Céditos Operamundi
|
Céditos Operamundi
|
LFS Internacional -
Suécia faz duro ataque econômico contra o Mali como vingança.
Houve uma retaliação contra o Mali por não ter votado na ONU a favor da retirada das tropas russas da Ucrânia.
Créditos MPR.
Grupo LFS Internacional no whatsapp - receba nossas notícias em primeira mão: https://chat.whatsapp.com/HDNbLTuHI9VECYYWzaw5rb
Na ONU o voto dos países não é livre, especialmente o dos africanos. Você não pode votar o que quiser, mas sim o que lhe ditam. A Suécia retaliou o Mali por não ter votado na ONU a favor da retirada das tropas russas da Ucrânia.
O governo sueco irá cortar a sua ajuda ao desenvolvimento ao país africano, explicou Johan Forssell, o ministro sueco da Cooperação Internacional.
“Quando cooperamos com outros países, queremos que esses países também queiram cooperar com a Suécia, mas a junta militar no Mali olha mais para a Rússia”, disse ele. Os países africanos não deveriam olhar para a Rússia se não quiserem ser sancionados, tal como a Rússia.
A retaliação faz parte de uma estratégia de pressão. Ou nós ou a Rússia. As boas relações diplomáticas com a Rússia devem ser caras.
A Suécia destinou cerca de 352 milhões de dólares para o desenvolvimento do Mali nos últimos dez anos.
Desde o início da guerra, os países imperialistas não têm gostado dos votos dos países africanos na ONU porque minam a sua noção de “comunidade internacional” e, portanto, a sua hegemonia. Todos os países do mundo deveriam votar da mesma forma que os Estados Unidos. É por isso que são chamadas de “nações unidas”.
Em Fevereiro do ano passado, a Assembleia Geral da ONU aprovou uma resolução exigindo que a Rússia retirasse imediatamente as suas tropas da Ucrânia. 141 países votaram a favor, 7 votaram contra e 32 se abstiveram.
O mesmo aconteceu com a votação das reparações económicas que os imperialistas querem obrigar a Rússia a pagar, que nada mais é do que a legalização do confisco de bens russos, ou seja, um roubo de grandes proporções.
LFS INTERNACIONAL -
Em vitória esmagadora, Assembleia Geral da ONU aprova resolução pelo fim do embargo dos EUA a Cuba.
Leia mais: https://capitaofernando.blogspot.com/search/label/Cuba
Csaba Korosi (no pódio e nas telas), presidente da 77ª sessão da Assembleia Geral da ONU, fala na primeira plenária da 77ª sessão da Assembleia Geral na sede da ONU em Nova York, no dia 13 de setembro de 2022. A 77ª sessão da Assembleia Geral da ONU foi aberta na terça-feira, e o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu solidariedade entre os Estados-membros para enfrentar os desafios comuns. (Xinhua/Wang Ying)
Nações Unidas, 13 set (Xinhua) -- A 77ª sessão da Assembleia Geral da ONU foi declarada aberta na terça-feira pelo novo presidente da Assembleia Geral, Csaba Korosi.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, em seu discurso de abertura, pediu solidariedade entre os Estados-membros para enfrentar desafios comuns.
Os muitos desafios que definiram a 76ª sessão da Assembleia Geral ainda estão muito presentes no início da nova sessão, disse ele. "Enfrentamos um mundo em perigo em todo o nosso trabalho para promover a paz, os direitos humanos e o desenvolvimento sustentável, desde conflitos e mudanças climáticas a um sistema financeiro global quebrado que está falhando nos países em desenvolvimento, à pobreza, desigualdade e fome, às divisões e desconfiança".
"Enfrentar desafios comuns exigirá solidariedade contínua, pois demonstramos a grande promessa e potencial desta organização", acrescentou ele.
A Organização das Nações Unidas são o lar da cooperação. E a Assembleia Geral é a vida dentro dessa casa. Os próximos meses continuarão testando a força e a durabilidade do sistema multilateral que esta organização representa, disse ele aos delegados. "E o mundo espera que os membros da assembleia usem todas as ferramentas à sua disposição para negociar e forjar consensos e soluções: debate, deliberação, diplomacia. Essas ferramentas duradouras representam o melhor caminho para um mundo melhor e mais pacífico".
Em seu discurso de abertura, Korosi pediu soluções por meio da solidariedade, sustentabilidade e ciência.
A única maneira de alcançar melhores resultados é transformar, disse ele. "Os contornos da transformação que precisamos já são conhecidos. A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, o Quadro de Sendai (para redução do risco de desastres), o Acordo de Paris (sobre mudanças climáticas) e Nossa Agenda Comum (proposta pelo secretário-geral da ONU, António Guterres), todos nos apontam na direção certa. O que resta ver é se vamos atingir isso".
