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Do Opera Mundi
O candidato de esquerda Gabriel Boric venceu o 2º turno das eleições presidenciais do Chile realizadas neste domingo (19/12) e foi eleito presidente do país.
Com mais 92% das urnas apuradas, o representante da coalizão Apruebo Dignidad (que reúne a Frente Ampla e o Partido Comunista) recebeu 55,73% dos votos e derrotou o candidato da extrema direita José Antonio Kast, que conquistou 44,27%.
Pelo Twitter, Kast reconheceu a derrota: “Acabo de falar com Gabriel Boric e o cumprimentei por seu grande triunfo. A partir de hoje ele é o presidente eleito do Chile e merece todo nosso respeito e colaboração construtiva”, disse.
Nascido na província de Magallanes, na região mais ao sul do país, Boric acaba de se tornar o presidente mais jovem do Chile: ele assumirá o poder em março com 36 anos, cinco a menos que Manuel Bulnes, que tinha 41 quando chegou à Presidência em 1841.
Boric se tornou figura pública nacional durante as grandes marchas do movimento estudantil, entre os anos 2011 e 2013. Foi presidente da Federação de Estudantes da Universidade do Chile no ano de 2012 e um dos líderes daquela onda de protestos que pedia o fim das dívidas estudantis e a gratuidade nas instituições de ensino, desde o ensino fundamental até o superior.
Em 2013, disputou as eleições como candidato independente e foi eleito deputado pela primeira vez, junto com outros líderes estudantis, como Camila Vallejo, Giorgio Jackson e Karol Cariola. Durante seu primeiro mandato, ajudou a fundar a Frente Ampla, junto com Jackson, reunindo vários pequenos partidos ligados a ex-líderes estudantis.
Em 2021, a Frente Ampla fez uma aliança com o Partido Comunista – de Vallejo e Cariola – e surgiu assim a coalizão Aprovo Dignidade, a qual ele passou a encabeçar após vencer as eleições prévias em julho passado, ao superar o comunista Daniel Jadue, prefeito da comuna de Recoleta, uma das mais populosas da região metropolitana de Santiago.
Essa foi a segunda tentativa da Frente Ampla em uma eleição presidencial. A coalizão nasceu justamente no ano da última disputa, em 2017, para ser uma alternativa que congregasse os independentes de esquerda e pequenos partidos chilenos.
Para aquela primeira campanha presidencial, a Frente Ampla convidou uma figura de fora da política para ser sua candidata: a jornalista Beatriz Sánchez, que terminou o primeiro turno com 20,2% dos votos, e ficou a apenas 2,5% atrás de Alejandro Guillier, da Nova Maioria (centro-esquerda tradicional, a antiga Concertación), que passou ao segundo turno.
Nas eleições legislativas daquele ano, a coalizão teve um resultado ainda melhor para quem estreava nas urnas, elegendo 21 parlamentares (20 deputados e 1 senador). Também se destacou por ter uma maior quantidade de mulheres eleitas, em comparação com as demais alianças: das 20 vagas na Câmara conquistadas pela Frente Ampla, 8 foram de mulheres.
Durante a campanha de 2021, o programa de governo da coalizão Apruebo Dignidad foi considerado o mais sintonizado com as reivindicações que originaram os protestos de 2019: a candidatura de Boric promete o fim da previdência privada e a adoção de um novo sistema público, além da criação de um sistema público de saúde. Também defende a refundação das polícias, taxação das grandes fortunas e um projeto de industrialização do país, visando uma economia chilena menos dependente da exportação do cobre e de outras matérias primas. Propostas que o transformaram em preocupação para a grande imprensa chilena, que o rotula como um “radical de esquerda”, mas que o aproxima dos movimentos sociais.
Segundo a analista política Marta Lagos, da consultora Latinobarómetro, “as propostas de Boric são as que mais se sintonizam com o que a sociedade chilena está demandando desde a revolta social de 2019. Outro fator relevante é que ele é muito jovem, como a grande maioria dos que protestaram naquela ocasião. No entanto, isso também o obriga a provar ao seu eleitor que, apesar dessa juventude, ele é a pessoa ideal para liderar esse projeto”.
Com reportagem de Victor Farinelli
Creditos Sul21
GEOPOLÍTICA -
China fecha acordo com Iraque para construção de 1.000 escolas e aumenta presença no Oriente Médio.
