Mostrando postagens com marcador ONU. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ONU. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 4 de novembro de 2024

Israel rompe oficialmente com agência humanitária da ONU em Gaza

Céditos Operamundi


Israel rompe oficialmente com agência humanitária da ONU em Gaza

Ministério das Relações Exteriores de Tel Aviv notificou Nações Unidas sobre decreto que proíbe Unrwa de fornecer ajuda aos civis no enclave palestino

Continue lendo »

sexta-feira, 4 de outubro de 2024

sábado, 6 de janeiro de 2024

LFS Internacional - Suécia faz duro ataque econômico contra o Mali como vingança


 

LFS Internacional - 

Suécia faz duro ataque econômico contra o Mali como vingança.

Houve uma retaliação contra o Mali por não ter votado na ONU a favor da retirada das tropas russas da Ucrânia.

Créditos MPR.





Grupo LFS Internacional no whatsapp - receba nossas notícias em primeira mão: https://chat.whatsapp.com/HDNbLTuHI9VECYYWzaw5rb 





Na ONU o voto dos países não é livre, especialmente o dos africanos. Você não pode votar o que quiser, mas sim o que lhe ditam. A Suécia retaliou o Mali por não ter votado na ONU a favor da retirada das tropas russas da Ucrânia.


O governo sueco irá cortar a sua ajuda ao desenvolvimento ao país africano, explicou Johan Forssell, o ministro sueco da Cooperação Internacional.


“Quando cooperamos com outros países, queremos que esses países também queiram cooperar com a Suécia, mas a junta militar no Mali olha mais para a Rússia”, disse ele. Os países africanos não deveriam olhar para a Rússia se não quiserem ser sancionados, tal como a Rússia.


A retaliação faz parte de uma estratégia de pressão. Ou nós ou a Rússia. As boas relações diplomáticas com a Rússia devem ser caras.


A Suécia destinou cerca de 352 milhões de dólares para o desenvolvimento do Mali nos últimos dez anos.


Desde o início da guerra, os países imperialistas não têm gostado dos votos dos países africanos na ONU porque minam a sua noção de “comunidade internacional” e, portanto, a sua hegemonia. Todos os países do mundo deveriam votar da mesma forma que os Estados Unidos. É por isso que são chamadas de “nações unidas”.


Em Fevereiro do ano passado, a Assembleia Geral da ONU aprovou uma resolução exigindo que a Rússia retirasse imediatamente as suas tropas da Ucrânia. 141 países votaram a favor, 7 votaram contra e 32 se abstiveram.


O mesmo aconteceu com a votação das reparações económicas que os imperialistas querem obrigar a Rússia a pagar, que nada mais é do que a legalização do confisco de bens russos, ou seja, um roubo de grandes proporções.

quinta-feira, 15 de setembro de 2022

LFS INTERNACIONAL: Começa a 77ª sessão da Assembleia Geral da ONU

 

77ª sessão da Assembleia Geral da ONU começa

2022-09-15 13:37:09丨portuguese.xinhuanet.com

Csaba Korosi (no pódio e nas telas), presidente da 77ª sessão da Assembleia Geral da ONU, fala na primeira plenária da 77ª sessão da Assembleia Geral na sede da ONU em Nova York, no dia 13 de setembro de 2022. A 77ª sessão da Assembleia Geral da ONU foi aberta na terça-feira, e o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu solidariedade entre os Estados-membros para enfrentar os desafios comuns. (Xinhua/Wang Ying)

Nações Unidas, 13 set (Xinhua) -- A 77ª sessão da Assembleia Geral da ONU foi declarada aberta na terça-feira pelo novo presidente da Assembleia Geral, Csaba Korosi.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, em seu discurso de abertura, pediu solidariedade entre os Estados-membros para enfrentar desafios comuns.

Os muitos desafios que definiram a 76ª sessão da Assembleia Geral ainda estão muito presentes no início da nova sessão, disse ele. "Enfrentamos um mundo em perigo em todo o nosso trabalho para promover a paz, os direitos humanos e o desenvolvimento sustentável, desde conflitos e mudanças climáticas a um sistema financeiro global quebrado que está falhando nos países em desenvolvimento, à pobreza, desigualdade e fome, às divisões e desconfiança".

