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"Cada túnel é diferente do outro, alguns foram esculpidas na rocha, outros são feitos de concreto, alguns descem ao nosso território, outros se levantam.". Confira!
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
Assista: IDF Começa fase de demolição do Hezbollah Terror Tunnels
terça-feira, 1 de janeiro de 2019
"UM RETRATO DE ADOLESCENTES QUE CRESCERAM EM UMA REGIÃO ESQUECIDA E SEM ESPERANÇA DA FRANÇA". PREVENDO OS COLETES AMARELOS!
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2018
Nenhuma condenação para o Hezbollah pelo Conselho de Segurança da ONU Hana Levi Julian Mesmo verificação da existência dos túneis de ataque transfronteiriças infiltrando território israelense - uma violação direção - era insuficiente.
Hana Levi Julian - Jewish Express
Mesmo verificação da existência dos túneis de ataque transfronteiriças infiltrando território israelense - uma violação direção - era insuficiente. Leia mais
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segunda-feira, 24 de dezembro de 2018
Coalizão do premiê israelense dissolve Parlamento e convoca novas eleições
TEL-AVIV, ISRAEL - Os líderes dos partidos da coalizão governista em Israel chegaram a um acordo para dissolver o Parlamento e novas eleições gerais foram marcadas para abril de 2019, manobra que coloca em xeque o futuro do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu. O acordo foi fechado nesta segunda-feira, 24, após a coalizão fracassar em conseguir apoio para aprovar a legislação que convoca judeus ultraortodoxos para o serviço militar.
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| O premiê, agora em seu quarto mandato, governa com uma maioria de 61 assentos de um total de 120 Foto: Amir Cohen/Reuters |
Netanyahu, há 10 anos no poder, deve concorrer ao quarto mandato consecutivo e é favorito, segundo as pesquisas. Seu mandato acabaria em novembro do ano que vem. “A coalizão atual representa o coração da próxima. Pediremos um mandato claro aos eleitores, para continuarmos dirigindo o país com nossa política”, disse o premiê, na primeira reação ao anúncio. A imprensa israelense diz que a nova votação será 9 de abril.
A coalizão de Netanyahu enfrenta problemas desde a explosão da crise de segurança com Gaza e se agravou em novembro, com a renúncia do ministro da Defesa Avigdor Lieberman - que retirou seu partido, o Yisrael Beiteinu, da coalizão após o premiê concordar em estabelecer uma trégua com o Hamas. Lieberman justificou a decisão afirmando que Netanyahu mostrou fraqueza ao não lançar uma operação de grande envergadura contra o grupo que controla a Faixa de Gaza. Desde então, o governo possui maioria de apenas um assento dos 120 no Knesset, o Parlamento.
Após a renúncia de Lieberman, o ministro da Educação ultranacionalista Naftali Bennett ameaçou retirar seu partido, o nacionalista Lar Judeu, do governo se não pudesse assumir a Defesa. Mas Bennett foi forçado a recuar depois que Netanyahu disse estar determinado a se manter no importante posto de segurança.
Uma declaração oficial do partido Likud, do primeiro-ministro, disse que “as responsabilidades nacionais e orçamentárias” obrigaram os líderes dos partidos da coalizão a “dissolver o Knesset”. Mas a decisão parece estar ligada à mudança na legislação sobre a obrigatoriedade do serviço militar para os judeus ultraortodoxos das Yeshiva (escolas religiosas).
Yair Lapid, chefe do partido de oposição Yesh Atid, afirmou que não apoiaria a legislação alegando que ela não era suficiente.
Enquanto todos os judeus israelenses são obrigados a servir nas Forças Armadas ao completar 18 anos, aqueles que estudam a Torá em Yeshivas reconhecidas recebem isenção.
A escassez de mão de obra nos últimos anos e a crescente demanda por igualdade forçaram o governo a reavaliar o assunto e a elaborar uma nova legislação que isentaria apenas os principais estudantes religiosos do serviço obrigatório.
O governo de Netanyahu não consegue fazer o Parlamento votar a legislação, então a Suprema Corte fixou o prazo de 15 de janeiro para a votação.
Lieberman, de quem a coalizão governista esperava receber apoio, apesar de sua renúncia, disse que a lei em seu formato atual foi “esvaziada de conteúdo” depois que acordos foram feitos entre o Likud e os partidos ultraortodoxos.