Uma semana após EUA anunciarem que as forças norte-americanas não estarão mais presentes em Bagdá, governo chinês fecha contrato para construção de escolas e ganha cada vez mais espaço na região. Através do encontro entre o primeiro-ministro iraquiano, Mustafa Al-Kadhimi, e representantes da Power Construction Corporation da China e da Sinotech, Pequim assinou um acordo para construir 1.000 escolas no país com a assinatura de 15 contratos na quinta-feira (16).
Créditos Sputnik, leia mais: https://br.sputniknews.com/20211219/china-fecha-acordo-com-iraque-para-construcao-de-1000-escolas-e-aumenta-presenca-no-oriente-medio-20745063.html
(Xinhua/Wang Ye)
Beijing, 17 dez (Xinhua) -- O conselheiro de Estado e ministro das Relações Exteriores chinês, Wang Yi, discursou na sexta-feira, por videoconferência, na reunião de 2021 do Conselho Consultivo do Fórum do Cinturão e Rota para a Cooperação Internacional.
À medida que o mundo enfrenta a conjuntura crucial de recuperação econômica, a China está disposta a trabalhar com todos os parceiros para seguir uma filosofia de cooperação centrada no povo, realizar uma cooperação de alta qualidade e alto padrão e lutar pela visão do desenvolvimento comum global, afirmou Wang.
Wang assinalou que a construção conjunta do Cinturão e Rota tem alcançado resultados concretos desde que a iniciativa foi apresentada há oito anos.
A China aderirá à abertura em vez de fechar portas para o mundo, e seguirá com resultados de ganhos recíprocos em vez de buscar um jogo de soma zero, de modo a contribuir para a construção de uma comunidade com um futuro compartilhado para a humanidade através da construção do Cinturão e Rota de alta qualidade, disse Wang.
(Xinhua/Wang Ye)
(Xinhua/Huang Jingwen)
Beijing, 15 dez (Xinhua) -- O presidente chinês, Xi Jinping, e o presidente russo, Vladimir Putin, realizaram uma reunião por vídeo nesta quarta-feira, elogiando as "relações-modelo" China-Rússia e prometeram cooperar mais para salvaguardar os interesses essenciais dos dois países e defender a equidade e justiça internacionais.
Os dois líderes também concordaram em realizar uma reunião presencial em fevereiro na capital chinesa.
A reunião virtual, a segundo do tipo em 2021 e a 37ª reunião entre Xi e Putin desde 2013, abrangeu uma ampla variedade de tópicos incluindo democracia, resposta pandêmica conjunta, comércio bilateral, cooperação energética e os Jogos Olímpicos de Inverno de Beijing 2022.
"As frequentes interações e a amizade sólida entre os dois chefes de Estado resumem os laços estreitos dos dois países," disse Sun Jingxin, especialista da Academia da China Contemporânea e Estudos Mundiais.
Xi elogiou Putin pelo forte apoio à China na defesa dos interesses essenciais e pela rejeição às tentativas de semear a discórdia entre a Rússia e a China.
O presidente chinês também disse que espera ter uma reunião com Putin em fevereiro quando o presidente russo visitará a China e participará da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno.
"Por esta ação concreta, você mostra o apoio à China na organização dos jogos", salientou Xi, acrescentando que será a primeira reunião presencial entre eles em dois anos.
Xi disse que está aguardando pelas discussões profundas sobre as relações bilaterais e os principais assuntos internacionais e regionais, e acredita que mais novos e importantes entendimentos comuns serão atingidos.
Reafirmando a oposição consistente da Rússia às tentativas de politizar os esportes, Putin expressou sua esperança de ter uma profunda troca de opiniões com Xi sobre os principais assuntos de interesse mútuo para promover o desenvolvimento sustentado e de alto nível das relações bilaterais.
"RELAÇÕES-MODELO"
Durante a reunião na quarta-feira, Xi elogiou as relações China-Rússia por "superar todos os tipos de testes para demonstrar uma nova vitalidade".
Os dois lados anunciaram oficialmente a renovação do Tratado de Boa Vizinhança e Cooperação Amistosa e o tornaram mais relevante na nova era, estenderam firme apoio mútuo em questões relacionadas aos interesses essenciais de cada lado, deste modo defendendo a dignidade nacional e os interesses comuns de ambos os países, disse Xi.
A cooperação prática também tem sido um destaque, com o comércio bilateral nos primeiros três trimestres de 2021 excedendo US$ 100 bilhões pela primeira vez.
Os dois países cumpriram ativamente suas responsabilidades como grandes países, promoveram uma resposta unida e global à COVID-19, comunicaram o significado verdadeiro da democracia e dos direitos humanos, e agiram como porta-bandeira da adesão ao verdadeiro multilateralismo e da defesa da justiça e da equidade no mundo, acrescentou Xi.
