O governo de Israel espionou as negociaçõesdo ano passado entre Estados Unidos e Irã sobre o programa nuclear deste último, segundo denúncia publicada pelo site do diário "The Wall Street Journal".
A operação fazia parte de uma ampla campanha do gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu para contestar os termos de um eventual acordo alcançado nas tratativas, que ainda estão em curso e também envolvem Reino Unido, França, China, Rússia e Alemanha.
Além da espionagem, Israel obteve informações por meio de briefings reservados com diplomatas norte-americanos e europeus. No entanto, mais do que as interceptações, o que irritou a Casa Branca foi o fato do país judeu ter compartilhado dados conseguidos ilegalmente com parlamentares dos EUA para enfraquecer o seu apoio às negociações sobre o programa nuclear iraniano.
"Uma coisa é a espionagem recíproca entre EUA e Israel, outro é o furto de segredos norte-americanos para depois passá-los aos congressistas e minar a nossa diplomacia", disse um alto funcionário do governo dos Estados Unidos. A Casa Branca descobriu a operação quando suas agências de inteligência grampearam comunicações entre israelenses que continham detalhes que só podiam ser provenientes dos colóquios privados entre os dois países.
"Nós não espiamos os Estados Unidos, nem diretamente e nem por outras vias. Essas informações não estão corretas", declarou o ministro das Relações Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman.
Líder norte-coreano Kim Jong-un, Durante Reunião do Comitê Central do Partido dos Trabalhadores da Coreia em Pyongyang, na quarta-feira (18). (Foto: KCNA / Reuters)
O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, pediu Durante Reunião do governante Partido dos Trabalhadores Que Seu Exército piteira "completamente Preparado" para uma guerra, informou Nesta segunda-feira (23) a Agência Estatal "KCNA".
O Jovem ditador discursou na Primeira Reunião em dez meses da COMISSÃO Militar Central do Partido Único. He afirmou that a Situação de Segurança é "mais graves do Que Nunca", tanto na Coreia do Norte Como No exterior, Segundo a Agência do regime.
Kim exigiu do Exército Lealdade a ELE e Ao Partido e "pediu Pará Estar Completamente Preparado Pará REAGIR um QUALQUÉR forma de guerra Criada Pelo Inimigo", AO Que se referiu Como "Os imperialistas dos EUA".
Além Disso, o dirigente destacou Que o Exército Popular, um DOS MAIORES DO MUNDO COM Aproximadamente 1,1 Milhão de soldados, reforçou SUA CAPACIDADE de combate no ano Passado EO Fara AINDA Mais em 2015 Graças um 'reorganização' e 'simplificação' de SUA Estrutura.
A KCNA NAO revelou em Detalhe OS temas Tratados na Reunião da COMISSÃO Militar Central do Partido, Uma Importante Reunião Que se Acredita tenha acontecido este Fim de Semana e na qua o 'Líder supremo' e cargas Altos do regime poderiam ter Tomado decisões IMPORTANTES em Política de Defesa.
Piloto jordaniano foi sequestrado na Síria em dezembro. Imagens do que seria o refém dentro de uma grade circulam pela web.
Imagem compartilhada no perfil do grupo que monitora terrorismo SITE mostra o piloto jordaniano (Foto: Reprodução/Twitter @Rita_Katz)
O grupo Estado Islâmico (EI) afirma ter queimado vivo o piloto jordaniano Muath al-Kasaesbeh, refém do grupo, segundo informam as agências de notícias Reuters e France Presse. A Jordânia confirmou a morte do refém, segundo veiculado pela TV estatal. Ela teria ocorrido há um mês, no dia 3 de janeiro. Familiares do piloto disseram à Reuters que foram informados de sua morte pelo chefe das forças armadas da Jordânia.
Imagens do que seria um vídeo divulgado pelo EI, com o refém dentro de uma grade e um rastro de fogo, circulam pela web. A autenticidade do vídeo não foi confirmada.
Muath al-Kasaesbeh foi capturado pelos militantes radicais na Síria, após a queda de seu avião durante uma operação da coalizão internacional no leste do país em dezembro. A coalizão, que é liderada pelos Estados Unidos, bombardeia alvos do grupo na Síria e no Iraque.