"Enfrentar desafios comuns exigirá solidariedade contínua, pois demonstramos a grande promessa e potencial desta organização", acrescentou ele.

A Organização das Nações Unidas são o lar da cooperação. E a Assembleia Geral é a vida dentro dessa casa. Os próximos meses continuarão testando a força e a durabilidade do sistema multilateral que esta organização representa, disse ele aos delegados. "E o mundo espera que os membros da assembleia usem todas as ferramentas à sua disposição para negociar e forjar consensos e soluções: debate, deliberação, diplomacia. Essas ferramentas duradouras representam o melhor caminho para um mundo melhor e mais pacífico".

Em seu discurso de abertura, Korosi pediu soluções por meio da solidariedade, sustentabilidade e ciência.

A única maneira de alcançar melhores resultados é transformar, disse ele. "Os contornos da transformação que precisamos já são conhecidos. A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, o Quadro de Sendai (para redução do risco de desastres), o Acordo de Paris (sobre mudanças climáticas) e Nossa Agenda Comum (proposta pelo secretário-geral da ONU, António Guterres), todos nos apontam na direção certa. O que resta ver é se vamos atingir isso".

O mundo está olhando para a Organização das Nações Unidas em busca de respostas. Como principal órgão deliberativo do órgão mundial, a Assembleia Geral tem uma responsabilidade especial, disse ele.

"Tendo iniciado meu mandato como presidente, pretendo aproveitar os grandes talentos desta comunidade de Estados-membros para forjar as soluções sistêmicas necessárias para transformar nosso mundo. Ao aceitar esse privilégio, prometi servir como agente do multilateralismo, multiculturalismo e multilinguismo", disse o presidente. "Prometo que a imparcialidade será a marca de nossa operação. Minha equipe e eu faremos o possível para promover 'Soluções por meio da solidariedade, sustentabilidade e ciência', o lema que escolhi para esta presidência".

Ele prometeu manter-se firme nos princípios da Carta da ONU, que uniu os Estados-membros há 77 anos e os mantém unidos hoje.

"Codificados seguindo o direito internacional, os princípios da Carta da ONU fornecem uma base sólida para construção. A partir de então, pretendo buscar abordagens integradas e aprimorar o papel da ciência em nossa tomada de decisões. Trabalharei para promover o progresso mensurável na transformação da sustentabilidade e cultivar a solidariedade que precisamos para alcançar avanços ou evitar novas crises e desastres", disse ele.

Ele prometeu se envolver mais com o Conselho de Segurança, o Conselho Econômico e Social e outros órgãos relevantes da ONU para promover o processo crítico de revitalização e buscar as principais reformas em andamento lideradas por Guterres para tornar a Assembleia Geral e a Organização das Nações Unidas como um todo para fins adequados.

A ONU foi criada das cinzas da guerra e da destruição, com a intenção de ser um centro de soluções, disse Korosi. "Responder aos desafios mais comuns da humanidade exige que trabalhemos juntos e revigoremos o multilateralismo inclusivo, em rede e eficaz, e nos concentremos no que nos une. É nossa missão nos unirmos quando houver divergências e construir vínculos quando houver muitas diferenças", disse ele.

"Este salão (da Assembleia Geral) foi criado para ser um lugar que cria confiança, traga paz e segurança, desenvolvimento e direitos humanos. Devemos isso aos nossos 8 bilhões de eleitores, as pessoas que estamos aqui para ajudar, para ter sucesso em nossos objetivos", disse ele.

Korosi tomou posse na segunda-feira no encerramento da 76ª sessão da Assembleia Geral.

Além do Debate Geral, a semana de alto nível também terá uma reunião de alto nível para marcar o 30º aniversário da adoção da Declaração sobre os Direitos das Pessoas Pertencentes às Minorias Nacionais ou Étnicas, Religiosas e Linguísticas em 21 de setembro e uma reunião de alto nível para comemorar e promover o Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares em 26 de setembro.

Na segunda-feira, 19 de setembro, dois eventos de alto nível convocados pelo secretário-geral da ONU Guterres, a Cúpula da Educação Transformadora e o Momento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, serão realizados.

