O Fatah, partido político palestino que governa a Palestina comemorou o atentado a bomba no ônibus em Jerusalem, ocorrido na segunda-feira (18/04).
O partido reconheceu o Estado de Israel no ano de 1993, por ocasião dos acordos de Oslo, e são, perante a comunidade internacional, o único interlocutor legítimo dos palestinos. Ainda, recebe bilhões de dólares de financiamento, através do governo palestino, comandado pelo Presidente Mahmud Abbas, seu membro.
Volodymyr Groysman judeu de Vinnytsa eleito Primeiro-Ministro da Ucrânia. Créditos: Menorahnet
Vlodymir Groysman, advogado de 38 anos de idade, prefeito de uma pequena cidade foi eleito para Primeiro Ministro da Ucrânia por 257 votos a favor e 50 contra. É o primeiro ucraniano que se posiciona abertamente como judeu a chegar a liderança do país. Leia matéria completa
Forças curdas peshmerga guardam área perto de Irbil, no Iraque - SAFIN HAMED / AFP
O número de integrantes do Estado Islâmico tem se reduzido, em função da ação militar internacional e local no Iraque e na Síria e está em seu nível mais baixo desde que Washington começou a monitorar o grupo - afirmou o governo americano, nesta terça-feira.
A declaração foi dada às vésperas de uma reunião convocada pelo presidente Barack Obama com sua equipe de segurança na sede da Agência Central de Inteligência, a CIA, para analisar propostas que permitam acentuar a pressão sobre os radicais no Iraque e na Síria, declarou o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest.
"Trabalhando - seja diretamente, seja por meio de sócios locais - recuperamos 40% do território que o Daesh (acrônimo do EI em árabe) controlava há um ano no Iraque, e 10% na Síria", declarou o secretário de Estado adjunto Antony Blinken aos congressistas.
"De fato, consideramos que os números do Daesh estão em seus níveis mais baixos desde que começamos a monitorar seus contingentes em 2014", acrescentou.
Blinken não especificou o tamanho da força de combate do EI em sua declaração na comissão do Senado que supervisiona o financiamento para o programa do Departamento de Estado para conter as forças extremistas.
Em setembro de 2014, a última estimativa a que Blinken se refere, um funcionário da Inteligência americana disse à AFP que a CIA acredita em que o grupo poderia contar com entre 20.000 e 31.500 combatentes, incluindo efetivo local e recrutado no exterior.
Desde então, as ações dos Estados Unidos, das forças iraquianas e curdas possibilitaram a retomada do controle de cidades como Tikrit e Ramadi, enquanto no norte da Síria as forças do governo apoiadas pela Rússia recuperaram a cidade histórica de Palmira.
PERU: KEIKO FUJIMORI E PEDRO PAULO KUCZYUNSKI VÃO AO SEGUNDO TURNO!
1. Keiko Fujimori –conservadora filha do ex-ditador Alberto Fujimori- obteve 39,2% dos votos, indo além das pesquisas. Em 2011, Keiko havia passado ao segundo turno com 23,5%. Dessa forma, obteve um crescimento de 67%. Keiko tem 41 anos. Com 19 anos tornou-se primeira dama com o divórcio de seus pais. Formou-se em Administração de Empresas pela Universidade de Boston. Casou-se nos EUA com Mark Villanella –americano-, com quem tem 2 filhas. 2. Pedro Paulo Kuczynski –conhecido como PPK- economista liberal. Graduado na Universidade de Oxford (Inglaterra) e depois na Universidade de Princeton (EUA). Trabalhou nos EUA e ocupou posições no Banco Mundial e no FMI. Presidiu o Banco Central do Peru, e foi ministro de Minas e Energia e Ministro de Finanças. Foi primeiro-ministro do Peru (coordenador de gabinete) entre 2005 e 2006. Obteve 22,1% dos votos. Em 2011 havia obtido 18,5%, crescendo portanto 19%. Tem 78 anos. Fala com sotaque americano. Tem surpreendido por mobilizar o voto jovem.
