Mostrando postagens com marcador EUA - Ásia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador EUA - Ásia. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 29 de março de 2023

Presidente de Taiwan viaja para os EUA e minimiza pressão da China - créditos CNN

 

Presidente de Taiwan viaja para os EUA e minimiza pressão da China

China ameaçou retaliação se ela se encontrasse com o presidente da Câmara dos EUA, Kevin McCarthy

Presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen
Presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen27/01/2023. REUTERS/Carlos Garcia Rawlins/File Photo

Da Reuters

Ouvir notícia

A pressão externa não impedirá que Taiwan se envolva com o mundo, disse a presidente Tsai Ing-wen nesta quarta-feira (29) ao partir para os Estados Unidos.

A China ameaçou retaliação se ela se encontrasse com o presidente da Câmara dos EUA, Kevin McCarthy.

PUBLICIDADE

O país, que reivindica Taiwan governada democraticamente como seu próprio território, alertou repetidamente as autoridades dos EUA para não se encontrarem com Tsai, vendo isso como um apoio ao desejo da ilha de ser vista como um país separado.

A China encenou jogos de guerra em torno de Taiwan em agosto passado, quando a então presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi, visitou Taipei.

As forças armadas de Taiwan disseram que estão atentas a qualquer movimento chinês quando Tsai estiver no exterior.

A presidente vai para a Guatemala e Belize, passando por Nova York primeiro e Los Angeles na volta.

Embora não tenha sido confirmado oficialmente, ela deve se encontrar com McCarthy enquanto estiver na Califórnia.

“A pressão externa não impedirá nossa determinação de ir ao mundo”, disse ela no principal aeroporto internacional de Taiwan em Taoyuan, em uma referência velada à China.

“Estamos calmos e confiantes, não cederemos nem provocaremos. Taiwan caminhará firmemente no caminho da liberdade e da democracia e entrará no mundo. Embora esse caminho seja difícil, Taiwan não está sozinho”. 

Falando em Pequim pouco antes da partida de Tsai, Zhu Fenglian, porta-voz do Escritório de Assuntos de Taiwan da China, disse que os “trânsitos” de Tsai pelos Estados Unidos não eram apenas sua espera no aeroporto ou hotel, mas para ela se encontrar com autoridades e legisladores do país.

“Se ela tiver contato com o presidente da Câmara dos EUA, McCarthy, será outra provocação que viola seriamente o princípio de Uma Só China, prejudica a soberania e a integridade territorial da China e destrói a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan”, disse ela.

“Nos opomos firmemente a isso e definitivamente tomaremos medidas para revidar resolutamente”, acrescentou Zhu, sem dar detalhes.

Os trânsitos de Tsai ocorrerão em um momento em que as relações dos EUA com a China estão no que alguns analistas veem como seu pior nível desde que Washington normalizou os laços com Pequim em 1979 e trocou o reconhecimento diplomático de Taipei.

Taiwan é a questão territorial mais delicada da China e um grande ponto de discórdia com Washington, que, como a maioria dos países, mantém apenas laços não oficiais com Taipei.

No entanto, o governo dos Estados Unidos é obrigado pela lei dos EUA a fornecer à ilha os meios para se defender.

Créditos CNN

sábado, 20 de agosto de 2022

LFS INTERNACIONAL - Comportamento agressivo dos EUA acelera reunificação de Taiwan à China, diz analista chinês - créditos Sputnik

LFS INTERNACIONAL - 

Comportamento agressivo dos EUA acelera reunificação de Taiwan à China, diz analista chinês - créditos Sputnik 




Comportamento agressivo dos EUA acelera reunificação de Taiwan à China, diz analista chinês