O início da semana de alto nível coincide com o funeral planejado da rainha britânica Elizabeth II, que está marcado para segunda-feira.

Um porta-voz da ONU disse que não prevê nenhuma mudança no cronograma das reuniões da ONU, embora muitos líderes mundiais estejam em Londres na segunda-feira para o funeral.

"Pode haver impacto na lista de oradores de quem e quando discursar. Mas as reuniões estão acontecendo conforme programado", disse Stephane Dujarric, porta-voz-chefe da ONU, na terça-feira.

Csaba Korosi (centro), presidente da 77ª sessão da Assembleia Geral da ONU, declara aberta a 77ª sessão da Assembleia Geral na sede da ONU em Nova York, no dia 13 de setembro de 2022. A 77ª sessão da Assembleia Geral da ONU foi aberta na terça-feira, e o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu solidariedade entre os Estados-membros para enfrentar desafios comuns. (Xinhua/Wang Ying)

O secretário-geral da ONU, António Guterres, fala na primeira plenária da 77ª sessão da Assembleia Geral da ONU na sede da ONU em Nova York, no dia 13 de setembro de 2022. A 77ª sessão da Assembleia Geral da ONU foi aberta na terça-feira, e o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu solidariedade entre os Estados-membros para enfrentar os desafios comuns. (Xinhua/Wang Ying)



Créditos Xinhua

terça-feira, 26 de outubro de 2021

Entrevista: China contribui à realização dos ideais da ONU, diz Ban Ki-moon

 

Entrevista: China contribui à realização dos ideais da ONU, diz Ban Ki-moon

2021-10-25 18:27:33丨portuguese.xinhuanet.com

Seul, 25 out (Xinhua) -- "A China fez contribuições substanciais para a realização dos ideais das Nações Unidas", disse o ex-secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em entrevista à Xinhua.

"A restauração do assento legal da República Popular da China foi um evento marcante na história da ONU", salientou Ban ao recordar o papel do país na entidade nos últimos 50 anos.

"As Nações Unidas tornaram-se uma organização universal em termos de seu tamanho e conteúdo através da restauração do assento da China", acrescentou.

Durante seus dez anos de mandato como secretário-geral, Ban testemunhou a ocorrência de muitos eventos importantes, com o Acordo de Paris e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) entre os assuntos globais mais significativos.

"Estes foram possíveis em grande parte pela forte liderança e envolvimento da China sob o comando do presidente Xi Jinping".

"A contribuição mais importante da China foi seu forte compromisso de lutar contra as mudanças climáticas", destacou Ban.

A China desempenhou "um papel decisivo" no processo de negociação do Acordo de Paris em dezembro de 2015, ressaltou Ban, expressando sua gratidão pela contribuição do país à aceleração do processo de ratificação do acordo.

Lembrando que Xi tomou a iniciativa de convidá-lo e o então presidente norte-americano Barack Obama para Hangzhou em setembro de 2016, Ban lembrou que os dois líderes o apresentaram seus respectivos instrumentos de adesão ao Acordo de Paris.

"Foi um evento muito significativo que encorajou outros países a seguirem o exemplo da China e dos Estados Unidos para ratificarem o Acordo de Paris", explicou Ban.

"Se não tivesse a iniciativa do presidente Xi Jinping, não teríamos o Acordo de Paris sobre mudanças climáticas até agora", acrescentou.

O compromisso da China com a neutralidade de carbono antes de 2060 também enviou um sinal encorajador para outros países, apontou ele.

A China não só fez uma contribuição substancial para alcançar as metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), mas também tem desempenhado um papel crucial na sua implementação, elogiou Ban.

Referindo-se às conquistas do país em elevar o povo chinês para acima da linha da pobreza, ele encorajou outros países em desenvolvimento a fazerem o mesmo.

Apontando que o mundo enfrenta sérios desafios, como as mudanças climáticas, a pandemia da COVID-19 e o enfraquecimento do multilateralismo, Ban pediu por uma cooperação multilateral e que os líderes mundiais sejam mais ativos na nutrição do multilateralismo.

"Compartilhamos um planeta, uma humanidade e um futuro. Precisamos trabalhar pela paz e prosperidade comuns de uma humanidade, respeitando um planeta e um futuro", acrescentou.