Vingança Após a divulgação do vídeo, o Exército da Jordânia soltou um comunicado em que afirma que a morte do piloto jordaniano Muath al-Kasaesbeh, morto pelo grupo Estado Islâmico será vingada. "A vingança será tão grande quanto a calamidade que atingiu a Jordânia", afirmou o porta-voz do Exército Mamdouh al Ameri no comunicado.
Além disso, uma fonte de segurança do governo disse à agência France Presse que a Jordânia vai executar a jihadista iraquiana que está presa no país e cuja soltura chegou a ser negociada em troca da libertação de al-Kasaesbeh.
"A pena de morte contra a iraquiana Sajida al Rishawi será executada amanhã", indicou a fonte à AFP. No entanto, para a Reuters foi dito que a execução poderia ocorrer "em horas".
Com 44 anos, Sajida al-Rishawi está detida em uma prisão jordaniana desde a sua condenação à morte, em setembro de 2006, por atos terroristas que remontam a 9 de novembro de 2005.
Após a divulgação do vídeo, o rei Abdullah II interrompeu sua visita aos Estados Unidos e está voltando para a Jordânia. Na TV estatal, o rei disse que a morte do piloto é um ato de "terror covarde" de um grupo sem nenhuma relação com o Islã.
EUA condenam A Casa Branca disse estar ciente do vídeo, e que os serviços de inteligência trabalham para verificar sua autenticidade. O governo dos EUA condena as ações do grupo radical e se solidarizou com a família do piloto, afirmou.
Cena do vídeo divulgado pelo Estado Islâmico com a execução do jornaista Kenji Goto (Foto: Reprodução/Youtube)
O presidente norte-americano Barack Obama afirmou que, se o vídeo for verdadeiro, trata-se de mais uma indicação da crueldade e barbárie do grupo e que a determinação da coalizão internacional de "destruir" o EI será redobrada. Segundo a Casa Branca, Obama pediu que equipes de inteligência dediquem todas suas fontes para localizar reféns mantidos pelos militantes do grupo jihadista.
Obama ainda disse que o piloto al-Kasaesbeh estava "na vanguarda do esforço para degradar e destruir a ameaça" do EI.
Entenda o caso No final de janeiro, o EI divulgou um vídeo em que ameaçava executar o piloto se Amã não libertasse uma jihadista presa e condenada à morte. No mesmo vídeo o grupo ameaçou executar outro refém, o jornalista japonês Kenji Goto, que acabou sendo decapitado no último final de semana. O vídeo, postado em sites jihadistas, mostrava uma foto de Goto segurando a foto de al-Kasaesbeh, com a suposta voz de Goto formulando a ameaça.
Na última quarta-feira (28), o governo da Jordânia disse que o país estava pronto para entregar a iraquiana Sajida al-Rishawi, presa por tentar realizar um ataque suicida, em troca da libertação de um piloto. Dias depois, pediu uma prova de que o piloto estava vivo.
Forças especiais da polícia da França prenderam nesta terça-feira quatro homens na cidade de Lunel, no sul do país, em uma operação com o objetivo de desmontar redes jihadistas, disse uma fonte da polícia.
Dois deles voltaram à França da Síria, segundo a fonte.
Lunel, na região de Hérault, tem atraído atenção depois que a mídia local disse que até 10 moradores da cidade têm intenção de viajar para a Síria para lutar ao lado de militantes islâmicos.
A França aumentou as medidas de combate ao recrutamento de jihadistas depois que 17 pessoas foram mortas este mês em três dias de violência cometida por militantes islâmicos em Paris.
Os ataques, um na sede do jornal satírico "Charlie Hebdo" e outro em um supermercado judaico, foram realizados por homens que tinham ligação com recrutadores jihadistas. Os militantes foram mortos pela polícia.
Desde então, a polícia tem realizado prisões de supostos militantes islâmicos na Bélgica, França e Alemanha.
O Congresso dos EUA convidou o primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, para uma sessão conjunta especial sobre as ameaças do programa nuclear iraniano e o advento do terror islâmico.
"O primeiro-ministro Netanyahu é um grande amigo do nosso país, e este convite carrega com ele o nosso compromisso inabalável com a segurança eo bem-estar de seu povo", disse o US Câmara dos Representantes, John Boehner, em comunicado. Leia mais
Presença de Dilma na posse de Evo Morales pode melhorar o relacionamento entre os dois países
A presidente Dilma Rousseff participa nesta quinta-feira em La Paz, na Bolívia, da posse do terceiro mandato do presidente boliviano, Evo Morales. Analistas veem na visita um gesto para tentar reanimar a relação entre os dois países.