Além dessa crise, Netanyahu também corre o risco de ser acusado de corrupção em três casos, após uma recomendação da polícia. Analistas dizem que a convocação da eleição antecipada pode ser justamente uma forma de ele demonstrar força, em caso de vitória, ao procurador-geral, Avichai Mandelblit.
Ainda que seja acusado, o premiê - com boa popularidade - não tem a obrigação legal de renunciar, apenas se for condenado e suas apelações forem rejeitadas. Nenhum governo nos últimos 30 anos concluiu seu mandato. / AFP, W. POST e NYT
sexta-feira, 21 de dezembro de 2018
A Lie de “Desproporcionalidade”
Fred Maroun - Jewish Express Não houve nenhuma evidência de uma fonte imparcial e credível de que as ações de Israel em Gaza foram desproporcional pelas leis da guerra. Saiba mais. |
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O secretário de Defesa dos Estados Unidos James Mattis renuncia de Administração Trump
| Foto Jewish Express |
Hana Levi Julian - Jewish Express
"Acredito que deve ser firme e inequívoca na nossa abordagem para os países cujos interesses estratégicos estão cada vez mais em tensão com a nossa.". Leia mais.
sábado, 15 de dezembro de 2018
Xadrez da geopolítica, do caso Huawei e da Lava Jato
Xadrez da geopolítica, do caso Huawei e da Lava Jato
Por Luis Nassif
Atualizado em 12/12/2018 - 09:37
Peça 1 – a geopolítica moderna
A prisão de Meng Wanzhou, filha do fundador da gigante de tecnologia Huawei, escancarou até para os idiotas da objetividade o contexto das novas disputas geopolíticas globais, tendo como pano de fundo a legislação anticorrupção e o combate ao terrorismo.
Todas as evidências sobre a interferência externa na Lava Jato eram tratadas por esses sábios da objetividade como teoria conspiratória, “coisas da CIA”, como se a CIA fosse apenas uma ficção de Will Eisner.
O modelo político brasileiro estava infectado mesmo. O financiamento de partidos passava pela Petrobras, mas também pelo Congresso, sendo utilizados pelas empreiteiras, pelo agronegócio, por bancos de investimento.
Mas o tiro certeiro foi em cima da engenharia nacional, o setor que havia acumulado o maior coeficiente de competitividade internacional e tinha papel relevante do pré-sal – os únicos setores com interesse direto de grupos americanos. E não se abriu nenhuma possibilidade de estratégias que, punindo os corruptores, preservassem as empresas. O Ministério Público Federal e o juiz Sérgio Moro conseguiram o feito extraordinário de, numa só tacada, destruir a engenharia brasileira. E coroar sua grande obra viabilizando a eleição do mais despreparado agrupamento político da história.
Antes de entrar no caso Huawei, um apanhado de análises publicadas no GGN sobre a cooperação internacional e o jogo geopolítico internacional.
- Xadrez da teoria conspiratória, para Sergio Fausto e Celso Rocha Barros
- PGR encontrou-se nos EUA com ex-sócia de concorrentes da Eletronuclear
- PGR explica ida de equipe de procuradores aos Estados Unidos
- Os Estados Unidos na Lava Jato, por André Araújo
- Peritos anticorrupção apresentam recomendações para avançar a agenda de governança democrática antes da VIII Cúpula das Américas
- A revolução da informação e a nova ordem mundial
- A cooperação internacional como arma política | GGN
- Xadrez do coordenador da cooperação internacional | GGN
- A cooperação internacional na visão de Herve Juvin, por Luis Nassif ...
- Cooperação internacional: o interesse dos EUA e do Brasil
- Xadrez do esperto e do sabido na cooperação internacional
Peça 2 – a prisão da filha
Meng Wanzhou foi presa no Canadá, a pedido dos Estados Unidos, dentro do acordo de cooperação internacional. A acusação era a de que a Huawei teria usado uma subsidiária, a Skycom, para burlar as sanções ao Irã. Se for extraditada, Meng será acusada de conspiração e de fraudes contra instituições financeiras, cada crime sujeitando-a a penas de até 30 anos.
