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quarta-feira, 23 de junho de 2021

INTERNACIONAL - Argentina pede à ONU que interceda junto ao Reino Unido pela soberania das Ilhas Malvinas

 

AMÉRICAS
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Chanceler argentino se reuniu com o secretário-geral da ONU, António Guterres, e pediu que o português interceda para que o governo britânico discuta a questão das Malvinas.

O ministro das Relações Exteriores da Argentina, Felipe Solá, pediu ao secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, que interceda junto ao governo do Reino Unido para que as negociações sobre a soberania das ilhas Malvinas sejam retomadas.

Em visita a Nova York, EUA, para participar de sessão do Comitê de Descolonização da ONU, o chanceler aproveitou o encontro com o chefe da entidade para resgatar um dos temas de política externa mais relevantes para a Argentina.

​Tendo acabado de chegar em Nova York para participar do Comitê de Descolonização da ONU, nos reunimos com o secretário-geral António Guterres. Pedimos-lhe que interceda para que o governo britânico se sente e discuta a questão das Malvinas. O diálogo é o caminho.

Durante o encontro, Solá comunicou a Guterres "o compromisso do governo argentino com o multilateralismo solidário", especialmente em um contexto de pandemia, e reiterou a necessidade de liberação de patentes para vacinas contra o SARS-CoV-2, informa o portal Infobae nesta terça-feira (22). 



Solá, que falará pela primeira vez na ONU desde que é ministro das Relações Exteriores, tentará obter apoio dos 29 membros do Comitê de Descolonização na quinta-feira (24) sobre a reivindicação da soberania da Argentina nas ilhas Malvinas.

Há muito que a Argentina e o Reino Unido disputam as ilhas Malvinas. A querela levou a uma breve guerra em 1982, que teve no total quase 1.000 mortes e acabou com a derrota do país sul-americano. 


Créditos Sputnik

sexta-feira, 27 de março de 2020

Primeiro-ministro britânico Boris Johnson testa positivo para coronavírus

Primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, sai de sua residência oficial, em Downing Street, durante aplausos ao pessoal do serviço público de saúde, em 26 de março de 2020
Hannah Mckay/Sputnik

Primeiro-ministro britânico Boris Johnson testa positivo para coronavírus.
O primero-ministro realizou teste após apresentar "sintomas leves" nesta quinta-feira (26). O governo de Boris Johnson enfrenta críticas por reação lenta à pandemia.
Saiba mais: https://br.sputniknews.com/europa/2020032715381219-primeiro-ministro-britanico-boris-johnson-testa-positivo-para-coronavirus----/

segunda-feira, 25 de março de 2019

Príncipe Charles chega a Cuba para 1a visita de um membro da Família Real Britânica

Foto reprodução

Pela primeira vez, um integrante da família real britânica viaja a Cuba para visita oficial. O príncipe Charles ficará no país caribenho até quarta 27/04.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Internacional: EUA e SÍRIA!



       
(Ex-Emb. RF) 1. No dia em que as forças de Bashar al-Assad retomaram o controle de Douma, o último enclave ocupado pela oposição nos arredores da capital síria, especulava-se sobre a forma que iria assumir a retaliação anunciada por Donald Trump em resposta ao ataque com armas químicas do passado fim de semana, que causou 60 mortos e cerca de mil feridos, precisamente na cidade agora recuperada pelo regime de Damasco. 
   
2. Numa tentativa de evitar um ataque americano às suas forças, o regime sírio convidou inspetores da Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPCW, na sigla em inglês) a visitarem Douma e determinar a natureza das substâncias envolvidas.
    