Putin disse que a relação Rússia-China está em seu melhor na história com um alto grau de confiança estratégica mútua.
Ela pode ser elogiada como um modelo de relações entre Estados no século 21, disse o presidente russo.
Ruan Zongze, vice-presidente executivo do Instituto Chinês de Estudos Internacionais, disse que a essência desta "relação-modelo" reside no respeito mútuo, equidade e justiça, e cooperação de ganhos recíprocos.
"É importante que se tenha este tipo de cooperação de "back-to-back" ao lidar com desafios no cenário internacional", afirmou Ruan.
Diante do hegemonismo e da interferência externa, China e Rússia certamente trabalharão juntas para salvaguardar a equidade e justiça nas relações internacionais, acrescentou.
Durante a reunião, Xi criticou "certas forças no mundo" por tentarem se intrometer nos assuntos internos da China e Rússia sob o pretexto de "democracia" e "direitos humanos" e por espezinharem grosseiramente o direito internacional e as normas universalmente reconhecidas que regem as relações internacionais.
A China e a Rússia devem lançar mais ações conjuntas para defender mais eficazmente os interesses de segurança dos dois lados. Esforços devem ser firmemente feitos para rejeitar os atos hegemônicos e a mentalidade da Guerra Fria sob o disfarce de "multilateralismo" e "regras", disse Xi.
O presidente chinês destacou que os dois países também devem fortalecer sua resposta pandêmica conjunta, em áreas como teste de COVID-19 e pesquisa e desenvolvimento de vacinas e remédios.
Os dois lados precisam ampliar sua cooperação em energia tradicional, buscar mais cooperação em nova energia, avançar o pacote de cooperação em energia nuclear, além de explorar novas áreas de cooperação como energia renovável, disse.
OPINIÃO CERTA SOBRE DEMOCRACIA
Trocando opiniões com Putin sobre democracia, Xi disse que a democracia é uma aspiração superior e um valor comum de toda a humanidade e também um direito desfrutado pelas pessoas de todos os países.
"Se um país é democrático ou não e como alcançar melhor a democracia só pode ser deixado para seu próprio povo decidir", disse Xi.
A China promoverá a comunicação e coordenação com a Rússia para incentivar a comunidade internacional a tomar a opinião certa sobre a democracia e defender os direitos democráticos legítimos de todos os países, acrescentou.
Putin disse que a Rússia está pronta para conduzir uma maior comunicação com a China sobre a defesa dos verdadeiros direitos e dos interesses democráticos de todos os países.
A Rússia será a mais firme defensora da posição legítima do governo chinês sobre questões relacionadas a Taiwan, disse Putin, acrescentando que seu país se oporá firmemente às ações de quaisquer forças para prejudicar os interesses da China usando questões relacionadas a Taiwan, e às ações para formar quaisquer tipos de "grupos pequenos" na região Ásia-Pacífico.
"Nenhuma tentativa de semear discórdia entre a Rússia e a China terá sucesso", afirmou o presidente russo.
Declaração conjunta de China e Nicarágua para restabelecer relações diplomáticas em Tianjin, 10.12.2021 [Xinhua]
Caro leitor/a,
Este é o último Notícias da China do ano. Nos próximos dois sábados, de Natal (no mundo cristão) e Ano Novo, faremos uma pequena pausa para retomarmos as energias para 2022. No dia 08/01, voltaremos com uma edição especial, apresentando a retrospectiva dos temas mais importantes de 2021. Boas festas para todas e todos!
