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Parar ou parar? O Estado-Maior quer enviar 20.000 soldados franceses para a Ucrânia -
Enviar 20 mil soldados franceses para a Ucrânia? Confrontar a Rússia?
O General Schill, Chefe do Estado-Maior do Exército (CEMAT), portanto um dos mais altos oficiais franceses, falou abertamente sobre isso ontem, 19 de março, no jornal “Le Monde”. Uma parte do nosso mundo dominante é tomada por uma doce loucura.
A Rússia seria uma potência pequena e superestimada. A França seria capaz, juntamente com outros países da União Europeia, de mobilizar várias dezenas de milhares de homens e controlar o Dnieper.
Uma análise detalhada do analista militar Simplicius ajuda-nos a fazer um balanço do que está a acontecer nos bastidores do poder em Paris. Com o objetivo de apresentar aos franceses um fato consumado?
Ou numa corrida precipitada para tentar (em vão) repelir a terrível onda de choque que o anúncio do colapso militar ucraniano produzirá?
Créditos Le Courrier, Eduardo Husson, leia mais: https://lecourrierdesstrateges.fr/2024/03/20/stop-ou-encore-le-general-schill-veut-deployer-20-000-soldats-francais-en-ukraine/
O papel da CIA no Golpe de Estado de 2004 no Haiti.
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Créditos CNN.
Grupo ainda afirmou que exige ação da ONU para um cesar-fogo "imediato", e que todas as partes envolvidas no conflito "cumpram o direito internacional, nomeadamente no que diz respeito à proteção de civis"

O Brasil e países da Comunidade da América Latina e Estados do Caribe (Celac) assinaram uma declaração lamentando a mortes de civis de palestinos e israelenses nos confrontos entre o Hamas e o exército de Israel, segundo documento divulgado neste sábado (2).
O encontro foi encerrado nesta sexta-feira (1º), em Buccament, São Vicente e Granadinas.
O grupo ainda citou preocupação com a situação humanitária “catastrófica” na Faixa de Gaza e com o sofrimento da população civil palestina.
Os países também afirmaram que exigem uma ação da Assembleia Geral das Nações Unidas para um cesar-fogo “imediato” na Faixa de Gaza, e que todas as partes envolvidas no conflito “cumpram o direito internacional, nomeadamente no que diz respeito à proteção de civis”.
A nota é assinada pelo Brasil e Antígua e Barbuda, Bahamas, Barbados, Belize, Bolívia, Colômbia, Cuba, Chile, Dominica, República Dominicana, Granada, Guiana, Haiti, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, São Cristóvão e Nevis, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Suriname, Trinidad e Tobago e República Bolivariana da Venezuela.