Comprovava-se, ali, uma suspeita levantada há tempos no GGN: a de que a cooperação internacional e a Lei Anticorrupção, aprovada no âmbito da OCDE (o grupo dos países mais industrializados) estariam sendo utilizados pelo Departamento de Estado dos EUA para objetivos geopolíticos. Pela lei, qualquer ato de corrupção que se valesse de dólares passaria a ser de jurisdição norte-americana.
No dia 21/08/2017, publicamos artigo sobre ensaio pensador francês Hervé Juvin – “Da luta anticorrupção ao capitalismo do caos, oito temas sobre uma revolução do direito” – analisando o uso geopolítico pelos EUA dos novos instrumentos organizados.
Hoje em dia há sanções extraterritoriais impostas a empresas francesas e europeias em nome das leis norte-americanas, punindo atos de corrupção (FCPA) ou violações de embargos americanos, em particular em operações de fora do território americano, mas usando o dólar como primeiro critério para garantir a jurisdição do juiz americano, explica Juvin.
Há pesados efeitos diretos e indiretos sobre a economia francesa, constatava Juvin. Os diretos são a submissão às decisões unilaterais de embargos ou sanções norte-americana. Hoje em dia há provedores de serviços dos EUA trabalhando o mercado da “conformidade” com regras dos EUA para empresas sancionadas, muitas vezes contra a lei continental europeia, explica ele.
As despesas indiretas são a paralisia estratégica decorrente daí. Que banco francês irá financiar o estabelecimento de uma empresa francesa na Rússia, Irã, Sudão etc? Que banco francês se atreverá a estudar o financiamento de uma operação comercial nesses países?
Peça 3 – o significado da operação
No caso Hauwai, o que está em jogo é a disputa de gigantes americanos com chineses pelo mercado de tecnologia.
Fundada em 1987 pelo ex-oficial do Exército vermelho Ren Zhengfei, a Huawei se tornou a maior fabricante de equipamentos de telecomunicações, e a segunda maior fabricante de celulares smartphones do mundo. Por número de aparelhos vendidos, superou a Apple este ano e conquistou 15% do mercado mundial de smartphones.
Tem receita anual de US$ 92 bilhões e é líder de mercados em vários países da África, Ásia e Europa.
No início, era considerada uma maquiadora de produtos da Cisco System e da Motorola. Ganhando musculatura, passou a investir pesadamente em desenvolvimento e se tornou líder global em tecnologia de rede de telecomunicações, passando antigos campeões, como a Nokia e a Ericsson.
Nos últimos anos avançou no desenvolvimento de chips, inteligência artificial e computação em nuvem. E montou uma rede de laboratórios por todo o mundo. No Brasil há dois laboratórios, um em Sorocaba, e uma parceria profícua com a Inatel, instalada em Santa Rita do Sapucaí.
Mas seu grande feito foi se lançar à frente das concorrentes na rede móvel de 5ª geração.
A maneira de combate-la foi levantar as teses da guerra híbrida, a versão tecnológica da guerra fria. Procuradores, órgãos de segurança dos EUA – que, ao contrário dos seus pares brasucas, têm o hábito de jogar em favor do país – passaram a difundir reiteradamente suspeitas de que os equipamentos seriam utilizados para espionagem pelo governo chinês. Não havia nenhuma evidência, mas pouco importou.
As autoridades americanas mencionavam uma norma aprovada em 2017 pela Agência Nacional de Inteligência da China, pela qual as empresas do país devem "apoiar, cooperar e colaborar com o trabalho de inteligência nacional”, E, a partir dali lançavam suspeitas de que a tecnologia 5G da Hauwei deixaria os EUA expostos a ciberataques.
O escarcéu deu resultado. Austrália e Nova Zelândia vetaram a tecnologia da Hauwei para redes 5G. O Canadá e o Japão estão reavaliando. Por outro lado, a Hauwai anunciou uma relação de vinte países com acordos já assinados para implementação da tecnologia 5G.
Peça 4 – geopolítica e globalização
Aí se entra no reverso da medalha: a importância da China para as gigantes americanas de tecnologia.
Como consequência da prisão de Meng, um tribunal chinês baniu a venda de alguns modelos antigos da Apple, sob o argumento de que violavam patentes da Qualcomm. Lá, como cá, e como nos EUA, a Justiça passou a ser instrumento de jogadas políticas e comerciais.