3. Em 2011, Humala, candidato da esquerda apoiado ostensivamente por Lula e discretamente por Chávez, obteve no primeiro turno 31,2%. Foi ao segundo turno e derrotou Keiko Fujimori. Na atual eleição a candidata da esquerda Veronika Mendoza obteve 18,4%. Uma queda de 41%. 4. A expectativa para o segundo turno era favorável a PPK em função de uma diferença nas pesquisas de 10 pontos a favor de Keiko. Mas com esta diferença ampliada para 17 pontos, Keiko Fujimori abrirá o segundo turno como favorita. Blog do Cesar Maia.
Treze estados e um território norte-americano realizam nesta terça-feira (1º) a Superterça, um dos dias mais importantes da fase que antecede a escolha dos candidatos que vão representar os partidos Democrata e Republicano nas eleições de novembro deste ano nos Estados Unidos.
A Superterça vai servir para demonstrar se os candidatos que estão liderando a disputa nos partidos Democrata, Hillary Clinton, e Republicano, Donald Trump, têm fôlego para continuar à frente da disputa, ou se vão ceder espaçopara os demais candidatos.
Pelo Partido Democrata, o senador de Vermont, Bernie Sanders, que também é candidato, vem colocando pressão sobre Hillary. Sua principal crítica é a de que Hillary é alinhada do sistema financeiro, tendo recebido dos bancos grande parte do dinheiro que financia sua campanha. Entre os republicanos, Donald Trump disputa com os senadores da Florida, Marco Rubio, e do Texas, Ted Cruz, com o governador do Ohio, John Kasic, e com o neurocirurgião reformado Ben Carson.
Na disputa pela indicação para representar o Partido Republicano, Marco Rubio nesta segunda-feira (29) atacou Trump, dizendo que ele não representa os republicanos por ser um empresário e não ter tradição política. Segundo Rubio, a eleição presidencial de 2016 representa um “referendo sobre a identidade [dos Estados Unidos] como nação e como povo."
A característica mais marcante das eleições americanas, a partir da Superterça, é que a disputa deixou para trás estados de influência regional: Iowa, New Hampshire, Carolina do Sul e Nevada. A corrida passa a ser feita nesta terça em um terreno de influência nacional. Em alguns estados haverá eleições primárias, em que o eleitor vota diretamente em algum delegado. Em outros estados haverá assembleias que, nos Estados Unidos, são denominadas caucuses. Nas primárias, os eleitores são independentes. No caso dos caucuses, os eleitores são militantes partidários.
Haverá estados onde os partidos Democrata e Republicano realizam primárias: Alabama, Arkansas, Georgia, Massachussets, Oklahoma, Tennessee, Texas, Vermont e Virginia. Os republicanos e democratas também farão caucuses em dois estados: Colorado e Minnesota. Em dois estados, porém, só os republicanos realizarão os caucuses: Alasca e Wyoming. Os democratas farão uma assembleia (caucus) no território de Samoa Americana.
Serão escolhidos, nesta Superterça-feira, 865 delegados democratas e 661 delegados republicanos. Entre os democratas, o número de delegados escolhidos nesta terça representa um terço do necessário para a indicação do candidato que representará o partido nas eleições deste ano. Entre os republicanos, o número de delegados será a metade do necessário para representar o Partido Republicano nas eleições para presidente dos Estados Unidos. JB.
O presidente Barack Obama está encaminhando hoje (23) ao Congresso dos Estados Unidos um plano para fechar a prisão norte-americana localizada na Baía de Guantánamo, em Cuba, informou o The Wall Street Journal. O anúncio do fechamento da prisão deverá ser feito ainda hoje pelo presidente. A decisão deve receber forte oposição dos representantes do Partido Republicano no Congresso, que não concorda com qualquer concessão ao regime cubano.
A decisão de Obama ocorre em meio aos preparativos de sua viagem a Havana (capital cubana), em 21 de março, a primeira de um presidente norte-americano a Cuba em quase 60 anos.