A este respeito, o ex-chefe da ONU disse que construir uma comunidade com um futuro compartilhado para a humanidade, proposto por Xi, "é um conceito muito importante".

"A ideia da China de ser um construtor da paz mundial, contribuinte ao desenvolvimento global, defensor da ordem internacional e provedor de bens públicos é consistente com os ideais da Carta das Nações Unidas", observou.

"Espero que a China continue trabalhando estreitamente com a ONU para tornar o mundo melhor, mais seguro e próspero no futuro", afirmou Ban. Fim


sexta-feira, 25 de junho de 2021

CUBA - China confronta EUA e pede suspensão imediata do bloqueio econômico contra Cuba

China confronta EUA e pede suspensão imediata do bloqueio econômico contra Cuba

Comunicado de Pequim lembrou que o país norte-americano viola 29 resoluções aprovadas pela Assembleia Geral da ONU e que essa postura de hostilidade contra o país caribenho é uma contradição com o discurso de contribuir com a manutenção da paz e da estabilidade no mundo


(Alexandre Meneghini/Reuters)

Créditos da foto: (Alexandre Meneghini/Reuters)

 
Em um comunicado publicado nesta quinta-feira (24/6), o Ministério de Relações Exteriores da China resolver confrontar o governo dos Estados Unidos e solicitar a suspenção imediata de todas as restrições econômicas e financeiras impostas por este governo a Cuba.

Segundo Zhao Lijian, porta-voz oficial da chancelaria chinesa, a posição expressada pelo seu país se baseia na recente resolução da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre este tema, a qual por sua vez, replica outras 29 resoluções aprovadas todos os anos, todas elas condenando a imposição do bloqueio econômico a Cuba por parte do governo dos Estados Unidos.

A última dessas 29 resoluções foi publicada nesta quarta-feira (23/6) e contou com o apoio de 184 países membros da ONU. Apenas dois países (Israel e os Estados Unidos) votaram contra e houve três abstenções (Colômbia, Ucrânia e Emirados Árabes).

“A Assembleia Geral aprovou 29 vezes resoluções consecutivas que requerem o levantamento do bloqueio econômico e financeiro a Cuba. No entanto, é uma pena que essas decisões não tenham sido colocadas em prática por muitos anos”, lamentou Zhao, em uma entrevista coletiva que ofereceu a meios chineses e estrangeiros logo após a divulgação do comunicado.

Em seguida, o porta-voz enviou um recado mais direto a Washington: “pedimos aos Estados Unidos que levantem todas as restrições econômicas e financeiras contra Cuba. Este não é um pedido da China, e sim um apelo comum de toda a comunidade internacional”.

Antes de encerrar a entrevista, Zhao Lijian disse que a China mantém a esperança de que os Estados Unidos mudarão suas políticas com relação a Cuba, e voltará a ter relações com a ilha socialista mais de acordo com o estabelecido na Carta da ONU, “para evitar cair em uma contradição com seu discurso de contribuir com a manutenção da paz e da estabilidade na América Latina e no mundo”.

O embargo econômico dos Estados Unidos a Cuba está próximo de completar 60 anos: a medida foi lançada em 7 de fevereiro de 1962 pelo então presidente John Kennedy e foi sendo aprimorada através dos tempos.

No entanto, o repúdio internacional ao embargo também alcançará um aniversário redondo no próximo ano: a primeira resolução da Assembleia Geral da ONU contra essa política aconteceu em maio de 1992, e desde então tem sido renovada todos os anos, cada vez com maior adesão.

Diante desse cenário, o governo de Joe Biden declarou, em janeiro de 2021, que pretende rever as políticas dos Estados Unidos com relação a Cuba. Porém, não está claro se essa declaração se refere apenas às medidas tomadas pelo seu antecessor, Donald Trump, que endureceu o bloqueio sobre a ilha, ou se irá rever os abusos cometidos por Washington contra o país socialista nos últimos 60 anos.

Também vale destacar que, nos últimos anos, os Estados Unidos vêm reforçando sua política de bloqueios e sanções contra países que considera adversários geopolíticos. Na lista de países afetados por essa doutrina não consta somente Cuba, mas também: Rússia, China, Irã, Venezuela, Síria, Coreia do Norte, Iêmen, Líbano, Bielorrússia, Sérvia, Zimbábue, Burundi, Sudão, Líbia, Congo, Somália e República Centro-Africana.

