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segunda-feira, 25 de outubro de 2021

Pyongyang acusa ações de França e Canadá como 'esforços dos EUA' para controlar China e Rússia

 Pessoas tiram fotos em frente à bandeira da Coreia do Norte e dos EUA, em Hanói, Vietnã, 24 de fevereiro de 2019

ÁSIA E OCEANIA
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O Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte acusou, nesta segunda-feira (25), o Canadá e a França de enviarem aviões de patrulha para perto da península Coreana, a fim de monitorar as atividades de Pyongyang.

Conforme o órgão, tal ato viola as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas, sendo classificado de "provocação militar" que poderia colocar em risco a segurança na região.

Um pesquisador do Ministério das Relações Exteriores norte-coreano comentou sobre as operações de vigilância, chamando-as um ato "imprudente" que vai "destruir o equilíbrio da segurança na região e resultar no agravamento da situação política", citado pela agência Yonhap.

Acusando Washington de "incitar" as atividades militares dos países na região, o ministério afirma que os atos mencionados fazem parte dos esforços dos EUA para manter a China e a Rússia sob controle.

Na semana passada, o Ministério da Defesa do Canadá anunciou o posicionamento de uma aeronave CP-140 na base aérea de Kadena, em Okinawa, no Japão, "para apoiar os esforços multinacionais em andamento para combater as tentativas da Coreia do Norte de escapar às sanções impostas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas", citado na matéria.

De igual modo, no início de outubro, o Ministério das Relações Exteriores do Japão informou que a França se envolveria no monitoramento de atividades marítimas ilícitas, incluindo "transferências entre navios com embarcações de bandeira norte-coreana", proibidas pelas resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Porém, a autoridade norte-coreana advertiu que "os EUA e os países ocidentais devem estar cientes de que suas provocações militares não só prejudicarão a situação regional, como também sua própria segurança nacional", citada pela Yonhap.

Créditos Sputnik

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Coreia do Norte testa mais mísseis balísticos

Coreia do Norte testa mais mísseis balísticos.

A Coreia do Norte disparou dois mísseis balísticos de curto alcance na manhã desta quarta-feira (31), disseram os militares sul-coreanos, poucos dias depois de lançar dois mísseis semelhantes visando induzir a Coreia do Sul e os Estados Unidos a desistirem de exercícios militares próximos.

Os disparos vieram na esteira de lançamentos feitos em 25 de julho, os primeiros testes de mísseis norte-coreanos desde que o líder norte-coreano, Kim Jong Un, e o presidente dos EUA, Donald Trump, se encontraram em 30 de junho e concordaram em retomar as conversas de desnuclearização.
Pessoas assistem a lançamento de míssel da Coreia do Norte em televisão em Seul
Pessoas assistem a lançamento de míssel da Coreia do Norte em televisão em Seul
Foto: Kim Hong-Ji / Reuters
A série de testes de mísseis eleva a pressão sobre os diplomatas norte-americanos e sul-coreanos que percorrem a região nesta semana na esperança de reiniciar as conversas, que visam persuadir Pyongyang a abdicar de suas armas nucleares e seus programas de mísseis balísticos.
"As ações da Coreia do Norte não ajudam a amenizar as tensões militares, nem ajudam a manter o ímpeto para as conversas que estão em andamento", disse a ministra das Relações Exteriores sul-coreana, Kang Kyung-wha, a repórteres em Seul, antes de partir para um fórum de segurança do sudeste asiático em Bangcoc.
Kang exortou a Coreia do Norte a interromper os lançamentos de mísseis.
O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, e o principal negociador norte-coreano também estão a caminho do Fórum Regional da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean) na capital tailandesa, onde Pompeo disse que mantém a esperança de que autoridades dos EUA possam se encontrar com suas contrapartes norte-coreanas.
Trump e Pompeo minimizaram os lançamentos da semana passada, e Pompeo continuou a manifestar a expectativa de um avanço diplomático com a Coreia do Norte.
O lançamento mais recente ocorreu antes da primeira visita oficial do recém-nomeado secretário de Defesa dos EUA, Mark Esper, a Seul. Na terça-feira, o Pentágono disse que ela será parte de uma turnê pela Ásia em agosto.
Forças militares dos EUA e da Coreia do Sul estão cientes do lançamento desta quarta-feira, disse um porta-voz.
Os disparos desta quarta-feira ocorreram na área de Wonsan, no litoral leste da Coreia do Norte, de onde os mísseis da semana passada foram disparados, disse o Estado-Maior Conjunto sul-coreano em um comunicado, acrescentando que monitora a situação para o caso de novos lançamentos.
O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, disse que o lançamento desta quarta-feira não teve impacto na segurança de seu país.



Créditos TERRA - publicado originalmente em - https://www.terra.com.br/noticias/mundo/coreia-do-norte-testa-mais-misseis-apesar-de-busca-de-solucoes-diplomaticas,cbbe6a9caac877e70e46b0d80c520219xxllygsi.html