Especialistas calculam em 350 milhões a quantidade de upgrades dos iPhones, Desse total, cerca de 70 milhões estão na China.
Além de vender na China, a Apple depende da produção chinesa e do custo menor dos salários por lá. Foi o que levou a BBC a constatar que “ao queimar a Apple, a China estaria, até certo ponto, queimando a própria casa."
Na sequência, o ex-diplomata canadense Michael Kovrig foi detido na China.
Ambos os episódios provcaram um curto-circuito na relevante categoria dos CEOs internacionalizados, braços centrais da globalização econômica.
A Bloomberg foi mais dramática ainda: “Os EUA têm Huawei em algemas. China tem os EUA em cadeias”. E imaginou o que poderia ser a retaliação chinesa:
”Sem isso, você não pode viajar. E com maiores preocupações com a segurança e com a repressão às VPNs (que permitem que os usuários ignorem a censura chinesa na internet), sua empresa decretou que todas as discussões sobre produtos sensíveis sejam feitas pessoalmente na sede. Mas a renovação do visto está demorando muito e você está preso em Xangai, com o ciclo do produto sendo ampliado a cada dia.
Em Shenzhen, onde seus dispositivos são montados, a fábrica acaba de ser invadida pela terceira vez naquele mês. Os inspetores estão procurando violações de saúde e segurança ocupacional. Você trabalhou duro para manter as coisas das normas, embora as regras pareçam mudar constantemente. A ferrugem menor em um cano na parte de trás do local era de todas as autoridades necessárias para encerrá-lo até uma correção. Seu gerente de site não pode sequer encontrar qualquer menção de ferrugem nos regulamentos, e esse tubo não está em pior condição do que as duas inspeções programadas anteriores. Agora é um problema e a produção está parada”.
A China monta os aparelhos da Apple, os roteadores da Cisco System, os motores da Ford Motor Co. Só Apple pagou US$ 160 bilhões de bens e serviços da China.
Peça 5 – a nova desordem
Não se sabe aonde levará essa nova desordem mundial. Em vez de guerras atômicas, o novo campo da guerra fria são as guerras cibernéticas.
O que fica demonstrado, nesses episódios, é a clareza dos EUA e da China sobre o interesse nacional. Ao contrário de um país que, de sétima economia do mundo, tornou-se alvo de chacota internacional pela extrema incapacidade de suas elites midiáticas, políticas e jurídicas, em entender e defender minimamente os interesses nacionais.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2018
quinta-feira, 6 de dezembro de 2018
"PROTESTOS NA FRANÇA SINALIZAM CRISE MAIS AMPLA DA DEMOCRACIA OCIDENTAL"!
"PROTESTOS NA FRANÇA SINALIZAM CRISE MAIS AMPLA DA DEMOCRACIA OCIDENTAL"!
(Ishaan Tharoor - Estado de S.Paulo, 05) 1. O presidente da França, Emmanuel Macron, gosta de se apresentar como um político moderado que consegue se manter firme diante da pressão popular. No entanto, agora ele corre o risco de ser arrebatado por uma rebelião. Pela terceira semana seguida, protestos tomaram conta do país.
2. Os distúrbios estão ligados ao movimento dos coletes amarelos. A irritação é com o aumento dos preços dos combustíveis, determinado por Macron como parte dos compromissos com o acordo sobre o clima. Mas os protestos também têm a ver com frustrações mais profundas de um segmento da sociedade francesa, que deseja uma rede de proteção social mais ampla no momento em que o país ainda registra um crescimento moroso e um alto índice de desemprego.
3. As raízes dos protestos também estão fora dos abastados centros urbanos, pequenas cidades e povoados dominados pela estagnação e pelo desespero pós-industrial que vem engolindo a classe média. Essas fissuras são familiares a britânicos, americanos e outras democracias ocidentais – assim como a incapacidade dos políticos de sanar as desigualdades.
4. Além do imposto sobre a gasolina, Macron quis impor um ambicioso programa de reformas. No entanto, há um ressentimento generalizado com seu estilo arrogante de administrar e má impressão de que ele governa para uma elite metropolitana.
