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quinta-feira, 5 de março de 2020

SÍRIA - Putin diz que chegou a acordo com Erdogan sobre cessar-fogo em Idlib, na Síria

Putin diz que chegou a acordo com Erdogan sobre cessar-fogo em Idlib, na Síria 

Após cúpula bilateral entre Rússia e Turquia, o presidente russo, Vladimir Putin, anunciou que chegou a um acordo com o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, sobre cessar-fogo em Idlib, na Síria. 

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Exército sírio faz avanço significativo em Aleppo na véspera de conversações russo-turcas





Forças do Exército da Síria retomaram áreas da província de Aleppo desde o início da guerra no país, fazendo grupos rebeldes recuar na véspera de negociações russo-turcas.
Durante o último domingo (16), as forças do presidente sírio, Bashar Assad, avançaram por diversas localidades na província de Aleppo, no noroeste do país e limítrofe com a Turquia.
Conforme publicou a agência estatal síria SANA, pelo menos 19 vilarejos e cidades foram reconquistados, trazendo pesadas perdas para grupos rebeldes e seu consecutivo recuo.
O avanço seria o resultado da combinação de diversas operações de grande escala do Exército sírio.
"Em um dia, eles [soldados do Exército sírio] tomaram uma área na qual durante oito anos eles não podiam pegar nenhum vilarejo", disse à agência Reuters o diretor do Observatório Sírio para os Direitos Humanos, Rami Abdulrahman.

Negociações entre Rússia e Turquia

Recentemente, as tensões entre a Turquia e a Síria cresceram significativamente após embates entre forças de ambos os países terem decorrido na província síria de Idlib, vizinha de Aleppo.
Por sua vez, a Turquia objetiva manter em Idlib postos de observação, ao passo que trava um conflito com forças curdas na Síria.
Contudo, o avanço das tropas sírias teria causado desconforto em Ancara, segundo a Reuters.
Além disso, Ancara já relatou a morte de parte de seus soldados no país árabe, o que tem estimulado negociações entre a Rússia e a Turquia, para se atingir um acordo que freie as tensões.

Reforço turco

No entanto, segundo informou a agência Anadolu no domingo (16), a Turquia enviou recentemente para a Síria um comboio de pelo menos 100 veículos, incluindo tanques e blindados, para reforçar suas posições.
Vale destacar que o fornecimento de armas por parte da Turquia a grupos rebeldes em Idlib já foi denunciado por fonte militar russa.


domingo, 16 de fevereiro de 2020

Escalada para guerra? Tensão entre Síria e Turquia cresce com violência em Idlib



A tensão em Idlib entre Síria e Turquia aumentou nesta segunda-feira (10), após confrontos entre militares dos dois países, na região síria que faz fronteira com a Turquia, ponto em que o Exército sírio segue avançando para recuperar a última fortaleza rebelde dominada por jihadistas.
Depois de uma série de confrontos ocorridos por falta de coordenação bilateral, os atritos evoluíram para uma situação mais grave, com o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, ameaçando atacar tropas sírias em qualquer parte do país em caso de novo ataque contra suas tropas, que ocupam diversas posições dentro do território sírio. Sendo assim, a Sputnik explica cada detalhe da nova escalada na região, bem como o possível futuro da tensa região.

Província de Idlib

Idlib é uma das 14 províncias da Síria, localizada no noroeste do país, na fronteira com a Turquia, e tem sido um reduto de grupos armados extremistas e antigovernamentais desde o início da guerra síria, em 2011.
A zona de desescalada de Idlib foi estabelecida em setembro de 2018, durante uma reunião entre Rússia e Turquia, proibindo os atos de agressão na região. Entretanto, mais de 1.300 civis foram mortos em ataques dentro da zona de desescalada desde em que o acordo foi estabelecido.
Na Síria havia quatro zonas de desescalada, sendo elas estabelecidas na província de Idlib (norte da Síria), no norte da província de Homs, em Ghouta Oriental, a leste de Damasco, e no sul do país, incluindo partes das províncias de Daraa e Quneitra.
A província de Homs já foi por diversas vezes um dos principais redutos de opositores sírios, e essa foi a terceira zona de desescalada estabelecida.
A região de Ghouta foi uma das primeiras áreas a se rebelar contra o presidente Bashar Assad, tendo sido alvo de um ataque com gás sarin, em 2013, que matou quase 1.500 pessoas.
A província de Quneitra fica ao lado das Colinas de Golã, cuja maior parte foi anexada e ocupada por Israel.
Já Daraa é considerada o berço da revolta no país, onde em 2011 eclodiram protestos pacíficos, gerando a repressão do governo e iniciando a guerra.
Idlib é um dos últimos e maiores redutos rebeldes da Síria, que exigem a mudança de governo. Especialistas acreditam que Idlib seja a última grande batalha do conflito sírio, que já teve como palco as províncias de Homs, Ghouta Oriental e Daraa.