Segundo o jornal norte-americano, o plano estabelece que o governo deverá solicitar ao Congresso autorização para transferir os presos de Guantánamo para prisões nos Estados Unidos. O custo para a realocação dos detentos, que envolve a construção de novas instalações prisionais, deverá atingir US$ 475 milhões. Autoridades norte-americanas informaram ao jornal que o custo anual de funcionamento da prisão será US$ 445 milhões.
De acordo com o jornal, a prisão de Guantánamo tem atualmente 91 prisioneiros. Atualmente, o Congresso norte-americano proíbe a transferência de presos de Guantánamo para os Estados Unidos. Na matéria, o The Wall Street Journal diz que se houver oposição muito forte do Congresso, que impossibilite o fechamento da prisão e a transferência dos detentos, o presidente Obama teria que usar uma medida adicional, denominada ação executiva, que permitiria ao Executivo norte-americano trabalhar com o Congresso para mudar a atual lei.
Eleitores do Estado de Iowa dão nesta segunda-feira o pontapé inicial no processo que definirá os candidatos à próxima eleição presidencial americana, em novembro.
As prévias se encerram em junho, quando os políticos escolhidos para representar os partidos Democrata e Republicano passam a disputar entre si. A BBC Brasil elaborou uma lista com dez pontos para entender e acompanhar a escolha do sucessor do presidente Barack Obama.
1. Quem são os principais candidatos
Republicanos
Donald Trump: O megaempresário é hoje o candidato preferido de 41% dos Republicanos, segundo a última pesquisa da CNN. Entre suas principais propostas estão construir um muro na fronteira com o México, barrar temporariamente a entrada de muçulmanos e ampliar as taxas sobre produtos chineses.
Ted Cruz: Filho de um pastor evangélico cubano, o senador pelo Texas conta hoje com 19% das intenções de voto entre os Republicanos. Suas principais bandeiras incluem bombardear as áreas controladas pelo grupo Estado Islâmico, acabar com os subsídios federais a planos de saúde e reduzir o imposto de renda.
Marco Rubio: Filho de cubanos, o senador pela Flórida tem hoje 8% dos votos entre os eleitores do partido. Ele diz que, se eleito, ampliará os gastos com defesa, reduzirá impostos e flexibilizará as leis trabalhistas. Muitos analistas o consideram o candidato Republicano mais competitivo.
Democratas
Image captionTed Cruz, Marco Rubio e Donald Trump são os principais pré-candidatos do Partido Republicanos
Hillary Clinton: A ex-secretária de Estado e ex-primeira dama tem hoje 52% das intenções de voto entre os eleitores Democratas. Hillary se apresenta como a sucessora natural de Obama, prometendo aumentar os salários da classe trabalhadora, investir em infraestrutura e combater as mortes por armas de fogo.
Bernie Sanders: O senador por Vermont, que se define como socialista, conta hoje com 38% das preferências dos eleitores do partido. Sanders tem, entre suas principais bandeiras, ampliar o controle sobre os bancos, universalizar o sistema de saúde e reduzir a influência política de lobistas e grandes doadores.
Estados adotam dois sistemas distintos para escolher seus candidatos nas prévias: as primárias e os "caucuses" (convenções partidárias).
Nas primárias, adotadas por 40 dos 50 Estados, os partidos Democrata e Republicano realizam votações secretas para escolher os candidatos.
Em alguns Estados, as primárias de cada partido se restringem a eleitores cadastrados nessas agremiações; em outros, são abertas a todos os eleitores.
No "caucus", eleitores se manifestam publicamente sobre suas preferências, levantando as mãos ou se dividindo em grupos. Em geral, só eleitores cadastrados nos partidos podem participar da escolha.
3. Alguns Estados recebem atenção desproporcional
Primeiros Estados a realizar prévias, Iowa e New Hampshire somam apenas 1,6% da população americana, mas é lá que os pré-candidatos passam grande parte do início da corrida eleitoral.