-Coletivo Editorial Dongsheng
Geopolítica
Nicarágua restabelece relações diplomáticas com a China após romper laços com Taiwan e reconhecer princípio da "China Única"
Desde o início do mandato da líder Tsai-Ing Wen (2016), outros sete países romperam com a ilha chinesa. Pequim doou 1 milhão de vacinas ao país centro-americano em cooperação contra a covid, enquanto discutem parcerias em outras áreas
Pequim nega "confisco" de aeroporto de Uganda, ou de qualquer outro projeto africano, em resposta a alegações da mídia dias antes da cúpula do FOCAC
O Eximbank chinês emprestou R$ 1,17 bilhão a 2% de juros anuais para a expansão do aeroporto de Entebbe. Ministro das Finanças Matia Kasija admite que Uganda "não deveria ter aceito algumas cláusulas", mas notícias de "entrega" do aeroporto, que viralizaram, são falsas
Política Nacional
China elege estabilidade como prioridade da política econômica e anuncia expansão de políticas sociais, como habitação e emprego para juventude em 2022
Em Conferência de Trabalho Econômico Central, realizada anualmente, governo anuncia política fiscal proativa - com alto gasto orçamentário e mais incentivos tributários - enquanto política monetária buscará garantir liquidez. Moradias para aluguel de famílias de média e baixa renda terão prioridade sobre setor comercial privado
Pequim cria plataforma online para oferecer aulas de reforço gratuitas a 330 mil alunos do ensino fundamental da cidade até 2022
Conteúdos são disponibilizados das 18h às 21h diariamente, exceto finais de semana e feriados. Decisão expande acesso e visa atender as demandas dos pais após reforma do setor privado de reforço escolar
Economia
Banco Central exige que bancos aumentem taxa de reserva compulsória em moeda estrangeira - de 7% a 9% - para conter valorização do yuan e especulação
Cotação do yuan chinês atinge a 6,368 por dólar - valor mais alto desde 2018 - devido a superávit comercial e aumento de reservas internacionais, que alcançaram R$ 18,2 trilhões em novembro. Alta da moeda chinesa pode prejudicar atividade econômica
Em dezembro de 2001, após 15 anos e 37 reuniões, China se tornava membro da Organização Mundial do Comércio
Em 20 anos, país passou da sexta a segunda maior economia do mundo, com volume de comércio crescendo de R$ 2,9 tri a R$ 28,4 tri, e atingindo 11,5% do total global (2001, 3,4%); país assinou mais de 400 acordos multilaterais e 128 tratados bilaterais de investimentos
Global Times, 08.12.2021 (infográfico sobre as realizações chinesas desde sua entrada na OMC)
Agricultura e Meio Ambiente
Projetada para capturar 500 mil toneladas de carbono por ano, Usina Taizhou será a maior do mundo, começando a operar em 2023
Projetos de captura, utilização e armazenamento de carbono (CCUS) podem reduzir emissões de CO2 da China em 60% até 2050, com custo de R$ 2,56 trilhões. País possui 14 projetos do tipo, com capacidade anual combinada de 2,1 milhões de toneladas
Inovações em governança urbana são essenciais para que China alcance metas de neutralidade de carbono até 2060, segundo especialistas
China possui projetos piloto de baixo carbono em 81 cidades e 52 parques industriais, enquanto mercado de carbono do país cresce e movimenta mais de R$ 1,78 bi desde seu lançamento em julho deste ano
Cultura e Vida do Povo
De acordo com pesquisa, juventude chinesa questiona casamento e normas sexuais, mas não se importa com democracia eleitoral
Ao contrário de suposições da mídia ocidental sobre liberdade de expressão e repressão educacional, pesquisa da Yicay (com 2.268 pessoas) revela que jovens chineses têm visões e práticas diferentes do governo, mas confia em sua capacidade de garantir crescimento econômico, vendo país crescer 10 vezes em 20 anos
China realiza oitava cerimônia do Dia da Memória das Vítimas do Massacre de Nanjing, um dos acontecimentos mais brutais durante a invasão japonesa
Em 13 de dezembro de 1937, tropas japonesas invadiram Nanjing e assassinaram mais de 300 mil civis e soldados desarmados em seis semanas. Presidente Xi Jinping homenageia os 61 sobreviventes do massacre ainda vivos e vê memória do evento como fundamental para a manutenção da paz
Tributo silencioso para as vítimas do Massacre de Nanjing, província de Jiangsu, 13.12.2021 [Sang Yu/China Daily]
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Uma cerimônia para o centenário do Partido Comunista da China é realizada na Praça Tian'anmen em Beijing, capital da China, em 1º de julho de 2021. (Xinhua/Chen Zhonghao)
Beijing, 7 dez (Xinhua) -- Xi Jinping, secretário-geral do Comitê Central do Partido Comunista da China (PCC), enfatizou a adesão resoluta ao caminho do Estado de Direito socialista com características chinesas e o avanço do desenvolvimento desse sistema.
Xi fez as observações enquanto discursava em uma sessão de estudo coletivo do Birô Político do Comitê Central do PCC na segunda-feira.
Observando que a China está agora em um estágio crítico para alcançar a revitalização nacional, Xi pediu esforços para elevar a capacidade e o nível de governança baseada na lei em todos os aspectos e fornecer uma forte garantia legal para a construção de um país socialista moderno em todos os aspectos.
Reconhecendo as conquistas históricas na construção do sistema de Estado de Direito socialista com características chinesas desde o 18º Congresso Nacional do PCC, Xi ressaltou que a China embarcou numa nova jornada, que cria novas e mais altas demandas para o Estado de Direito.
