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Ex-presidente havia dissolvido parcialmente o Congresso nesta quarta-feira (7)
Pedro Castillo, presidente do Peru que sofreu impeachment nesta quarta-feira (7), foi detido pela Polícia Nacional do Peru, após fazer uma tentativa frustrada de golpe de Estado. A informação foi confirmada por Lourival Sant’Anna, analista de Internacional da CNN.
De acordo com fontes da CNN, Castillo está na prefeitura de Lima. A Polícia Nacional do Peru chegou a publicar uma foto do ex-mandatário com policiais em uma sala, mas apagou a publicação.

A crise política no Peru se agravou nesta quarta, quando Castillo dissolveu temporariamente o Congresso horas antes de uma moção de vacância (o equivalente a um processo de impeachment) ser votada contra ele.
Apesar da medida, o Parlamento realizou a moção de censura e aprovou a deposição do político.
Pedro Castillo Terrones nasceu na região de Cajamarca. Ele tem mestrado psicologia educacional e começou a lecionar na província de Chota, em Cajamarca, em 1995.
Até 2017, fez parte do partido Peru Possível, fundado pelo ex-presidente Alejandro Toledo, que está preso nos Estados Unidos, após o judiciário do Peru ordenar, em 2017, prisão preventiva por suposto envolvimento em subornos com a Odebrecht. As acusações foram negadas por Toledo.
Atualmente, Castillo é filiado do Peru Livre e, como sindicalista, foi um dos líderes em uma greve de professores durante o governo de Pedro Pablo Kuczynski.
O presidente foi acusado de ser aliado de membros da polêmica organização Movadef, indicada pela polícia como braço político do grupo de guerrilha peruano, algo que eles negam.
Em julho de 2021, Castillo foi declarado presidente após uma demorada apuração. Mesmo sendo um candidato desconhecido, ganhou visibilidade nos debates. Ao final da disputa, venceu a ex-presidente peruana Keiko Fujimori.
*publicado por Tiago Tortella, da CNN
INTERNACIONAL - AMÉRCIA LATINA - PERU
Presidente do Peru, Pedro Castillo, reativa estatal Petroperú.
O presidente do Peru, Pedro Castillo, anunciou nesta segunda-feira (27) o retorno da Petroperú às atividades de produção de petróleo e gás, após 25 anos; Governo declara Guerra aos preços dos combustíveis.
Leia matéria: http://brasilindependente.com.br/destaque/castillo-reativa-estatal-petroperu-guerra-aos-precos-de-combustiveis/
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*”Congresso peruano aprova pedido que pode levar a impeachment do presidente”*
Dois anos e meio após a interrupção do mandato de Pedro Pablo Kuczynski, o Peru volta a viver uma crise que pode levar à destituição do atual presidente, Martín Vizcarra, 57. No fim da tarde desta sexta (11), o Congresso terminou de votar a moção de vacância do presidente Martín Vizcarra —o pedido foi aprovado com 65 votos a favor, 36 contra e 24 abstenções. O próximo passo está marcado para 18 de setembro, quando vão ocorrer a defesa do mandatário e a votação que decide sobre seu afastamento. Para que ele seja afastado, são necessários 87 votos (dois terços do Parlamento). O pedido debatido ao longo desta sexta foi apresentado na noite de quinta-feira pelo parlamentar Edgar Alarcón. O congressista mostrou três áudios que serviriam como evidência de que um amigo de Vizcarra, o cantor e compositor Ricardo Cisneros, foi favorecido por contratos públicos com o Ministério da Cultura no valor de US$ 50 mil (cerca de R$ 266 mil).
Nas gravações, o presidente pede a assessoras que mintam em um inquérito parlamentar sobre sua relação com um ex-colaborador investigado por contratos irregulares. Alarcón é do partido Unión pelo Peru, cujo líder é Antauro Humala, irmão mais velho do ex-presidente Ollanta Humala e que está preso por um ataque terrorista na cidade de Andahuaylas. A divulgação dos áudios e a apresentação do texto foram aprovados pelo presidente do Congresso, Manuel Merino, do partido Ação Popular, que tem maioria na casa. No caso de afastamento de Vizcarra, é Merino quem assume a Presidência —uma vez que a segunda vice-presidente, Mercedes Araóz, renunciou durante a crise que levou o presidente a pedir o fechamento do Congresso em 2019. Nos áudios, há mais de uma conversa entre Vizcarra e a secretária-geral da Presidência, Karem Roca, para organizar visitas de Cisneros, cujo nome artístico é Richard Swing, à sede do poder Executivo. Uma das gravações mostra ambos falando sobre as investigações já em andamento e outra traz um diálogo entre Roca e o próprio Cisneros. "Isso é uma palhaçada para desestabilizar a democracia, para tomar o controle do governo e permitir a reeleição de congressistas, postergar as eleições e garantir trunfos eleitorais", disse Vizcarra, que afirmou que não renunciará.CRISE NO PERU - CORONAVÍRUS
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| Presidentes do Peru e do Brasil |