Ofensiva turca eleva tensão

A violência que está tomando conta da região síria já obrigou cerca de 700 mil pessoas a deixarem Idlib. A tensão aumentou depois das últimas ofensivas turcas, provocando confrontos na fronteira entre os dois países.
O Exército sírio segue avançando para recuperar a última fortaleza rebelde dominada por jihadistas. Enquanto isso, a Turquia, que segue apoiando grupos rebeldes e tem tropas na região, anunciou que havia "neutralizado" mais de 100 soldados sírios.
Além disso, forças apoiadas pela Turquia abateram com um foguete um helicóptero do Exército da Síria em uma cidade a sudeste de Idlib, segundo o Ministério da Defesa da Turquia. A ofensiva causou a morte de três pilotos, confirmada pelo correspondente da Sputnik Árabe no local.
Pouco depois da ofensiva turca, forças do governo sírio bombardearam áreas próximas de um posto de observação turco na mesma cidade, deixando ao menos três pessoas mortas.
A Turquia conta com 12 postos de observação no noroeste da Síria e segue enviando reforços para áreas próximas, enquanto o Exército sírio segue afirmando que responderá às agressões do Exército turco.
Segundo uma agência turca, a Turquia estaria transferindo sistemas de mísseis para a região de conflito. Um comboio composto por 15 caminhões carregados com lançadores múltiplos de foguetes de diferentes unidades militares da Turquia já estaria a caminho.
As medidas foram tomadas após o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, ameaçar atacar as forças governamentais da Síria, mesmo fora da zona desmilitarizada de Idlib, caso haja ações ofensivas.
"Estamos determinados a expulsar as forças do governo [Exército governamental sírio] para fora dos postos de observação turcos até o fim de fevereiro, para isso vamos fazer tudo o que seja necessário tanto no ar como em terra", afirmou o presidente.

Negociações entre Rússia e Turquia

Rússia e Turquia negociam para acabar com a escalada de violência na província de Idlib.
Recentemente, Ancara e Moscou se reuniram para pôr fim à escalada de violência que deixou 13 soldados turcos mortos. Entretanto, a reunião acabou sem um acordo, segundo fontes diplomáticas.
O Ministério da Defesa da Rússia informou que a situação em Idlib, na Síria, tem escalado devido ao fato de os militantes receberem armamentos na fronteira com a Turquia.
"A situação tem piorado de modo significativo na zona de desescalada em função da entrada de armas e de munições pela fronteira entre a Turquia e a Síria, bem como em função do avanço do comboio de blindados e tropas turcas pelo território da província síria de Idlib", informou a entidade em um comunicado nesta quarta-feira.
Anteriormente, o Ministério da Defesa da Rússia também declarou que a escalada de violência em Idlib seria uma consequência das atividades de Ancara, que não cumpre seus compromissos no país.

Preocupação norte-americana

O secretário de Estado adjunto dos EUA para Assuntos Europeus e Eurásia, Christopher Robinson, afirmou que a Turquia estaria sendo ameaçada na fronteira síria, ressaltando sua preocupação com o avanço sírio.
Além disso, os norte-americanos estariam preocupados com a presença das tropas russas na região, contudo, chegaram inclusive a pedir para que Moscou impeça o avanço do governo sírio.
Mesmo com toda preocupação do Congresso norte-americano, o presidente dos EUA, Donald Trump, manteve aproximadamente 600 militares no território sírio para seguir lutando contra o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e em outros países).

O que esperar da Síria?

A Síria, que tinha parte de seu território relativamente estável com a derrota do Daesh, hoje está se afundando em direção ao caos, já que duas forças militares, representando os governos turco e sírio, entraram em conflito, elevando a tensão na região.
Os recentes episódios estão desencadeando novos riscos, além de elevarem a instabilidade e a violência na região, com a Turquia tentando se aprofundar no território curdo utilizando os combatentes da oposição ao governo da Síria.
Com este cenário, o futuro sírio é incerto, já que há diversas possibilidades que poderiam mudar o futuro do país, que pode ver o retorno do Daesh e o aumento dos confrontos entre curdos, militantes e os governos sírio e turco, transformando a Síria em uma região de instabilidade.

