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terça-feira, 16 de junho de 2020
Baleado por policial, Rayshard Brooks foi vítima de homicídio
sexta-feira, 5 de junho de 2020
Notas internacionais (por Ana Prestes) – 04/06/20

quinta-feira, 4 de junho de 2020
segunda-feira, 1 de junho de 2020
Chefe do Legislativo da China destaca resoluta oposição à "independência de Taiwan"
Chefe do Legislativo da China destaca resoluta oposição à "independência de Taiwan"
(Xinhua/Liu Weibing)
Beijing, 29 mai (Xinhua) -- O presidente do Comitê Permanente da Assembleia Popular Nacional, Li Zhanshu, sublinhou na sexta-feira o total reconhecimento da importância da Lei Anti-Secessão, e pediu pela forte oposição à "independência de Taiwan" e firme progresso rumo à reunificação da China.
Li, que também é membro do Comitê Permanente do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista da China (PCC), fez a declaração ao discursar em um simpósio no Grande Palácio do Povo para marcar o 15º aniversário da implementação da Lei Anti-Secessão.
Ele considerou a lei como uma importante parte dos sistemas e instituições destinados a defender "um país, dois sistemas" e promover a reunificação pacífica da China. Li explicou que a lei é uma regra importante que apoia os esforços para cumprir a responsabilidade política e a missão de se opor à "independência de Taiwan" e promover a reunificação.
Desde sua implementação há 15 anos, a Lei Anti-Secessão vem oferecendo uma sólida garantia legal para salvaguardar a paz e a estabilidade através do Estreito de Taiwan e promover os laços através do Estreito, acrescentou Li.
Por algum tempo, as forças separatistas que defendiam a "independência de Taiwan" julgaram mal a situação e continuaram com suas provocações, disse Li.
Eles ameaçaram severamente os interesses vitais dos compatriotas de ambos os lados do Estreito de Taiwan e os interesses fundamentais da nação chinesa, prejudicaram gravemente a paz e a estabilidade através do Estreito e desafiaram seriamente o limite para proteger a soberania e a integridade territorial da China, assinalou ele, enfatizando determinadas etapas para conter e combater esses atos.
"O fato histórico e jurídico de que Taiwan faz parte da China nunca pode ser mudado, não importa como eles e as forças estrangeiras conspirem e apresentem seu show", disse Li. "'A Independência de Taiwan' é um caminho que leva a lugar nenhum", acrescentou.
O chefe do Legislativo pediu às pessoas de ambos os lados que se unam em oposição à "independência de Taiwan" e busquem a reunificação da China.
Sempre preocupados com os interesses e o bem-estar dos compatriotas de Taiwan, o Partido Comunista da China e o Estado estão trabalhando para criar condições para os intercâmbios e a cooperação através do Estreito, continuou.
Rejeitando a interferência estrangeira, Li disse que resolver a questão de Taiwan e alcançar a reunificação nacional fazem parte dos assuntos internos da China.
"O conceito de 'reunificação pacífica e um país, dois sistemas' é a melhor abordagem para a realização da reunificação nacional", enfatizou Li, acrescentando que a adesão ao princípio de Uma Só China é a base para alcançar a reunificação pacífica da China.
"Estamos dispostos a criar um vasto espaço para a reunificação pacífica, mas definitivamente não deixaremos nenhum espaço para atividades separatistas em prol da 'independência de Taiwan' de qualquer forma", disse ele.
sexta-feira, 29 de maio de 2020
DEPUTADOS DO CHILE APROVAM TAXAR GRANDES FORTUNAS PARA FORTALECER COMBATE AO COVID-19
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quinta-feira, 28 de maio de 2020
Processar a China por causa da COVID-19 viola a lei internacional, diz especialista
Processar a China por causa da COVID-19 viola a lei internacional, diz especialista
Beijing, 28 mai (Xinhua) -- As tentativas de alguns funcionários norte-americanos de processar a China por causar da pandemia de COVID-19 são uma violação à lei internacional, de acordo com um artigo publicado na quarta-feira pelo jornal Diário do Povo.
De acordo com reportagens da mídia, o procurador-geral do Missouri, Eric Schmitt, entrou com uma ação contra a China no Tribunal Distrital dos EUA do Distrito Leste do Missouri, exigindo que o governo chinês assuma a responsabilidade e faça compensações pela pandemia global.
Foi uma violação grave à soberania nacional da China e ao princípio da igualdade soberana que é amplamente reconhecido pela comunidade internacional e pela Carta da ONU, de acordo com o artigo sob a assinatura de Huang Jin, presidente da Sociedade Chinesa de Lei Internacional.
Huang criticou a ação como um ato ilegal que é totalmente contra o direito internacional.
A resposta chinesa ao coronavírus é um tipo de ação soberana ou pública em vez de uma ação comercial e deve ser protegida pela imunidade soberana, de acordo com Huang.
O processo foi baseado em ideias infundadas de que a China deve ser responsabilizada pela pandemia e que o governo chinês estava escondendo o surto, disse Huang.
"Essas acusações não têm base factual ou legal na lei internacional", afirmou.
A origem do coronavírus é assunto para os cientistas estudarem e responderem e não deve ser politizada, disse Huang, observando que, de acordo com a lei internacional, o assunto sobre a origem do vírus não tem nada a ver com a responsabilidade do Estado.
Huang destacou que os esforços do governo chinês na divulgação de informações e na prevenção e controle da epidemia cumpriram o Regulamento Sanitário Internacional.
Os danos causados pelo coronavírus nos Estados Unidos foram causados pelos erros do país e não têm relação causal com a resposta chinesa à COVID-19, destacou Huang.
A própria China é vítima do vírus, destacou Huang. "Opomo-nos fortemente a qualquer tentativa de politizar a pandemia e encenar uma farsa de responsabilização ilegal".
Créditos Xinhua, publicado originalmente em - http://portuguese.xinhuanet.com/2020-05/28/c_139094436.htm
quarta-feira, 27 de maio de 2020
Notas Internacionais (por Ana Prestes) – 27/05/20
terça-feira, 26 de maio de 2020
Notas internacionais (por Ana Prestes) – 26/05/20
segunda-feira, 25 de maio de 2020
INTERNACIONAL - Primeiro-ministro português lista "desafios estratégicos" do país até 2030
Primeiro-ministro português lista "desafios estratégicos" do país até 2030.
Saiba mais: https://capitaofernandointernacional.blogspot.com/search/label/Portugal
sexta-feira, 22 de maio de 2020
FIM DO RAMADÃ SEM FESTA
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