*Com informações de Xinhua 

Créditos Carta Maior

quarta-feira, 23 de junho de 2021

INTERNACIONAL - Argentina pede à ONU que interceda junto ao Reino Unido pela soberania das Ilhas Malvinas

 

AMÉRICAS
URL curta
4176
Nos siga no

Chanceler argentino se reuniu com o secretário-geral da ONU, António Guterres, e pediu que o português interceda para que o governo britânico discuta a questão das Malvinas.

O ministro das Relações Exteriores da Argentina, Felipe Solá, pediu ao secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, que interceda junto ao governo do Reino Unido para que as negociações sobre a soberania das ilhas Malvinas sejam retomadas.

Em visita a Nova York, EUA, para participar de sessão do Comitê de Descolonização da ONU, o chanceler aproveitou o encontro com o chefe da entidade para resgatar um dos temas de política externa mais relevantes para a Argentina.

​Tendo acabado de chegar em Nova York para participar do Comitê de Descolonização da ONU, nos reunimos com o secretário-geral António Guterres. Pedimos-lhe que interceda para que o governo britânico se sente e discuta a questão das Malvinas. O diálogo é o caminho.

Durante o encontro, Solá comunicou a Guterres "o compromisso do governo argentino com o multilateralismo solidário", especialmente em um contexto de pandemia, e reiterou a necessidade de liberação de patentes para vacinas contra o SARS-CoV-2, informa o portal Infobae nesta terça-feira (22). 



Solá, que falará pela primeira vez na ONU desde que é ministro das Relações Exteriores, tentará obter apoio dos 29 membros do Comitê de Descolonização na quinta-feira (24) sobre a reivindicação da soberania da Argentina nas ilhas Malvinas.

Há muito que a Argentina e o Reino Unido disputam as ilhas Malvinas. A querela levou a uma breve guerra em 1982, que teve no total quase 1.000 mortes e acabou com a derrota do país sul-americano. 


Créditos Sputnik

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Presidente chinês, Xi Jinping, envia mensagem pelo Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino

Presidente chinês, Xi Jinping, envia mensagem pelo Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino


Beijing, 28 nov (Xinhua) -- O presidente chinês, Xi Jinping, enviou uma mensagem congratulatória na quarta-feira para a reunião anual do Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, organizada pelas Nações Unidas.
Em sua mensagem, Xi disse que o assunto palestino é fundamental para a questão do Oriente Médio.
É de interesse da comunidade internacional encontrar uma solução abrangente e justa para a questão palestina e ajudar a Palestina e Israel a alcançarem a coexistência pacífica e o desenvolvimento comum, disse o presidente.
A comunidade internacional deve salvaguardar a equidade e a justiça e defender as resoluções relevantes da ONU, bem como o princípio "terra pela paz" e a solução de dois estados, de modo a criar uma atmosfera propícia à retomada das negociações de paz entre palestinos e israelenses, indicou Xi.
A China, como um bom amigo, parceiro e irmão do povo palestino, é um defensor firme da paz Palestina-Israel, enfatizou o presidente.
A China apoia a justa causa do povo palestino de restaurar seus direitos nacionais legítimos e a Palestina na construção de um estado independente e totalmente soberano com base nas fronteiras de 1967 e com Jerusalém Oriental como capital, disse Xi.
A China está pronta para trabalhar com a comunidade internacional para promover as negociações de paz Palestina-Israel e se esforçar para realizar a paz abrangente, justa e sustentável o mais breve possível no Oriente Médio, disse o presidente.
Créditos XINHUA, publicado originalmente em - http://portuguese.xinhuanet.com/2019-11/28/c_138589178.htm

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Brasil muda posição histórica e vota contra resolução que condena embargo a Cuba na ONU

Brasil muda posição histórica e vota contra resolução que condena embargo a Cuba na ONU.

Como acontece todo ano, a resolução foi aprovada com a grande maioria dos votos: 187. Apenas Brasil, Israel e os Estados Unidos votaram contra. 