Os laços com a Bolívia – país com o qual o Brasil compartilha sua maior fronteira (3,4 mil quilômetros) - se estremeceram nos últimos anos, principalmente depois do asilo político concedido ao senador oposicionista Roger Pinto Molina, em 2012.
O ex-presidente Luíz Inácio Lula da Silva visitou nove vezes a Bolívia em seus dois mandatos entre 2003 e 2010, mas Dilma não foi ao país uma vez sequer durante seu primeiro mandato (2011-2014).
"O Brasil é visto aqui como uma nação subimperialista. Isso (o asilo político) provocou uma tensão e reforçou essa visão", afirma o boliviano-brasileiro Eduardo Lohnhoff, estudante de sociologia e militante do Partido Comunista Boliviano, que apóia Morales, mas pressiona por um governo mais à esquerda.
Estrada
Lohnhoff conversou com a BBC ontem nas ruínas do sítio arqueológico de Tiwanaku, vizinho à La Paz, onde um ritual indígena celebrou o novo mandato de Morales – o local era sede de uma civilização anterior aos incas.
Entre os fatores que alimentam a visão negativa do Brasil em parte da sociedade boliviana, diz ele, está o interesse brasileiro em concluir uma estrada cortando a Bolívia e o norte do Chile para conectar o porto de Santos (SP) ao Oceano Pacífico, além da presença de grandes fazendeiros brasileiros produtores de soja na região de Santa Cruz de La Sierra.
De acordo com uma nota divulgada pelo Itamaraty, "as relações com a Bolívia são prioritárias para o Brasil" e "um marco relevante será a conclusão da pavimentação do corredor rodoviário interoceânico, que cruzará o território boliviano, conectando o porto de Santos aos portos chilenos".
Essa enorme rodovia terá um total de 2.700 quilômetros de extensão, sendo 1.561 quilômetros em território da Bolívia, 947 quilômetros em solo brasileiro e 192 quilômetros em área do Chile. A estrada atravessa as regiões bolivianas de Santa Cruz, Cochabamba e Oruro, cortando áreas de preservação ambiental, o que gerou resistência de grupos locais.
Mas, segundo Lohnhoff, a oposição à obra tem diminuído, a partir de um trabalho do presidente de convencer a população da importância do empreendimento para o desenvolvimento local.
"A verdade é que o impacto ambiental não é tão grande assim e a estrada pode melhorar a circulação dentro do país", considera.
Asilo político
Senador Roger Molina pediu asilo ao Brasil alegando perseguição
Outro fator que estremeceu a relação Brasil-Bolívia foi o episódio da fuga do senador de oposição boliviano Roger Pinto Molina, observa a socióloga brasileira Fernanda Wanderley, que vive há duas décadas na Bolívia e é professora da Universidad Mayor de San Andrés, em La Paz.
"Causou uma tensão e uma certa paralisação nas relações", ela afirma.
Molina, senador oposicionista que é acusado de corrupção e responde a 14 processos no país, pediu asilo ao Brasil em maio de 2012 argumentando preseguição política. O pedido foi atendido pelo governo Dilma.
No entanto, a Bolívia não concedeu salvo conduto para que ele deixasse o país, de modo que o Molina viveu por quase 15 meses na Embaixada brasileira em La Paz. O impasse levou o diplomata Eduardo Saboia a fugir com o senador para o Brasil, mesmo sem autorização prévia do Itamaraty.
Wanderley lembra que o episódio Molina traz consequências práticas até hoje. Desde a fuga do senador em agosto de 2013, a Embaixada brasileira em La Paz não tem um embaixador oficial. O cargo vem sendo ocupado interinamente desde a retirada de Marcel Biato, que não agradava Morales. Atualmente está à frente da Embaixada o encarregado de negócios Antonio José Resende de Castro.
Nesse contexto, a professora acredita que a vinda de Dilma pela primeira vez ao país para prestigiar a posse de Morales seja um gesto que pode melhorar o relacionamento entre os dois países.
Para comparecer à La Paz, a presidente desmarcou sua ida ao Fórum Econômico de Davos, na Suiça. Com a presença na cerimônia de Morales, Dilma também retribui a ida do líder boliviano a Brasília para sua posse de segundo mandato.