Joe Biden, presidente dos EUA, durante reunião com seu homólogo chinês, Xi Jinping (fora da foto), em 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 19.08.2022
Nos siga noTelegram
Reitor executivo da Universidade Renmin da China, Wang Wen, alerta que o comportamento agressivo dos EUA somente acelera a reunificação de Taiwan à China continental.
Nesta quarta-feira (18), o Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI) realizou o debate "BRICS, EUA e temas internacionais: a versão chinesa" com o reitor executivo do Instituto de Estudos Financeiros Chongyang da Universidade Renmin da China, Wang Wen, mediado pelo Embaixador Marcos Caramuru, conselheiro consultivo internacional do CEBRI.
Durante sua exposição, Wang Wen afirmou que a visita da presidente da Câmara dos Representantes norte-americana, Nancy Pelosi, a Taiwan, entre os dias 2 e 3 de agosto, aceleram a reunificação da ilha à China continental.
"Com essa medida, os EUA estão acelerando a unificação e Pequim está mais confiante de que é preciso dar uma resposta firme", disse Wang. "Talvez um dia nós venhamos a agradecer a Pelosi por acelerar a unificação da China."
Segundo o reitor, a visita de Pelosi configura uma intervenção nos assuntos internos da China e rompeu o equilíbrio regional.
"A visita de Pelosi trouxe distúrbio à região do Pacífico, e ela tem responsabilidade sobre isso", acredita Wang. "Queria dizer aos separatistas em Taiwan que, se continuarem nesse caminho perigoso em direção aos EUA, o resultado pode ser complicado."
Visitando a presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi (C), acena para jornalistas durante sua chegada ao Parlamento em Taipé em 3 de agosto de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 19.08.2022
Visitando a presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi (C), acena para jornalistas durante sua chegada ao Parlamento em Taipé em 3 de agosto de 2022
Para o especialista, a China prioriza a solução pacífica da questão taiwanesa e aposta na paciência estratégica para resolução do conflito.
"Temos paciência em buscar uma reunificação pacífica, mas se for necessário o uso da força, sabemos que a China é muito superior a Taiwan nesse quesito", alertou Wang.
Após a visita da presidente da Câmara dos Representantes norte-americana, Pequim realizou uma série de exercícios militares, inclusive utilizando mísseis hipersônicos, para marcar sua posição em relação ao território que considera uma província rebelde.
Navio militar chinês sai da ilha Pingtan, um dos pontos da China continental mais próximos de Taiwan, província de Fujian, 5 de agosto de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 19.08.2022
Navio militar chinês sai da ilha Pingtan, um dos pontos da China continental mais próximos de Taiwan, província de Fujian, 5 de agosto de 2022
Pequim também optou por suspender a cooperação com os EUA em áreas civis e militares e cancelou reuniões bilaterais entre os ministérios da Defesa dos dois países.
"Interpretamos essa visita [de Pelosi] como uma interferência nos assuntos internos da China, e precisamos reagir", disse Wang. "Nossa reação na verdade foi bastante equilibrada e racional."
O especialista lembra que, antes da administração do presidente Donald Trump nos EUA, "havia centenas de canais de diálogo e cooperação entre China e EUA", que "foram sendo fechados um a um".
Imagem do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, publicada em um dos jornais chineses, Pequim, China, novembro de 2016 - Sputnik Brasil, 1920, 19.08.2022
Imagem do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, publicada em um dos jornais chineses, Pequim, China, novembro de 2016
Ele relata que havia uma expectativa chinesa de que as relações melhorassem durante o governo Biden, mas a administração democrata se mostrou ainda mais agressiva em relação a Pequim.
"Essa é uma situação que nos entristece e não é resultado de iniciativas da China, mas sim dos EUA", disse o reitor executivo. "A ruptura da comunicação é uma mensagem para que não haja interferência nos assuntos domésticos chineses."
O embaixador Marcos Caramuru questionou Wen acerca do diálogo estratégico China-EUA na área de mudanças climáticas, cancelado após a viagem de Pelosi a Taiwan. A cooperação climática entre os países havia sido considerada como um "oásis" de colaboração entre Pequim e Washington pelo primeiro-ministro chinês, Wang Yi.
Após o cancelamento, o enviado especial dos EUA para Assuntos Climáticos, John Kerry, declarou que a atitude era "decepcionante e equivocada", com consequências graves para toda a humanidade.
O enviado especial dos Estados Unidos para questões relacionadas ao clima, John Kerry, fala durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca, em 22 de abril de 2021, em Washington - Sputnik Brasil, 1920, 19.08.2022
O enviado especial dos Estados Unidos para questões relacionadas ao clima, John Kerry, fala durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca, em 22 de abril de 2021, em Washington
Wang notou que o cancelamento do diálogo com os EUA não altera as metas chinesas de combate às mudanças climáticas, que são “as mais abrangentes e ambiciosas no momento”.
"Mesmo que esse canal com os EUA tenha sido interrompido, isso não altera o objetivo de desenvolver uma economia de baixo carbono na China", declarou Wang.