O sistema de Estado de Direito socialista com características chinesas deve ser impulsionado de forma abrangente, disse Xi, acrescentando que devem ser feitos esforços para seguir a direção correta na construção do sistema legal, defender a liderança do Partido e o sistema socialista com características chinesas, além de implementar a teoria do Estado de Direito socialista chinês.
Enfatizando o compromisso com uma abordagem centrada no povo, Xi disse que os requisitos de representar os interesses do povo, refletir seus desejos, proteger seus direitos e melhorar seu bem-estar devem ser integrados em todo o processo de construção do sistema legal.
Xi pediu mais esforços para promover o trabalho legislativo em áreas-chave, incluindo segurança nacional, inovação científica e tecnológica, saúde pública, biossegurança, conservação ecológica e prevenção de riscos, bem como focar na tarefa fundamental de elevar a qualidade legislativa.
Pedindo a melhoria do mecanismo para garantir que todos sejam iguais perante a lei, Xi disse que todos os atos que violam a Constituição ou outras leis devem ser responsabilizados.
Xi também exigiu intensificar a supervisão dos poderes legislativo, de aplicação da lei, de supervisão e judicial e melhorar a formação de profissionais legais.
Xi instou esforços contínuos para reprimir a corrupção na aplicação da lei e nos campos judiciais de acordo com a lei, combater o crime organizado e eliminar as quadrilhas criminosas locais de forma contínua.
Salientando o aprimoramento da legislação em áreas relacionadas às relações exteriores, Xi pediu a promoção do desenvolvimento do sistema de leis para aplicação extraterritorial.
A ampliação da cooperação na aplicação da lei e no trabalho judicial deve ser incorporada à agenda das relações bilaterais e multilaterais, a fim de melhorar a eficiência da aplicação da lei e do trabalho judicial relacionados ao exterior e salvaguardar resolutamente a soberania, a segurança e os interesses de desenvolvimento da China, disse Xi.
Ele destacou a necessidade de avançar no desenvolvimento do sistema disciplinar, do sistema acadêmico e do sistema de discurso da ciência jurídica com características chinesas. Ele também pediu para intensificar a orientação política para advogados.
Pedindo progressos na garantia de que a lei seja observada por todos, Xi ressaltou orientar o público em geral a cumprir conscientemente a lei, recorrer à lei quando precisarem de assistência e confiar na lei para resolver seus problemas.
Créditos Xinhua
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Hoje, em 29 de novembro, começou a 12ª reunião da Comissão Conjunta Ucraniana-Israel sobre Comércio e Cooperação Econômica no Estado de Israel.
A agenda do evento inclui questões de cooperação bilateral em áreas como economia, investimento, inovação, agricultura, energia, saúde, desenvolvimento regional, ciência, educação, turismo, transporte, telecomunicações, etc.
No âmbito da finalização da ata da reunião, foram realizadas reuniões bilaterais setoriais de membros de delegações governamentais, durante as quais foram discutidas as questões de cooperação nas áreas identificadas.
Amanhã, em 30 de novembro de 2021, uma sessão plenária será realizada sob a presidência da Comissão do Ministro da Defesa da Ucrânia Oleksiy Reznikov e do Ministro da Política de Construção e Habitação, Ministro de Jerusalém e Patrimônio Nacional Zeev Elkin.
Créditos Governo da Ucrânia
Fonte: Xinhua| 2021-11-30 05:17:19| Editor: huaxia
KIEV, 29 de novembro (Xinhua) -- O comércio de produtos agrícolas entre a Ucrânia e os países asiáticos atingiu 10 bilhões de dólares em janeiro a setembro de 2021, subindo 20% ano a ano, mostraram dados oficiais nesta segunda-feira.
Durante o período, a China foi o maior destino de exportação de produtos agrícolas ucranianos na Ásia, seguido pela Índia e turquia, disse o National Research Center Institute of Agrrian Economics of Ukraine em um comunicado.
De acordo com o comunicado, a Ucrânia exportou principalmente cereais, oleosas, petróleo, resíduos de processamento de alimentos e produtos de carne para países asiáticos nos primeiros nove meses deste ano, e importou frutas exóticas, óleo de palma, oleosas, chá e café.
O Instituto de Economia Agrária da Ucrânia prevê que as exportações agrícolas da Ucrânia para países asiáticos chegarão a 10,9 bilhões de dólares este ano.
Em 2020, as exportações de produtos agroprodutos da Ucrânia para a China subiram 84% ano a ano, para 3,5 bilhões de dólares. Enditem
Xinhua