Leia matéria: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/11/07/brasil-muda-posicao-historica-e-vota-contra-resolucao-que-condena-embargo-a-cuba-na-onu.ghtml

domingo, 1 de junho de 2014

ONU quer Brasil em mais missões internacionais de paz

Edmont Mulet no seminário "Minustah e o Brasil: Dez anos pela paz no Haiti". Foto: UNIC Rio/Gustavo Barreto
Trabalho de militares brasileiros no Haiti é excepcional e admirável, diz Edmont Mulet. Foto ONU
As Nações Unidas precisam do Brasil em mais missões internacionais de paz em outros países. A afirmação é do secretário-geral assistente de Operações de Paz da ONU, Edmond Mulet, em entrevista exclusiva à BBC Brasil no Rio de Janeiro durante as comemorações dos dez anos da Minustah, missão de paz no Haiti liderada pelas forças brasileiras.
Nascido na Guatemala, o diplomata participou do seminário "Minustah e o Brasil: Dez anos pela paz no Haiti", na Escola de Guerra Naval da Marinha, na Urca. Para ele, que já atuou duas vezes como chefe da Minustah, o trabalho dos militares brasileiros é "excepcional e admirável".
O Brasil já participou de várias missões de paz ao longo dos anos, seja com observadores militares ou de outras maneiras, mas enviou tropas a apenas quatro: a missão de Suez, em 1956, do Timor Leste, em 1999, e atualmente a Unifil, no Líbano, e a Minustah, no Haiti.
Para Mulet, é imprescindível que esta participação continue e se expanda. Prova desta confiança foi a indicação do general brasileiro Carlos Alberto dos Santos Cruz, que esteve à frente das tropas no Haiti, para chefiar a Monusco, missão da ONU na República Democrática do Congo.
Na entrevista, o diplomata, baseado em Nova York, que supervisiona 16 missões de paz da ONU ao redor do mundo falou sobre o trabalho de Santos Cruz, que completa um ano na África, e comentou ainda uma potencial expansão da atuação brasileira no Líbano e a inédita permissão do uso da força aos "capacetes azuis" atuando no Congo.
Confira os principais trechos:
BBC Brasil – O Brasil já participou de várias missões internacionais de paz nas últimas décadas e enviou tropas em quatro ocasiões. Agora que a Minustah completa dez anos, como o senhor avalia esta participação?
Edmond Mulet – Eu posso dizer, com toda certeza, que as tropas brasileiras atuam com profissionalismo, qualidade, e com um nível de comprometimento excepcional e admirável. Tendo servido duas vezes como chefe da missão no Haiti, fui testemunha deste trabalho, e posso dizer que a atuação deles faz uma grande diferença.
E sabendo que eventualmente a Minustah vai começar a ser reduzida e um dia será encerrada, a ONU está tentando motivar o Brasil a olhar além do Haiti, e analisar outras possibilidades em outras partes do mundo.
Em nome do Departamento de Operações de Missões de Paz, posso dizer que as Nações Unidas precisam do Brasil. Eu espero que os líderes políticos e militares do Brasil levem em consideração esta atuação além do Haiti, para que contribuam levando a paz e a estabilidade a outros lugares.
BBC Brasil – O que ainda é necessário fazer no Haiti antes que a Minustah possa ser encerrada e a ONU deixe o país?
Mulet – A ONU sempre terá uma presença no Haiti. Não necessariamente com uma missão de paz, com componentes militares e policiais, mas os programas de desenvolvimento e ajuda internacional continuarão lá, com certeza.
É preciso lembrar que uma missão de paz deveria ter curta duração e que os objetivos são atuar em situações de instabilidade e insegurança. E podemos dizer que no Haiti estas metas foram alcançadas. A capacidade da polícia nacional haitiana é excelente e dentro de dois anos eles devem atingir o número de 15 mil homens.
Sobre o que está pendente, acho que os haitianos precisam começar, sozinhos, a lidar com assuntos como o cumprimento da lei, do Estado de Direito, e o combate à impunidade. É necessário investir em infraestrutura, em desenvolvimento.
O Estado precisa ser reestruturado, as instituições ainda são muito frágeis. É necessário instaurar sistemas de registro civil, registro de propriedades de terra. É preciso convidar investidores internacionais a analisarem oportunidades para gerar renda e empregos.