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

INTERNACIONAL - Exército da Síria se desloca ao nordeste do país para enfrentar 'agressão turca'

Exército da Síria se desloca ao nordeste do país para enfrentar 'agressão turca'

O governo sírio enviou tropas para a região nordeste do país, onde se concentra a operação miliar turca iniciada na semana passada
Tropas sírias
Tropas sírias (Foto: Mikhail Voskresensky/Sputnik)
Sputnik - Forças governamentais sírias chegaram à localidade de Tamer, cidade do nordeste do país, para combater o Exército turco, informou mídia estatal síria. A cidade está situada a 20 km da fronteira com a Turquia.
As tropas sírias teriam sido bem recebidas pelos moradores locais. Os militares entraram na área para "confrontar a agressão turca", informou a agência de notícias estatal síria SANA.
Ainda não se sabe a partir de que zona as forças sírias entraram na cidade. Contudo, o movimento se deu um dia após Damasco celebrar um acordo como as forças curdas.
A aliança entre as forças de Damasco e os curdos foi anunciada após o Pentágono declarar a retirada de suas tropas do norte da Síria.
Na semana passada o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, anunciou o início da operação militar "Paz da Primavera" no nordeste da Síria. O objetivo seria combater as forças curdas e o grupo terrorista Estado Islâmico.
A ofensiva turca na Síria não tem obtido apoio internacional. Mesmo sob críticas generalizadas, o presidente turco Erdogan insiste em manter a operação militar. 

sábado, 7 de setembro de 2019

Os dois comitês de coordenação da Síria e da Rússia: a Síria está avançando nos esforços de retorno de todos os deslocados para suas áreas livres do terrorismo

Os dois comitês de coordenação da Síria e da Rússia: a Síria está avançando nos esforços de retorno de todos os deslocados para suas áreas livres do terrorismo


Damasco, SANA - Os dois comitês de coordenação da Síria e da Rússia preocupados com o retorno dos sírios deslocados disseram que o estado sírio está determinado a devolver todos os cidadãos deslocados às suas áreas libertadas e a fornecer as circunstâncias apropriadas para o seu retorno, apesar das contínuas tentativas dos EUA. lado para dificultar esse processo.
Em uma declaração conjunta divulgada na quinta-feira, os dois comitês enfatizaram que o retorno dos deslocados continua e aumenta graças aos grandes esforços feitos pelo estado sírio para garantir as circunstâncias apropriadas para devolver as pessoas deslocadas interna e externamente, exortando os EUA a abandonar sua postura não construtiva que dificulta o retorno dos sírios a suas casas e a restauração da vida normal na Síria.
A declaração dizia que esse processo poderia ser acelerado se os fundos doados por organizações internacionais fossem gastos para ajudar os cidadãos a se estabilizarem em suas áreas, em vez de fornecer as circunstâncias apropriadas para mantê-los em países de estada temporária.
Ele acrescentou que os EUA continuam adotando uma postura contrária à eliminação da existência de campos nos territórios sírios ocupados pelas forças americanas, incluindo o campo al-Hasaka Haul, que está testemunhando um aumento no sofrimento humanitário.
A declaração dizia que a maioria dos residentes do campo são crianças e mulheres de famílias de grupos terroristas, incluindo o Daesh, acrescentando que a geração mais jovem em campos controlados pelos EUA é privada de educação, o que os torna um alvo para o recrutamento de operações em as fileiras de organizações terroristas.
A declaração concluiu que as condições necessárias para o retorno à vida normal na Síria são representadas pela vitória decisiva sobre o terrorismo, a eliminação de campos de refugiados e a libertação completa dos territórios sírios ocupados pelos Estados Unidos.
R. Milhem
Créditos Agência de Notícias Sana, tradução google, publicado originalmente em inglês em - https://www.sana.sy/en/?p=172750

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Como 'califado' desmorona, as mulheres Estado Islâmico mantêm o tom provocador

Como 'califado' desmorona, as mulheres Estado Islâmico mantêm o tom provocador
miniaturawww.timesofisrael.com - PERTO BAGHOUZ, Síria - “Meu filho vai crescer e se tornar um jihadista”, uma mulher gritou com orgulho como ela andou de um ônibus transportando pessoas para fora da última fatia do grupo terrorista Estado Islâmico do território ... (em inglês). Leia mais.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

"NÃO EXISTE MAIS UM RISCO À INTEGRIDADE TERRITORIAL DAS NAÇÕES ONDE O ESTADO ISLÂMICO SE INSTALOU E GANHOU CORPO"!

