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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023

LFS INTERNACIONAL: NOVOS RUMOS PARA A NOVELA DO BREXIT! (O Estado de SP, 11) --- CRÉDITOS EX-BLOG DO ÉSAR MAIA

LFS INTERNACIONAL: 

NOVOS RUMOS PARA A NOVELA DO BREXIT!  (O Estado de SP, 11)  ---  CRÉDITOS EX-BLOG DO cÉSAR MAIA

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NOVOS RUMOS PARA A NOVELA DO BREXIT!

(O Estado de SP, 11) Além das motivações mais abstratas, culturais e emocionais da maioria de britânicos que votaram pela saída do Reino Unido da União Europeia (UE) em 2016, como se libertar do “super-Estado europeu” comandado pela “tecnocracia globalista de Bruxelas”, a expectativa era de mais controle sobre a imigração, menos impostos, mais subsídios à indústria local, menos regulação e melhores serviços públicos. Mas poucos casos ilustram mais redondamente a metáfora do “tiro no pé” que o Brexit.

Seis anos depois, e dois após o retorno das barreiras comerciais com a UE, o Reino Unido é a única economia desenvolvida que não recuperou seu tamanho após a covid, e o FMI prevê que ela terá o pior desempenho em 2023. O Brexit não é a única causa do mal-estar, mas ele agrava as outras. Modelagens do Centro para a Reforma Europeia e da Secretaria para a Responsabilidade Orçamentária sugerem que sem ele a economia estaria até 6% maior. Além disso, os investimentos teriam crescido 11%; o comércio, 7%; e a produtividade, 4%, enquanto os alimentos teriam ficado 6% mais baratos. Acordos com países fora da UE, seu maior parceiro comercial, não supriram as perdas. Para compensá-las, mantendo o padrão de seguridade social europeu ao qual os britânicos se acostumaram, foi preciso aumentar impostos.

A imigração segue alta. A diferença é que os imigrantes da UE, que em 2016 eram metade do total, hoje são um quinto, e foram substituídos por outros com menos afinidades culturais e qualificação. O mercado comum europeu eliminara os controles alfandegários entre a Irlanda do Norte e a República da Irlanda, mas o Brexit ameaça restabelecê-los, prejudicando a paz na região. Após a “guerra civil” política do Brexit, o Reino Unido já teve cinco premiês – os cinco anteriores se distribuíram em 31 anos. Não surpreende que só 28% dos britânicos acreditem que a vida melhorará em 2023, nem que a confiança no governo tenha despencado.

Pode esse reverso da fortuna ser interrompido? Para o articulista do Financial Times Gideon Rachman, sim. Hoje, quase 60% dos britânicos creem que a saída foi um erro e votariam para se reunir à UE. A demografia está a seu favor: 79% dos jovens são pela reunião. “Em algum momento, os políticos precisarão responder – e a ideia de retornar à UE se tornará o mainstream”, escreveu Rachman. Uma plausível maioria trabalhista após as eleições de 2026 facilitaria o processo. Mas Rachman não ignora as dificuldades: a UE pode resistir à volta desse parceiro recalcitrante e ela traria custos: a integração teria de ser mais profunda, incluindo compromissos com o euro, o orçamento europeu e o livre fluxo de pessoas.

A concretização desse ideal, factível ou não, depende de um pragmatismo realista que desde já estabilizaria a relação entre o Reino Unido e a UE. Muitas das frustrações dos favoráveis e dos contrários ao Brexit resultaram da recusa em aceitar os ônus da saída ou da permanência, um estado de espírito ilustrado pelo “bolismo” (cakeism) – “ter o bolo e comê-lo” – do ex-premiê Boris Johnson, que levou à opção por um Brexit duro, sem concessões. O momento pede flexibilidade.

Certas medidas encontrarão resistência dos nativistas, como o alinhamento com regulamentos europeus supervisionados pela Corte europeia, mas as evidências dos danos comerciais do Brexit podem aliviá-la. Resolver as disputas comerciais com a República da Irlanda seria um passo importante, assim como retomar a participação em programas comuns estudantis e científicos. Mais relevante, brexiteers e remainers terão de renunciar ao dogmatismo e ao voluntarismo que excitam uma polarização tóxica. “Tomar esse caminho exigirá o fim do pensamento mágico”, comentou a revista britânica The Economist. “Será um processo lento e incremental, não impulsivo e revolucionário. Isso significará nutrir a confiança e o consenso, ao invés de sustentar referendos do tipo ‘o vencedor leva tudo’ e impor ultimatos a Bruxelas.”

Em resumo, se as partes divorciadas reconstruírem a amizade, há uma chance de voltarem a se casar com laços mais firmes. Mas, independentemente desse desfecho, desde já, todos ganham com o processo de pacificação.

Créditos Brasil 247

 





sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Mais de 3 anos após referendo do Brexit, Reino Unido deixa a União Europeia oficialmente hoje

Mais de 3 anos após referendo do Brexit, Reino Unido deixa a União Europeia oficialmente nesta sexta

Saída formal acontece às 20h (hora de Brasília). Em seguida começa um período de transição em que as partes vão negociar como será sua relação no futuro. Créditos G1, leia matéria: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/01/31/mais-de-3-anos-apos-referendo-do-brexit-reino-unido-deixa-a-uniao-europeia-oficialmente-nesta-sexta.ghtml

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Reino Unido - Boris Johnson promete concluir o Brexit

Boris Johnson promete concluir o Brexit
O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, prometeu neste domingo “concluir o Brexit” com seu Partido Conservador, fazendo uma promessa eleitoral para trazer seu acordo de retirada da União Europeia (UE) de volta para o Parlamento antes do Natal. Com o Reino Unido indo às urnas no dia 12 de dezembro, os conservadores do governo publicaram um manifesto eleitoral que prometeu mais gastos do setor público e nenhuma extensão à adiada saída da UE. O partido do governo também afirmou que não haverá a criação de mais impostos, ressaltando uma distinção com o oposicionista Partido Trabalhista, que prometeu elevar impostos sobre ricos e empresários para financiar uma expansão do Estado.

Créditos seleção EXAME

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