O mundo está olhando para a Organização das Nações Unidas em busca de respostas. Como principal órgão deliberativo do órgão mundial, a Assembleia Geral tem uma responsabilidade especial, disse ele.
"Tendo iniciado meu mandato como presidente, pretendo aproveitar os grandes talentos desta comunidade de Estados-membros para forjar as soluções sistêmicas necessárias para transformar nosso mundo. Ao aceitar esse privilégio, prometi servir como agente do multilateralismo, multiculturalismo e multilinguismo", disse o presidente. "Prometo que a imparcialidade será a marca de nossa operação. Minha equipe e eu faremos o possível para promover 'Soluções por meio da solidariedade, sustentabilidade e ciência', o lema que escolhi para esta presidência".
Ele prometeu manter-se firme nos princípios da Carta da ONU, que uniu os Estados-membros há 77 anos e os mantém unidos hoje.
"Codificados seguindo o direito internacional, os princípios da Carta da ONU fornecem uma base sólida para construção. A partir de então, pretendo buscar abordagens integradas e aprimorar o papel da ciência em nossa tomada de decisões. Trabalharei para promover o progresso mensurável na transformação da sustentabilidade e cultivar a solidariedade que precisamos para alcançar avanços ou evitar novas crises e desastres", disse ele.
Ele prometeu se envolver mais com o Conselho de Segurança, o Conselho Econômico e Social e outros órgãos relevantes da ONU para promover o processo crítico de revitalização e buscar as principais reformas em andamento lideradas por Guterres para tornar a Assembleia Geral e a Organização das Nações Unidas como um todo para fins adequados.
A ONU foi criada das cinzas da guerra e da destruição, com a intenção de ser um centro de soluções, disse Korosi. "Responder aos desafios mais comuns da humanidade exige que trabalhemos juntos e revigoremos o multilateralismo inclusivo, em rede e eficaz, e nos concentremos no que nos une. É nossa missão nos unirmos quando houver divergências e construir vínculos quando houver muitas diferenças", disse ele.
"Este salão (da Assembleia Geral) foi criado para ser um lugar que cria confiança, traga paz e segurança, desenvolvimento e direitos humanos. Devemos isso aos nossos 8 bilhões de eleitores, as pessoas que estamos aqui para ajudar, para ter sucesso em nossos objetivos", disse ele.
Korosi tomou posse na segunda-feira no encerramento da 76ª sessão da Assembleia Geral.
Além do Debate Geral, a semana de alto nível também terá uma reunião de alto nível para marcar o 30º aniversário da adoção da Declaração sobre os Direitos das Pessoas Pertencentes às Minorias Nacionais ou Étnicas, Religiosas e Linguísticas em 21 de setembro e uma reunião de alto nível para comemorar e promover o Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares em 26 de setembro.
Na segunda-feira, 19 de setembro, dois eventos de alto nível convocados pelo secretário-geral da ONU Guterres, a Cúpula da Educação Transformadora e o Momento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, serão realizados.
O início da semana de alto nível coincide com o funeral planejado da rainha britânica Elizabeth II, que está marcado para segunda-feira.
Um porta-voz da ONU disse que não prevê nenhuma mudança no cronograma das reuniões da ONU, embora muitos líderes mundiais estejam em Londres na segunda-feira para o funeral.
"Pode haver impacto na lista de oradores de quem e quando discursar. Mas as reuniões estão acontecendo conforme programado", disse Stephane Dujarric, porta-voz-chefe da ONU, na terça-feira.
Csaba Korosi (centro), presidente da 77ª sessão da Assembleia Geral da ONU, declara aberta a 77ª sessão da Assembleia Geral na sede da ONU em Nova York, no dia 13 de setembro de 2022. A 77ª sessão da Assembleia Geral da ONU foi aberta na terça-feira, e o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu solidariedade entre os Estados-membros para enfrentar desafios comuns. (Xinhua/Wang Ying)
O secretário-geral da ONU, António Guterres, fala na primeira plenária da 77ª sessão da Assembleia Geral da ONU na sede da ONU em Nova York, no dia 13 de setembro de 2022. A 77ª sessão da Assembleia Geral da ONU foi aberta na terça-feira, e o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu solidariedade entre os Estados-membros para enfrentar os desafios comuns. (Xinhua/Wang Ying)
Créditos Xinhua
Seul, 25 out (Xinhua) -- "A China fez contribuições substanciais para a realização dos ideais das Nações Unidas", disse o ex-secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em entrevista à Xinhua.
"A restauração do assento legal da República Popular da China foi um evento marcante na história da ONU", salientou Ban ao recordar o papel do país na entidade nos últimos 50 anos.
"As Nações Unidas tornaram-se uma organização universal em termos de seu tamanho e conteúdo através da restauração do assento da China", acrescentou.