O sociólogo boliviano Fernando Mayorga também considera importante a vinda de Dilma a La Paz para a relação bilateral. Ele minimiza o esfriamento recente entre os dois países.
Proximidade
Mayorga observa que Morales e Lula eram muito próximos porque tinham muito em comum e considera natural que a relação tenha se tornado mais fraca com a mudança de presidente no Brasil.
"Lula foi muito importante para dar legitimidade a Morales, foi uma influência forte frente ao radicalismo de Hugo Chávez (ex-presidente venezuelano). Ambos vieram do sindicalismo, são mais abertos à negociação que Chávez, que era um militar", afirma.
Mayorga acredita que Morales buscará melhores relações externas no seu terceiro mandato, porque a queda dos preços das commodities exportadas pelo país, como gás e minérios, aumentará a necessidade de atrair investimentos estrangeiros para industrializar a economia nacional.
O Brasil é o principal parceiro comercial da Bolívia: consome cerca de 40% do total das exportações bolivianas, por causa da venda do gás natural, e é a segunda maior origem de suas importações, atrás apenas do Chile.
O intercâmbio comercial entre as duas economias (soma das importações e exportações) passou de US$ 818 milhões em 2002 para US$ 5,4 bilhões em 2014 – sendo que o saldo é negativo para o Brasil em US$ 2,2 bilhões.
Além da importância da questão energética (gás) e da integração logística regional, outra agenda bilateral relevante é o controle da fronteira para combate ao tráfico de drogas.
O ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, irá discutir o tema da cooperação militar com o Irã durante sua visita oficial ao país, segundo informou nesta segunda-feira (19) o porta-voz da pasta, major-general Igor Konashenkov.
De acordo com o comunicado, Shoigu vai manter conversações com o ministro da Defesa iraniano, brigadeiro-general Hossein Dehghan. As questões relativas à segurança global e regional serão discutidas na reunião em Teerã, bem como a “ativação da cooperação militar e técnico-militar entre os dois países".
O presidente russo, Vladimir Putin, participa de um fórum dedicado à sociedade civil, na Rússia
Moscou - O presidente russo, Vladimir Putin, disse nesta terça-feira que a Rússiaprecisa fortalecer suas Forças Armadas para proteger sua soberania contra os "desafios" colocados por outros países que podem ameaçar Moscou.
Os comentários de Putin reforçam seu compromisso com um caro programa de modernização das Forças Armadas do país, que o Ministério das Finanças já sinalizou que ficará fora de qualquer corte orçamentário a ser realizado pelo governo por causa da atual crise econômica.
"Vamos continuar a fortalecer as nossas Forças Armadas e organizações militares como um todo ao torná-las modernas, móveis, bem equipadas e capazes de realizar sua tarefa principal: neutralizar riscos e ameaças políticas potenciais à segurança de nosso país", disse Putin durante reunião da comissão de indústria do país. Putin não especificou quais seriam essas ameaças, mas a nova doutrina militar russa aponta a expansão da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) como uma ameaça.
Putin também acusou os Estados Unidos de tentarem subjulgar a Rússia, culpou o Ocidente pela derrubada de um presidente pró-Moscou na Ucrânia no ano passado e disse que Washington incentivou protestos contra ele há três anos.
"Vemos o quanto outros países são abertos a respeito de suas reivindicações geopolíticas e como não hesitam em interferir abertamente nos assuntos de Estados independentes ao mesmo tempo em que expandem e melhoram ativamente seus arsenais militares", disse Putin.
"Eles gastam muitas vezes mais do que nós (em armas). Podemos e precisamos responder a este desafio."