3. Num primeiro comentário ao ataque, a OPCW referiu a possibilidade, com base nas informações prestadas pelos grupos rebeldes, de ter sido usada uma mistura de gás sarin e cloro. O representante da Rússia nas Nações Unidas, Vassily Nebenzia, anunciou a intenção de apresentar uma resolução no Conselho de Segurança da organização a propor o envio de uma missão da OPWC à Síria. O que estava a ser considerado pelos Estados Unidos, França e Grã-Bretanha uma manobra dilatória de Moscou para evitar a punição do regime Assad - que poderia estar por horas, ontem ao final do dia. Por seu lado, a OPWC confirmou ter tomado a iniciativa de pedir autorização ao governo sírio para efetuar o deslocamento. Nebenzia advertiu os EUA para "graves repercussões", caso fossem desencadeadas operações retaliatórias na Síria.
      
4. Durante a tarde Trump falara com Theresa May, que antes deste contato estivera ao telefone com Emmanuel Macron, tendo os três dirigentes acordado que os responsáveis pelo ataque de Douma "têm de ser sofrer as consequências" da sua ação", indicou um porta-voz de Downing Street após os contatos.
       
5. Fontes oficiais em Washington, exprimindo-se sob anonimato, explicaram à Reuters que diferentes opções militares estavam em discussão, com os EUA a procurarem uma articulação com os aliados internacionais. Não foram dados detalhes, mas sugeria-se que a finalidade da retaliação seria desencorajar, de uma vez por todas, o regime sírio de usar armas químicas.
       
6. Os alvos mais prováveis seriam os centros de comando e controle que terão dirigido os ataques e unidades de apoio, considerava um especialista em segurança internacional, Benjamin Haddad, do Hudson Institute, num texto ontem publicado online na Foreign Policy. Outro alvo poderia ser a base de Dumayr, de onde teriam partido os helicópteros envolvidos no ataque. A 6 de abril de 2017, em resposta a ataque semelhante, em Khan Shaykhum, os EUA dispararam 59 mísseis sobre a base de Shayrat, na província de Homs.
      
7. Aquelas hipóteses foram, de algum modo, confirmadas ao final do dia por Emmanuel Macron que disse, a haver ataques, estes terão como alvo instalações de armas químicas. Por outro lado, a representante dos EUA na ONU, Nikki Haley, numa reunião do Conselho de Segurança na noite de segunda-feira, recordou que há pouco mais de um ano mostrara fotografias de ataque semelhante ocorrido a 4 de abril de 2017 em Khan Shaykhun, na província de Idlib e apontou para "as mãos cheias de sangue da Federação Russa" no conflito sírio. Moscou vetou 11 resoluções a condenarem o regime de Assad, lembrou Haley, que disse ainda ser indispensável estabelecer-se "um mecanismo imparcial para investigar os ataques". Em 2013, a Rússia e os EUA assinaram um acordo em que o primeiro país se tornava garante de que o regime de Assad entregaria para destruição todas as armas e agentes químicos suscetíveis de uso letal. Na época foi estimado que possuiria mil toneladas de armas químicas. Em agosto daquele ano, o regime de Damasco efetuara um ataque químico em Ghouta oriental, que causou mais de 1700 mortos, segundo fontes da oposição. A região que voltou agora a controlar.

8. Outro sinal da iminência de uma possível punição militar do regime de Assad foi dada pela notícia do cancelamento da viagem de Trump ao Peru, onde deveria participar sexta-feira na Cimeira das Américas, deslocando-se em seguida à Colômbia. Trump será substituído pelo vice-presidente Mike Pence.

9. Um terceiro sinal veio do ministro dos Negócios Estrangeiros saudita, Adel al-Jubeir, que falava em Paris no quadro da visita que o príncipe herdeiro Mohammad bin Salman concluiu ontem na França, e antes de Macron proferir a declaração acima citada. "Não vou especular sobre o que pode ou não pode suceder. O que posso dizer é que estão sendo avaliadas as opções disponíveis nesta questão", disse o ministro saudita, que sublinhou estar Riad em total sintonia com Washington, Paris e Londres, antecipando o cenário de uma presença saudita nas operações a realizar.