Crise ucraniana

O panorama de Wen Wang sobre a visão chinesa da conjuntura internacional não ficaria completo se não abordasse a situação na Ucrânia, considerada o principal tema da agenda de segurança contemporânea.
Ele defendeu a posição chinesa de não adesão às sanções econômicas impostas contra a Rússia pelos EUA e seus aliados.
"Nós queremos a solução pacífica desse conflito, e por isso não participamos das sanções econômicas, assim como grande parte dos países do mundo", disse Wang.
Bandeiras da Turquia, Rússia, ONU e Ucrânia durante assinatura do acordo de grãos em Istambul, 22 de julho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 19.08.2022
Bandeiras da Turquia, Rússia, ONU e Ucrânia durante assinatura do "acordo de grãos" em Istambul, 22 de julho de 2022
Segundo ele, a China defende a imposição de um cessar-fogo, seguida de rodadas de negociações entre as partes beligerantes.
"O Ocidente acredita que é necessário dar apoio para um dos lados da briga, mas nós acreditamos que é necessário primeiro separar quem está brigando e depois ouvir as partes, e entender os seus motivos", descreveu Wang.
O reitor executivo acredita que as relações entre Rússia e China não serão afetadas negativamente pelo conflito ucraniano.
"A relação com a Rússia sempre seguiu o padrão de respeito mútuo e mantemos boa comunicação", assegurou Wang. "Não queremos repetir aquele padrão do século passado, no qual as relações entre potências eram sempre tensas. Rússia e China vão seguir o caminho da parceria entre potências."
Em Moscou, o presidente da China, Xi Jinping (à esquerda), cumprimenta o presidente da Rússia, Vladimir Putin (à direita), em 5 de junho de 2019 - Sputnik Brasil, 1920, 19.08.2022
Em Moscou, o presidente da China, Xi Jinping (à esquerda), cumprimenta o presidente da Rússia, Vladimir Putin (à direita), em 5 de junho de 2019
Além do enfoque bilateral, Pequim quer manter diálogos com outras potências no âmbito das Nações Unidas.

"Acreditamos no multilateralismo centrado na ONU, e não no multilateralismo falso dos EUA, de pequenos círculos, centrado somente no Ocidente, com o objetivo único de preservar a hegemonia dos EUA", concluiu Wang.

Nesta quarta-feira (18), o Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI) promoveu o debate o debate "BRICS, EUA e temas internacionais: a versão chinesa" com a participação do reitor executivo do Instituto de Estudos Financeiros Chongyang da Universidade Renmin da China, Wang Wen, às vésperas do início da presidência chinesa do grupo BRICS.

Créditos Sputnik


 - - - - - 


LFS Publicidade - anuncie conosco você também!


Conheça os Anunciantes e Patrocinadores da Rede LFS de Comunicação.

domingo, 29 de maio de 2022

GEOPOLÍTICA: CHEFES DE GOVERNO DOS PAÍSES DO QUAD SE REÚNEM E LANÇAM NOVAPARCERIA ECONÔMICA PARA O INDO - PACÍFICO ---- Créditos Informativo Estratégico - EB

GEOPOLÍTICA: CHEFES DE GOVERNO DOS PAÍSES DO QUAD SE REÚNEM E LANÇAM NOVA PARCERIA ECONÔMICA PARA O INDO - PACÍFICO 




No dia 19 de maio, o presidente dos EUA realizou viagem à Ásia, passando pela Coreia  do  Sule  pelo  Japão.  Na  base  norte-americana  de  Osan,  na  Coreia  do Sul,  encontrou-se  com  o  presidente  sul  coreano  e  reiterou  a  aliança  entre  os dois  países.  