Os resultados nos dois Estados têm muito impacto no resto da campanha, já que podem enterrar candidaturas e dar grande impulso aos vencedores.
Encerrada a fase das primárias, os candidatos vitoriosos passam a enfocar os chamados "Estados-pêndulos", onde a disputa entre Republicanos e Democratas costuma ser mais equilibrada.
Ao priorizar esses locais, eles tendem a deixar de lado Estados muito identificados com um dos dois partidos. Para um candidato Democrata, por exemplo, fazer campanha em Oklahoma pode não ser tão vantajoso, já que o Estado costuma dar largas vitórias ao partido rival. Alguns dos principais Estados-pêndulo são Flórida, Virgínia, Colorado e Pensilvânia.
4. A importância da 'Superterça'
As prévias se encerram em junho, mas geralmente o momento mais importante do processo ocorre em fevereiro ou março, quando praticamente metade dos Estados realiza suas consultas num único dia, uma terça-feira.
Image captionEx-secretária de Estado Hillary Clinton e Bill Sanders disputam preferência dos Democratas
Neste ano, a "Superterça" ocorrerá em 1 de junho. Além de ter grande impacto no resultado final das primárias, a maratona de votações é considerada o primeiro grande teste nacional enfrentado pelos pré-candidatos.
5. A eleição é indireta
A eleição presidencial nos EUA é indireta, realizada por 538 delegados eleitorais, distribuídos pelos Estados conforme sua população.
Em 48 dos 50 Estados americanos (as exceções são Maine e Nebraska), o candidato vitorioso recebe todos os votos dos delegados desses Estados. Ganha a votação o candidato que somar ao menos 270 delegados.
6. Nem sempre o vitorioso é o mais votado
Segundo o site FactCheck.org, ao menos quatro vezes os EUA elegeram presidentes que não tiveram a maioria dos votos.
Isso ocorre porque, mesmo ao derrotar o rival por uma margem mínima de votos num Estado, o candidato vitorioso fica com todos os seus delegados eleitorais.
O último caso ocorreu em 2000, na releeição de George W. Bush, que assumiu o posto mesmo tendo recebido 540 mil votos a menos na contagem geral que seu concorrente Democrata, Al Gore.
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7. Votar pode ser complexo
O voto é facultativo nos EUA, e eleitores que queiram participar do pleito precisam se registrar (exceto na Dakota do Norte).
Certos Estados permitem que o registro ocorra no dia da eleição, mas outros adotam regras que, segundo analistas, desencorajam a votação e discriminam minorias. Alguns Estados proíbem, por exemplo, que grupos (partidários ou não) promovam campanhas para registrar eleitores, prática especialmente comum em comunidades pobres.
Image copyrightThinkStockImage captionPlaca de carro comemorativa celebra primária de Iowa neste 1º de fevereiro
Nos últimos anos, alguns Estados postergaram o início do horário da votação. Segundo ativistas, a decisão cria dificuldades para igrejas frequentadas por negros, que costumam organizar excursões para levar seus fiéis às urnas após o culto matinal.
8. Nem todos os americanos podem votar
Embora sejam cidadãos americanos, os cerca de 4 milhões de habitantes dos territórios de Porto Rico, Guam, Ilhas Virgens Americanas, Ilhas Mariana e Samoa Americana não têm o direito de votar para presidente, já que esses territórios não têm delegados no Colégio Eleitoral.
Mas os territórios participam das primárias e ajudam a definir os candidatos que concorrem à Presidência.
9. Há vários candidatos desconhecidos
Os candidatos Democrata e Republicano concentram as atenções na eleição, mas não são os únicos concorrentes. Vários candidatos costumam se lançar por outros partidos ou como candidatos independentes. Às vezes, eles influenciam no resultado final.