Durante seus dez anos de mandato como secretário-geral, Ban testemunhou a ocorrência de muitos eventos importantes, com o Acordo de Paris e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) entre os assuntos globais mais significativos.
"Estes foram possíveis em grande parte pela forte liderança e envolvimento da China sob o comando do presidente Xi Jinping".
"A contribuição mais importante da China foi seu forte compromisso de lutar contra as mudanças climáticas", destacou Ban.
A China desempenhou "um papel decisivo" no processo de negociação do Acordo de Paris em dezembro de 2015, ressaltou Ban, expressando sua gratidão pela contribuição do país à aceleração do processo de ratificação do acordo.
Lembrando que Xi tomou a iniciativa de convidá-lo e o então presidente norte-americano Barack Obama para Hangzhou em setembro de 2016, Ban lembrou que os dois líderes o apresentaram seus respectivos instrumentos de adesão ao Acordo de Paris.
"Foi um evento muito significativo que encorajou outros países a seguirem o exemplo da China e dos Estados Unidos para ratificarem o Acordo de Paris", explicou Ban.
"Se não tivesse a iniciativa do presidente Xi Jinping, não teríamos o Acordo de Paris sobre mudanças climáticas até agora", acrescentou.
O compromisso da China com a neutralidade de carbono antes de 2060 também enviou um sinal encorajador para outros países, apontou ele.
A China não só fez uma contribuição substancial para alcançar as metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), mas também tem desempenhado um papel crucial na sua implementação, elogiou Ban.
Referindo-se às conquistas do país em elevar o povo chinês para acima da linha da pobreza, ele encorajou outros países em desenvolvimento a fazerem o mesmo.
Apontando que o mundo enfrenta sérios desafios, como as mudanças climáticas, a pandemia da COVID-19 e o enfraquecimento do multilateralismo, Ban pediu por uma cooperação multilateral e que os líderes mundiais sejam mais ativos na nutrição do multilateralismo.
"Compartilhamos um planeta, uma humanidade e um futuro. Precisamos trabalhar pela paz e prosperidade comuns de uma humanidade, respeitando um planeta e um futuro", acrescentou.
A este respeito, o ex-chefe da ONU disse que construir uma comunidade com um futuro compartilhado para a humanidade, proposto por Xi, "é um conceito muito importante".
"A ideia da China de ser um construtor da paz mundial, contribuinte ao desenvolvimento global, defensor da ordem internacional e provedor de bens públicos é consistente com os ideais da Carta das Nações Unidas", observou.
"Espero que a China continue trabalhando estreitamente com a ONU para tornar o mundo melhor, mais seguro e próspero no futuro", afirmou Ban. Fim
China confronta EUA e pede suspensão imediata do bloqueio econômico contra Cuba

Créditos Carta Maior

Chanceler argentino se reuniu com o secretário-geral da ONU, António Guterres, e pediu que o português interceda para que o governo britânico discuta a questão das Malvinas.
O ministro das Relações Exteriores da Argentina, Felipe Solá, pediu ao secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, que interceda junto ao governo do Reino Unido para que as negociações sobre a soberania das ilhas Malvinas sejam retomadas.
Em visita a Nova York, EUA, para participar de sessão do Comitê de Descolonização da ONU, o chanceler aproveitou o encontro com o chefe da entidade para resgatar um dos temas de política externa mais relevantes para a Argentina.
Recién llegados a Nueva York para participar del comité de descolonización de la ONU, nos reunimos con su secretario general, @antonioguterres.
— Felipe Solá (@felipe_sola) June 22, 2021
Le solicitamos que interceda para que el gobierno británico se siente a hablar de la Cuestión Malvinas.
El diálogo es el camino. 🇦🇷 pic.twitter.com/qPKwpw1Tjp
Tendo acabado de chegar em Nova York para participar do Comitê de Descolonização da ONU, nos reunimos com o secretário-geral António Guterres. Pedimos-lhe que interceda para que o governo britânico se sente e discuta a questão das Malvinas. O diálogo é o caminho.
Durante o encontro, Solá comunicou a Guterres "o compromisso do governo argentino com o multilateralismo solidário", especialmente em um contexto de pandemia, e reiterou a necessidade de liberação de patentes para vacinas contra o SARS-CoV-2, informa o portal Infobae nesta terça-feira (22).
Solá, que falará pela primeira vez na ONU desde que é ministro das Relações Exteriores, tentará obter apoio dos 29 membros do Comitê de Descolonização na quinta-feira (24) sobre a reivindicação da soberania da Argentina nas ilhas Malvinas.
Há muito que a Argentina e o Reino Unido disputam as ilhas Malvinas. A querela levou a uma breve guerra em 1982, que teve no total quase 1.000 mortes e acabou com a derrota do país sul-americano.
Créditos Sputnik
| Trabalho de militares brasileiros no Haiti é excepcional e admirável, diz Edmont Mulet. Foto ONU |