Ex-Blog do Cesar Maia
Cesar Maia
linha

"NÃO EXISTE MAIS UM RISCO À INTEGRIDADE TERRITORIAL DAS NAÇÕES ONDE O ESTADO ISLÂMICO SE INSTALOU E GANHOU CORPO"!


(Editorial - Folha de SP, 13) Geram justificada celebração os relatos de que o último bastião do Estado Islâmico está prestes a capitular. Aproxima-se do fim um regime que impôs de forma brutal sua visão distorcida de islamismo após os insurgentes derrotarem forças sírias e iraquianas e autoproclamarem um califado, em 2014.

Segundo reportagem do jornal The New York Times, os combatentes restantes da facção terrorista concentram-se em uma pequena faixa de terra, equivalente a um bairro, no povoado sírio de Baghuz, na fronteira com o Iraque. Estão encurralados por tropas dos dois países e por uma milícia curda e árabe apoiada pelos EUA.

Não existe mais, portanto, um risco à integridade territorial das nações onde o EI se instalou e ganhou corpo. No auge de sua sinistra expansão, uma área do tamanho do estado de São Paulo ficou sob comando da organização, incluindo importantes cidades como Mossul, a segunda maior do Iraque.

A aniquilação em termos militares do infame califado traz alívio a milhares de pessoas forçadas a viver em um reino de terror, mas não elimina os tentáculos criados pela facção em várias partes do mundo. Não se pode desprezar seu poder de influência sobre muçulmanos radicais dispostos a praticar atentados no Ocidente.

Uma prova dessa capacidade de atração são as diversas nacionalidades de cidadãos que aderiram à milícia e agora fogem do cerco para tentar se salvar. Há alemães, franceses, britânicos, suecos, entre outros. Estima-se que no ápice até 40 mil homens, de cerca de cem países, juntaram-se ao EI.

Outro desafio é garantir a estabilidade local, uma vez consumada a rendição por completo dos militantes. Isso dependerá, em boa medida, de quando o governo americano vai retirar suas tropas da Síria, uma promessa de campanha de Donald Trump reforçada por ele no fim do ano passado.

A desmobilização está em suspenso, porém, por causa do conflito histórico entre as milícias curdas —aliadas dos americanos em solo sírio— e a vizinha Turquia, que as vê como grupo terrorista. A Casa Branca quer garantias de que os turcos não atacarão os curdos.

Como se nota, o Estado Islâmico, a despeito da iminente queda no front, ainda representa um considerável potencial de ameaça.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Trump Redefine Estratégia Síria: Anuncia a Síria Pull-out

JE Dyer  - Jewish Express

Os EUA deixando a Síria não vai significar a Síria mergulhar no caos. Eu não posso dizer que gosto do que isso significa para a Síria. Mas o caos não é iminente. Saiba mais.
Jewish Express

sábado, 14 de julho de 2018

Exército sírio toma controle sobre fronteira com Jordânia

Soldados do exército sírio em seus caminhões militares gritando lemas em apoio ao presidente sírio Bashar Assad, entrando em uma aldeia perto da cidade de Jisr al-Shughour, ao norte de Damasco, Síria (foto de arquivo)