5. Os inimigos de Macron têm se aproveitado dos distúrbios. Jean-Luc Mélenchon, líder da extrema esquerda, comparou o clima na França ao auge dos protestos da esquerda em 1968. A líder da extrema direita, Marine Le Pen, pediu a dissolução da Assembleia Nacional e novas eleições. Outro radical de direita ligado ao movimento de protesto, a título de provocação, exigiu que Macron renuncie em favor de um governo provisório liderado por um ex-general.
6. A república não está prestes a cair, mas os protestos mostram como Macron vem sendo tragado pelas mesmas frustrações contra o establishment que o levaram à presidência como um outsider da política. Para os seus defensores, o momento é preocupante. Muitos esperavam que sua vitória, no ano passado, fosse uma resposta aos populistas dos dois lados do Atlântico. Só que ele não conseguiu desbancar a direita radical nem convencer a esquerda, que o considera um agente dos ricos.
(Ishaan Tharoor - Estado de S.Paulo, 05) 1. O presidente da França, Emmanuel Macron, gosta de se apresentar como um político moderado que consegue se manter firme diante da pressão popular. No entanto, agora ele corre o risco de ser arrebatado por uma rebelião. Pela terceira semana seguida, protestos tomaram conta do país.
2. Os distúrbios estão ligados ao movimento dos coletes amarelos. A irritação é com o aumento dos preços dos combustíveis, determinado por Macron como parte dos compromissos com o acordo sobre o clima. Mas os protestos também têm a ver com frustrações mais profundas de um segmento da sociedade francesa, que deseja uma rede de proteção social mais ampla no momento em que o país ainda registra um crescimento moroso e um alto índice de desemprego.
3. As raízes dos protestos também estão fora dos abastados centros urbanos, pequenas cidades e povoados dominados pela estagnação e pelo desespero pós-industrial que vem engolindo a classe média. Essas fissuras são familiares a britânicos, americanos e outras democracias ocidentais – assim como a incapacidade dos políticos de sanar as desigualdades.
4. Além do imposto sobre a gasolina, Macron quis impor um ambicioso programa de reformas. No entanto, há um ressentimento generalizado com seu estilo arrogante de administrar e má impressão de que ele governa para uma elite metropolitana.
5. Os inimigos de Macron têm se aproveitado dos distúrbios. Jean-Luc Mélenchon, líder da extrema esquerda, comparou o clima na França ao auge dos protestos da esquerda em 1968. A líder da extrema direita, Marine Le Pen, pediu a dissolução da Assembleia Nacional e novas eleições. Outro radical de direita ligado ao movimento de protesto, a título de provocação, exigiu que Macron renuncie em favor de um governo provisório liderado por um ex-general.
6. A república não está prestes a cair, mas os protestos mostram como Macron vem sendo tragado pelas mesmas frustrações contra o establishment que o levaram à presidência como um outsider da política. Para os seus defensores, o momento é preocupante. Muitos esperavam que sua vitória, no ano passado, fosse uma resposta aos populistas dos dois lados do Atlântico. Só que ele não conseguiu desbancar a direita radical nem convencer a esquerda, que o considera um agente dos ricos.
quarta-feira, 21 de novembro de 2018
quinta-feira, 15 de novembro de 2018
Reino Unido - Brexit: Ministros se demitem e May tenta salvar acordo

Reino Unido
Brexit: Ministros se demitem e May tenta salvar acordo.
sábado, 3 de novembro de 2018
Governo chinês felicita Bolsonaro e diz esperar por privatizações

Governo chinês felicita Bolsonaro e diz esperar por privatizações.
Pequim está de olho nas estatais e nas concessões prometidas.
segunda-feira, 22 de outubro de 2018
Príncipe herdeiro da Arábia Saudita envia condolências a filho de Khashoggi
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| Jamal Khashoggi, jornalista crítico ao governo da Arábia Saudita, desapareceu após entrar no consulado do seu país em Istambul — Foto: Mohammed al-Shaikh/AFP |
Príncipe herdeiro da Arábia Saudita envia condolências a filho de Khashoggi
Governo reconheceu neste domingo que a morte do jornalista foi "um terrível erro".
Leia matéria: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/10/21/principe-herdeiro-da-arabia-saudita-envia-condolencias-a-filho-de-khashoggi.ghtml
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