No  Japão,  Joe  Biden  se  reuniu  com  autoridades  dos  países  que integram  o  QUAD:  os  presidentes  do  Japão  e  da  Índia,  além  do  primeiro-ministro  da  Austrália,  sendo  o  segundo  encontro  presencial  desse  nível  na história. Na ocasião, as autoridades reforçaram o compromisso de manutenção de  um  "Indo-Pacífico  livre  e  aberto".  

Além  disso,  a  visita  serviu  para  o lançamento  do  "Quadro  Econômico  Indo-Pacífico"  (I n d o - P a c i f i c     e c o n o m i c  f r a m e w o r k   f o r   p r o s p e r i t y  - I P E F,  na  sigla  em  inglês),  novo  pacto  comercial  que pretende  aproximar  Washington  de  economias  asiáticas  em  questões  como cadeias  de  suprimentos,  comércio  digital  e  energia  limpa.  Austrália,  Índia,Japão,  Coreia  do  Sul  e  Nova  Zelândia  estão  entre  os  signatários,  assim  como Brunei,  Indonésia,  Malásia,  Filipinas,  Singapura,  Tailândia  e  Vietnã.  

Junto  com os Estados Unidos, essas nações representam 40% do PIB global.

Fonte:
 - Assessoria de imprensa do governo dos EUA - https://www.whitehouse.gov/ e CNN -https://www.cnnbrasil.com.br/business/doze-paises-aderem-ao-novo-pacto-comercial-indo-pacifico-com-eua-diz-biden/



- Informativo Estratégico do Exército: www.ebrevistas.eb.mil.br/CEEExIE/article/view/9601/8149

sábado, 26 de fevereiro de 2022

INTERNACIONAL - China pede que EUA devolvam ativos para Afeganistão

 

China pede que EUA devolvam ativos para Afeganistão

2022-02-26 16:54:22丨portuguese.xinhuanet.com

Foto tirada em 10 de fevereiro de 2022 mostra um campo de deslocados no distrito de Nahr Shahi, na Província de Balkh, sul do Afeganistão. (Xinhua/Kawa Basharat)

Beijing, 26 fev (Xinhua) -- O Ministério das Relações Exteriores da China exigiu nesta sexta-feira que os Estados unidos devolvam incondicionalmente os ativos pertencentes ao povo afegão e tomem medidas concretas para reparar os danos causados a eles.

O Global Times, um jornal chinês de língua inglesa, lançou uma petição online na quinta-feira, pedindo que o governo americano devolva o "dinheiro destinado a salvar vidas" às pessoas no Afeganistão.

Quando solicitado a comentar a petição, Wang Wenbin, porta-voz da chancelaria chinesa, disse em uma coletiva de imprensa que a petição recebeu assinaturas de mais de 200 mil internautas em 24 horas. Isso prova que o que os Estados Unidos fizeram ao Afeganistão foi pirataria e tal ato enfureceu o público, acrescentou.

Chamando os Estados Unidos de culpados pela questão do Afeganistão, o porta-voz destacou que mais de 30 mil civis inocentes morreram durante a guerra afegã iniciada pelos EUA e cerca de 11 milhões de pessoas se tornaram refugiados.

A retirada irresponsável de suas forças pelos Estados Unidos criou uma crise humanitária no Afeganistão, com 22,8 milhões de pessoas enfrentando a fome e 3,2 milhões de crianças menores de cinco anos sofrendo de desnutrição, pontuou Wang, citando números do Programa Mundial de Alimentos.

Neste momento crítico, os Estados Unidos não assumiram sua devida responsabilidade de ajudar o povo afegão a aliviar sua crise humanitária. Em vez disso, o país saqueou abertamente os ativos do Afeganistão, agravando ainda mais o sofrimento do povo deste país, apontou Wang.

Ele observou que o comportamento dos EUA provou que a essência da chamada ordem internacional baseada em regras, conforme anunciado pelos Estados Unidos, é na verdade a ordem da política de poder com o objetivo de manter a hegemonia americana.

"Instamos aos Estados Unidos a suspenderem imediata e completamente o 'congelamento' dos ativos afegãos nos EUA e as sanções unilaterais, devolverem incondicionalmente os ativos pertencentes ao povo afegão e tomarem medidas concretas para reparar os danos causados à população afegã", ressaltou Wang.


Créditos Xinhua