Créditos Sputnik

O exército sírio tomou sob controle a fronteira com a Jordânia, a província de Daraa está praticamente livre dos terroristas. A operação foi efetuada com um número mínimo de perdas, afirmou nesta quinta-feira (12) a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores russo, Maria Zakharova.
De acordo com ela, no sudoeste da Síria está começando a última fase de limpeza da província de Daraa e Quneitra dos terroristas.
"No momento, a província de Daraa está praticamente toda livre dos terroristas, foi fechado um acordo sobre regularização da situação nos quarteirões do sul e sudeste do centro administrativo de Daraa, que por mais de sete anos permaneceram sob controle das formações armadas ilegais", assinalou Zakharova durante o briefing.
"O exército sírio tomou sob controle a fronteira com a vizinha Jordânia, assegurando assim a possibilidade de reabertura do tráfego pela rodovia internacional Beirute-Damasco-Amã. A libertação do sudoeste [da Síria] foi efetuada com um número mínimo de perdas", acrescentou a representante do ministério russo.
Maria Zakharova destacou também que tal foi possível graças aos acordos firmados com as unidades da oposição armada que se separaram da Frente al-Nusra e do Daesh (organizações terroristas proibidas na Rússia e em vários outros países).
Além disso, a representante da chancelaria enfatizou o "papel especial" dos oficiais russos do Centro Russo de Reconciliação, bem como da polícia militar, nos últimos avanços do exército da Síria.
Créditos Sputnik
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quarta-feira, 13 de abril de 2016

Ofensiva deixa EI com menor número de membros desde 2014, dizem EUA Esforços de coalizões internacionais combatem jihadistas na Síria e no Iraque

Forças curdas peshmerga guardam área perto de Irbil, no Iraque - SAFIN HAMED / AFP


O número de integrantes do Estado Islâmico tem se reduzido, em função da ação militar internacional e local no Iraque e na Síria e está em seu nível mais baixo desde que Washington começou a monitorar o grupo - afirmou o governo americano, nesta terça-feira.
A declaração foi dada às vésperas de uma reunião convocada pelo presidente Barack Obama com sua equipe de segurança na sede da Agência Central de Inteligência, a CIA, para analisar propostas que permitam acentuar a pressão sobre os radicais no Iraque e na Síria, declarou o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest.
"Trabalhando - seja diretamente, seja por meio de sócios locais - recuperamos 40% do território que o Daesh (acrônimo do EI em árabe) controlava há um ano no Iraque, e 10% na Síria", declarou o secretário de Estado adjunto Antony Blinken aos congressistas.
"De fato, consideramos que os números do Daesh estão em seus níveis mais baixos desde que começamos a monitorar seus contingentes em 2014", acrescentou.
Blinken não especificou o tamanho da força de combate do EI em sua declaração na comissão do Senado que supervisiona o financiamento para o programa do Departamento de Estado para conter as forças extremistas.
Em setembro de 2014, a última estimativa a que Blinken se refere, um funcionário da Inteligência americana disse à AFP que a CIA acredita em que o grupo poderia contar com entre 20.000 e 31.500 combatentes, incluindo efetivo local e recrutado no exterior.
Desde então, as ações dos Estados Unidos, das forças iraquianas e curdas possibilitaram a retomada do controle de cidades como Tikrit e Ramadi, enquanto no norte da Síria as forças do governo apoiadas pela Rússia recuperaram a cidade histórica de Palmira.



domingo, 13 de dezembro de 2015

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Exército sírio inicia ofensiva em Aleppo com apoio iraniano e do Hezbollah



O regime sírio lançou nesta sexta-feira (16) uma grande ofensiva contra os rebeldes perto de Aleppo, contando com o apoio do grupo libanês Hezbollah e por guerrilheiros iranianos. O ataque significa que o Exército está pressionando insurgentes em diversas frentes perto das principais cidades sírias no oeste, controle que iria assegurar o poder do presidente Bashar Al-Assad mesmo que o leste do país ainda esteja tomado pelo Estado Islâmico. Saiba mais.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Se coalizão russa falhar, Síria será destruída, diz Assad

Bashar Al Assad. Foto reprodução

O presidente sírio, Bashar Al Assad, afirmou que, se os ataques aéreos liderados pela Rússia fracassarem, seu país pode ser "destruído" pelos extremistas. "A coalizão formada pela Rússia, Síria, pelo Irã e Iraque deve vencer, ou a região será destruída", disse Assad em entrevista à emissora iraniana Khabar TV. 
Acusando o Ocidente de usar o "terrorismo para subjugar a região", Assad destacou que os quatro países terão "resultados práticos" em vez da coalizão liderada pelos Estados Unidos. Apoiamos qualquer decisão política paralela à luta contra o terrorismo. "Elogiando a postura da Rússia, histórica aliada de seu país, Assad afirmou que "os russos jamais buscaram impor alguma coisa, especialmente nesta crise". O presidente também afirmou não entender a postura da Europa "que, de um lado, dispara contra os refugiados sírios e com outra mão dá a eles comida", em uma referência àqueles que fogem do país para buscar uma vida melhor no continente europeu.