O país tem um potencial de turismo enorme, com praias lindas e 1.700 quilômetros de costa, a uma hora apenas de distância dos Estados Unidos.
Seminário "Minustah e o Brasil: Dez anos pela paz no Haiti". Foto: UNIC Rio/Gustavo Barreto
O seminário "Minustah e o Brasil: Dez anos pela paz no Haiti" aconteceu no Rio de Janeiro
BBC Brasil – Em termos de moradia e segurança, dois assuntos cruciais, já que o terremoto deixou muitos sem casa e vitimou grande parte das forças policiais, o senhor acha que o país realmente já está em condições de caminhar sem a ajuda da ONU?
Mulet – Se você comparar os níveis de violência, em termos de sequestros, homicídios e outros crimes, com outros países do Caribe e América Central, o Haiti é provavelmente neste momento uma das nações mais seguras da região. Acho que os níveis de segurança e estabilidade no Haiti são aceitáveis agora.
BBC Brasil – O Brasil avalia enviar tropas terrestres à Unifil, missão de paz que monitora a costa do Líbano desde 1978, e onde o país mantém uma fragata com mais de 200 marinheiros e fuzileiros navais desde 2011. Houve algum avanço nas negociações?
Mulet – O Brasil tem contribuído com sua embarcação e um almirante brasileiro é o chefe do componente marítimo da Unifil. Eles têm feito um ótimo trabalho e espero que continuem. Quanto às tropas terrestres, há países como a Espanha, que estão reconfigurando seus contingentes na missão.
Eles buscam reduzir o número de homens presentes no Líbano, mas convidando países latino-americanos a enviarem tropas para atuarem dentro de seus batalhões. Ainda não há confirmação oficial de que o Brasil vá enviar tropas terrestres nem de que tenha aceito qualquer convite da Espanha para ter soldados "embedados" nos batalhões espanhóis.
BBC Brasil – Os países emergentes tendem a ter um papel cada vez mais forte em missões de paz da ONU?
Mulet – Sem dúvida. Países como Camboja, Mongólia e Vietnã, que nunca haviam participado de missões de paz, enviaram recentemente seus primeiros observadores militares. Muitas nações da Ásia Central e da Europa Oriental também começam a participar.
Mas também é preciso dizer que os países da Otan, que estiveram no Oriente Médio nos últimos anos, começam a fazer a transição de poder no Afeganistão e com isso poderão voltar a contribuir com as missões de paz da ONU, não só necessariamente com tropas, mas com expertise e equipamentos.
A Holanda, por exemplo, contribuiu com quatro helicópteros de ataque, uma unidade de inteligência e forças especiais para nossa missão no Mali. A Alemanha e os países nórdicos, como Islândia, Dinamarca e Suécia estão contribuindo com aeronaves, e nossa mais nova missão, que será estabelecida no dia 15 de setembro, na República Centro-Africana, também contará com contribuições de muitos países europeus, alguns com tropas.
BBC Brasil – O trabalho dos "capacetes azuis", como são conhecidos os soldados das missões de paz da ONU, sempre foi marcado pela contenção, mas no Congo, pela primeira vez, uma missão da ONU conta com uma brigada de intervenção, com autorização para o combate direto. Como isto pode afetar a visão do mundo sobre as missões de paz?
Mulet – Esta foi uma decisão tomada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, e temos que enxergá-la como parte de um esforço político maior na região. Eu não creio que este seja um modelo a ser replicado em outros países, em outros contextos.
Os 11 países que assinaram o acordo para a atuação da missão de paz na região dos Grandes Lagos aceitaram esta proposta, que na verdade foi sugerida por eles. Esta possibilidade do uso da força é uma ferramenta, um instrumento, para se atingirem os objetivos políticos mais abrangentes da região.
Cada missão de paz é completamente diferente e temos que nos adaptar com flexibilidade aos desafios e riscos de cada lugar onde atuamos. Créditos BBC Brasil

- - - - - - -
Conheça as páginas do Blog do Capitão Fernando:







Curta nossa página no Facebook:


Siga-me no twitter clicando aqui.


Colabore com o Blog do Capitão Fernando