Na eleição de 2000, o candidato do Partido Verde, Ralph Nader, recebeu 97 mil votos na Flórida. Como Bush venceu Al Gore naquele Estado por apenas 537 votos de diferença, alguns atribuíram sua vitória à participação de Nader, que teria "roubado" votos do Democrata. Se Bush não tivesse vencido na Flórida, Gore teria conquistado a Presidência.
10. As campanhas são bilionárias
Na eleição de 2012, os chamados "Super PACs" arrecadaram US$ 828 milhões (R$ 3,3 bilhões) para atividades de campanha.
Em tese, PACs (comitês de ação política) são comitês independentes articulados para promover causas, candidatos ou projetos legislativos. Na prática, têm sido usados pelos candidatos para arrecadar quantias ilimitadas de dinheiro, driblando as normas que limitam a US$ 2.700 (R$ 10,7 mil) as doações individuais feitas diretamente às campanhas.
Entre os principais competidores deste ano, apenas o democrata Bernie Sanders e o republicano Donald Trump dizem competir sem o apoio de Super PACs. Enquanto Sanders tem contato com pequenas doações de eleitores, Trump tem recorrido à própria fortuna para financiar suas atividades.
O Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que o Irã continua buscando desenvolver armas nucleares e espalhar o terrorismo, após iniciar-se neste domingo a retirada de sanções da República Islâmica, depois de ficar comprovado que cumpriu sua parte do acordo nuclear.
"Inclusive após assinar o acordo nuclear, o Irã não abandonou sua aspiração de obter armas nucleares e continuará minando a estabilidade no Oriente médio e divulgando o terrorismo no mundo, ao mesmo tempo em que viola suas obrigações internacionais", advertiu o chefe do governo israelense em comunicado divulgado esta manhã.
Netanyahu assinalou que seu país "continuará monitorando a implementação do acordo e avisará de qualquer violação" que detectar.
"As principais potências e a AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) devem vigiar de perto a atividade nas instalações nucleares iranianas e em outros lugares para verificar que não continuam desenvolvendo armas nucleares em segredo", pediu, e avisou que "se não houver respostas apropriadas a cada violação, o Irã achará que pode continuar desenvolvendo armas, minando a estabilidade regional e estendendo o terrorismo".
O primeiro-ministro também assinalou que Israel fará "tudo o que for necessário" para salvaguardar sua segurança e se defender.
As declarações de Netanyahu foram feitas apenas horas depois de o presidente de EUA, Barack Obama, assinar a ordem executiva que suspendeu as sanções atômicas, sua parte na aplicação do pacto nuclear assinado em julho em Viena pelo Grupo 5+1 (Estados Unidos, França, China, Reino Unido, Rússia, mais a Alemanha) e o Irã.
A AIEA confirmou ontem que o Irã cumpriu as exigências do acordo, que previa a limitação de vários aspectos do programa atômico iraniano durante períodos de entre 10 e 25 anos em troca do fim das punições ao país.
Além das sanções americanas, também serão retiradas gradualmente as impostas pelas Nações Unidas e pela União Europeia, mas unicamente as relacionadas ao programa nuclear e não as impostas por outras questões, como motivos armamentícios ou de direitos humanos.
O levantamento das sanções permitirá ao Irã dispor de US$ 100 bilhões em ativos que estavam bloqueados no mundo todo, o que Israel considera perigoso e desestabilizador para a região.
O presidente iraniano, Hassan Rohani, declarou hoje que "todo o mundo está contente" com a aplicação do acordo, "exceto os sionistas, os que buscam dividir o mundo islâmico e um pequeno grupo de extremistas nos Estados Unidos". Créditos Terra
Especialistas ao redor do mundo estão céticos a respeito da declaração. Artefato do tipo é mais potente que arma atômica. Créditos Reuters. Leia matéria.
Ao tomar posse como presidente da Argentina nesta quinta-feira, Maurício Macri assumiu uma série de desafios políticos, econômicos, sociais e internacionais, apontam analistas ouvidos pela BBC Brasil. "O principal deles é gerar confiança entre os argentinos. Leia mais