaeda em seu país, também saudou a relação histórica e estratégica entre Estados Unidos e Arábia Saudita.
Mas as divergências são evidentes. Obama se propõe a defender o acordo preliminar concluído junto com várias potências nucleares e com o Irã para impedir que Teerã desenvolva uma bomba atômica.
"Podemos imaginar de que forma o Irã poderá ser ainda mais provocador caso disponha de uma arma atômica", expressou Obama em uma entrevista ao jornal saudita Asharq al-Awsat, na qual também considerou indispensável suprimir "uma das principais ameaças à segurança da região".
Se o acordo com o Irã, que deve ser finalizado no fim de junho, é alvo de inquietações, as tensões se concentram no crescimento da presença da República Islâmica na região.
Para Bruce Riedel, do instituto Brookings, "não se trata de uma divergência sobre o número de centrífugas nucleares. Trata-se de saber se o Irã deve ser aceito como um interlocutor legítimo no seio da comunidade internacional".
Já Hussein Ibish, do Arab Gulf States Institute, afirmou que "os países do Golfo acreditam, acima de tudo, que a política americana começa a se inclinar ao Irã e se afasta de aliados tradicionais dos Estados Unidos na região".
Diversas vozes na região do Golfo pedem um acordo de defesa mútua nos moldes da Otan, mas este projeto não consta na agenda de Washington.
As monarquias esperam um compromisso americano mais profundo na Síria para debilitar o governo de Damasco.
Os Estados Unidos começaram a treinar um pequeno grupo de rebeldes sírios moderados na Jordânia para combater os jihadistas do grupo radical Estado Islâmico, mas a Casa Branca se mostra reticente a se envolver mais que isto no conflito.
O encontro em Camp David pode ter como resultado anúncios de alcance limitado, como a intensificação de exercícios militares comuns ou uma coordenação melhor dos sistemas de defesa antimísseis nos países da região.