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sexta-feira, 21 de junho de 2024

LFS Internacional - EUA chamam vídeo de Netanyahu de “decepcionante”

LFS Internacional - 

EUA chamam vídeo de Netanyahu de “decepcionante” 

Créditos Revista Bras.il 


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EUA chamam vídeo de Netanyahu de “decepcionante”

A Casa Branca manifestou pública e privadamente a sua frustração com os ataques do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu contra a administração Biden, na quinta-feira. Leia mais

sexta-feira, 31 de maio de 2024

Notícias de Israel - Partido de Gantz pressiona para dissolver a Knesset


 


Partido de Gantz pressiona para dissolver a Knesset



O Partido da Unidade Nacional, do ministro do gabinete de guerra, Benny Gantz, apresentou nesta quinta-feira um projeto de lei para dissolver a Knesset, em uma tentativa de derrubar o governo liderado pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.



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A proposta para dissolver o parlamento de Israel foi apresentada pela deputada Pnina Tamano-Shata.

“O 7 de outubro é um desastre que nos obriga a voltar e receber a confiança da nação, estabelecer um governo de unidade amplo e estável que possa nos liderar com confiança diante dos principais desafios em termos de segurança, economia e especialmente na sociedade israelense”, disse Tamano-Shata.

A próxima eleição israelense deve ser realizada até 27 de outubro de 2026. Neste momento, não está claro se Gantz tem o apoio de algum legislador da coalizão de 64 membros de Netanyahu no parlamento de 120 deputados.

O Partido Likud, de Netanyahu, criticou a medida de Gantz, afirmando num comunicado que “no meio de uma guerra, Israel precisa de unidade e não de divisão.

“Dissolver o governo de unidade seria uma recompensa para o líder do Hamas em Gaza, Yahya Sinwar, uma capitulação à pressão internacional e um golpe fatal nos esforços para libertar os nossos reféns”, acrescentou o comunicado.

No início deste mês, Gantz ameaçou deixar a coalizão de Netanyahu se o primeiro-ministro não apresentasse um plano para o dia seguinte ao Hamas em Gaza.

“Eu olho nos seus olhos esta noite e digo: a escolha está em suas mãos. Depois de conversar com você repetidas vezes, chegou a hora da verdade”, disse Gantz na época.

Ele estabeleceu o prazo de 8 de junho para Netanyahu aprovar um plano de ação para cumprir o que ele disse serem seis objetivos estratégicos principais da guerra.

Ele listou-os como: Trazer os reféns para casa; destruir o Hamas, desmilitarizar a Faixa de Gaza e estabelecer ali o controle de segurança israelense; criar um “mecanismo de governo civil internacional para Gaza” que inclua os palestinos, mas não o líder da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, ou o Hamas; permitir a volta dos residentes ao norte e reabilitar o Negev ocidental; avançar na normalização com a Arábia Saudita; e estabelecer um novo quadro para o serviço militar israelense.

Em abril, Gantz disse que Israel deveria ir às urnas em setembro, na primeira vez em que o político de centro-esquerda pediu eleições antecipadas desde que ingressou no governo, durante a guerra, após o massacre do Hamas em 7 de outubro.

Fonte: Revista Bras.il a partir de WIN
Fotos: Wikimedia Commons


Créditos Revista Bras.il





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sexta-feira, 26 de abril de 2024

Netanyahu aprova visitas a terroristas presos - créditos Revista Bras.il

Créditos Revista Bras.il 


Netanyahu aprova visitas a terroristas presos

Os gabinetes Político e de Segurança decidiram permitir visitas aos terroristas da Força Nukhba presos em Israel. Leia mais

sábado, 20 de abril de 2024

terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

Lula diz que não esperava que Netanyahu compreendesse sua fala: “Sei o que ele pensa ideologicamente”

Créditos CNN


Lula diz que não esperava que Netanyahu compreendesse sua fala: “Sei o que ele pensa ideologicamente”

Durante viagem para África, presidente afirmou que “o que está acontecendo na Faixa Gaza não existe em nenhum outro momento histórico, aliás, existiu, quando Hitler resolveu matar os judeus”

Presidente também ressaltou que não usou a palavra "holocausto" em referência à ações de Israel
Presidente também ressaltou que não usou a palavra "holocausto" em referência à ações de IsraelREUTERS/Ueslei Marcelino

Pedro Teixeirada CNN

Brasília

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, durante entrevista à RedeTV nesta terça-feira (27), que mantém a fala sobre o que ele avalia ser um genocídio de Israel na Faixa de Gaza e que não esperava que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, compreendesse sua declaração.

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“Eu diria a mesma coisa, porque é exatamente o que está acontecendo na Faixa de Gaza”, declarou o presidente.

Lula ainda completou: “Eu não esperava que o governo de Israel fosse compreender. Eu conheço o cidadão (Netanyahu), sei o que ele pensa ideologicamente.”

Para o presidente brasileiro, a guerra em Gaza é um conflito de um Exército altamente preparado contra mulheres e crianças.

“Não podemos ser hipócritas de achar que uma morte é diferente da outra. Você não tem em Gaza uma guerra de Exército altamente preparado contra Exército altamente preparado, você tem uma guerra de Exército altamente preparado contra mulheres e crianças”, disse Lula.

O chefe de Estado do Brasil ainda questionou o número de integrantes do Hamas que teriam sido apresentados como mortos por Israel.

“Quantas pessoas do Hamas foram apresentadas mortas? Você inventa determinadas mentiras e passa a trabalhar como se fosse verdade”, disse o presidente.

Lula também ressaltou que não usou a palavra “holocausto” em referência às ações de Israel. “Primeiro, eu não disse a palavra holocausto, isso foi interpretação do primeiro-ministro de Israel, não foi minha”, alegou o presidente.

Referência a Hitler

Em seu discurso na Etiópia no último dia 18, que gerou conflito com o governo de Netanyahu, Lula afirmou que “o que está acontecendo na Faixa de Gaza não é uma guerra, mas um genocídio” e fez referência às ações do ditador nazista Adolf Hitler contra os judeus.

“O que está acontecendo na Faixa de Gaza com o povo palestino não existiu em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu. Quando Hitler resolveu matar os judeus”, disse ele, motivando respostas e condenações por parte do governo israelenses e entidades judaicas.