10. Embora seja perceptível que os principais poderes envolvidos no conflito procuram, de alguma forma, não abrirem caminho a uma escalada de tensões de consequências imprevisíveis, os sinais de tensão continuam a multiplicar-se. Ontem, soube-se que, no fim de semana, um avião de combate russo sobrevoou a baixa altitude a fragata francesa Aquitaine, em patrulha no Mediterrâneo ao lardo do Líbano, numa violação das regras internacionais. A notícia, inicialmente divulgada pela edição online da revista Le Point, referia ainda que o aparelho voava com armamento completo.

11. Este caso confirma que a guerra na Síria é, de forma crescente, um conflito em que as grandes potências estão envolvidas e os poderes regionais estão a enfrentar-se de forma aberta. Caso de Israel e do Irã, o principal apoio do regime de Assad no terreno.

12. À medida que a guerra prossegue e a consolidação do poder de Assad depende, de forma clara, da presença das forças de Teerã e de seus aliados, como o Hezbollah libanês, Israel vê, com crescente preocupação, o reforço da presença militar iraniana na Síria, país com o qual tem fronteira comum. Assim, a determinação em impedir que isto suceda.

13. A consolidação da presença militar iraniana, mais as forças do Hezbollah (com o qual Israel já travou uma guerra em 2006, que terminou num relativo impasse) e os combatentes xiitas de várias partes do mundo, cria uma nova e potencial ameaça para as forças armadas israelitas. O que Israel já mostrou que não toleraria enquanto o Irã garantiu que o ataque à base de Tiyas "não ficará sem resposta".

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Grã-Bretanha - A espionagem a todo vapor.



Programa Tempora tem orçamento de 1 bilhão de libras para monitorar as comunicações em todo o mundo

As denúncias não foram suficientes para barrar a espionagem do imperialismo contra diversos países e sobre seus próprios cidadãos.
Recentemente foi denunciado que a operadora britânica Vodafone, que opera em mais de 40 países, instalou redes de conexão direta e permanente para o acesso a clientes da empresa em 29 países, entre eles Reino Unido, Espanha, Austrália, Alemanha, Albânia, Egito, Hungria, Índia, Malta, Qatar, Roménia, África do Sul e Turquia.
Em maio o jornalista Glenn Greenwald, revelou ao El País estar trabalhando em novo material que é um dos mais importantes da seleção dos documentos vazados. Ele responsável pela que divulga do material disponibilizado pelo ex-agente da CIA e da Agência Nacional de Segurança (NSA, da sigla em inglês), Edward Snowden. Segundo Greenwald, os novos documentos tratam da espionagem de pessoas como professores, escritores e críticos de política internacional, ativistas e pessoas consideradas terroristas.
Só os EUA conforme revelou Snowden, tem pelo menos 17 redes de espionagem. Só a NSA, criada há 61 anos emprega 35 mil funcionários.
Na Grã-Bretanha, a espionagem em larga escala da população é referendada pela Lei RIPA que permite a intercepção das comunicações domésticas.
Uma ação movida pela ONG Privacy International, além de outras promovidas por outros organismos, tentam questionar esses brutais abusos. Mas os questionamentos jurídicos pouco afetam a estrutura da brutal espionagem imposta sobre a população mundial. Conforme revelou esta espionagem é levada adiante pelo Tempora, programa que disporia de um orçamento de um bilhão de libras para monitorar as comunicações em todo o mundo.
Segundo ele, mais de 200 cabos de fibra ótica passam pela Grã-Bretanha como nó (hub) das comunicações entre os continentes. Todos eles são espionados pelos serviços de inteligência britânicos e as informações são compartilhadas com as agências norte-americanas.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Príncipe Charles, primeiro na sucessão do trono do Reino Unido compara Putin a Hitler. Declarações azedam de vez as más relações entre Rússia e a Coroa Britânica.

Foto Diário Digital
Príncipe Charles, o primeiro na sucessão do trono do Reino Unido, fez uma declaração que causou extremo mal estar entre a Rússia e o Reino Unido. O monarca comparou o presidente russo, Putin, a Hitler. Tal afirmação azedou de vez as já péssimas relações entre a Rússia e a Coroa Britância. Leia matéria