O Primeiro-Ministro Japonês, Shinzo Abe, exigiu Hoje (20) a Libertação Imediata de Dois Reféns Que o Movimento extremista Estado Islâmico (EI) ameaçou matar, em novo vídeo, e recusou Pagar Resgate de US $ 200 Milhões (cerca de R $ 520 milhões). Shinzo Abe, exigências recusou Ceder Como de Fazer EI, declarando que "a Comunidade internacional NÃO vai Ceder Ao Terrorismo e DEVE COOPERAR contra Ameaça esta". "Estou extremamente indignado com este Ato e exijo que vigorosamente Nenhum mal SEJA FEITO [AOS Reféns ] e Que Sejam libertados imediatamente ", Disse Shinzo Abe à Imprensa, em Jerusalém. Abe garantiu Que o Japão, apesar do sequestro, Não ia anular a Ajuda de US $ 200 Milhões, prometida AOS Países Afectados Pela AÇÃO DOS jihadistas Fazer EI, especialmente não e Iraque na Síria. "Esta posição NÃO se vai Mudança de forma Alguma", afirmou o chefe do Governo Japonês, ressaltando a vocação Humanitária Desta Ajuda. A Ajuda japonesa E mencionada Nenhum vídeo atribuido Ao EI justificar Pará Como ameaças contra Reféns Os Dois . Em vídeo divulgado on-line, o EI ameaçou matar Dois Japoneses - Haruna Yukawa e Kenji Goto - SE. o Governo Japonês NÃO PAGAR US $ 200 Milhões EM 72 Horas Nas Imagens, um militante vestido de preto empunhando Uma faca dirige-se à câmera, em Ingles, de PE, Entre Dois Reféns Vestidos COM macacões CR Laranja. "Voces TEM 72 horas Pará pressionar o Governo a Tomar Uma decisão Mais sensata e Pagar US $ 200 Milhões Para salvar a vida dos SEUS Cidadãos", Disse. O militante explicou Que o valor do Resgate SERVIR de Compensação Pela Ajuda Que o Primeiro-Ministro Japonês, Shinzo Abe, Prometeu dar à Campanha contra o Estado Islâmico no Oriente Médio.
A equipe do SporTV conseguiu cumprir a difícil tarefa de entrar na Coreia do Norte, o país mais fechado do mundo. Durante a primeira parte do especial "Coreia do Norte, a última fronteira do esporte", uma apresentação deste país isolado do ocidente desde a desocupação japonesa, em 1945, e altamente militarista, mas que tenta através do esporte mostrar uma imagem mais amistosa.
Governado atualmente por Kim Jong-Un, a Coreia do Norte segue a sua doutrina marxista. Um país acusado de violações aos direitos humanos e onde não há liberdade de expressão para os seus habitantes. Mesmo com todas essas dificuldades, incluindo um embargo econômico decretado pelas potências ocidentais, os norte-coreanos pretendem atrair mais visitantes estrangeiros.
Segundo as estatísticas oficiais, a Coreia do Norte recebe 100 mil turistas estrangeiros por ano. A esmagadora maioria da China, maior parceiro do país. Os visitantes ocidentais não passam dos cinco mil, porém este é um número cinco vezes maior do que era há 10 anos. Algo que já está mudando a forma como os norte-coreanos lidam com quem vem de fora, segundo informou a guia de viagens Andrea Lee.
Pyongyang possui um arco do triunfo (Foto: Reprodução SporTV)
- As pessoas estão mais acostumadas a ver estrangeiros, estão mais abertas. Acho que como turista, é um lugar melhor para se visitar do que há 11 anos. Há mais lugares que os turistas podem visitar - disse a guia, que também explicou o motivo de ainda muitos norte-coreanos não gostarem de ser fotografados ou filmados.
- Esse é um dos mal-entendidos. Muitos acham que nossos guias são quem dizem para você não tirar fotos, mas em geral são as pessoas locais que preferem não ser fotografadas. É uma falta de confiança cultural em jornalistas, porque já tiveram experiências ruins. Então é comum as pessoas não gostarem de ser fotografadas - continuou a guia.
Em 2009 o Brasil instalou uma embaixada em Pyongyang, a capital da Coreia do Norte. O ato foi mais uma das tentativas do país asiático mostrar uma faceta mais amistosa. O embaixador Roberto Colin revelou que a intenção dos norte-coreanos é fazer um estreitamento de relações com os brasileiros através do esporte, principalmente do futebol.
- Eles gostariam de cooperar com o Brasil na área de futebol. Jovens talentos para fazer cursos de capacitação no Brasil e receber um técnico brasileiro. Eles enviaram para a Itália e para a Espanha, mas o líder (Kim Jong-Un) gostaria de mandar jovens também para o Brasil - disse Colin.
Segundo o embaixador brasileiro, o fato de Kim Jon-Un ser um líder jovem impulsionou essa tendência para a diplomacia esportiva.
- Percebi que a partir do momento que ele assumiu o poder, usou a própia juventude para mudar de alguma maneira a imagem que a Coreia tem no mundo. Mostrar um país onde as pessoas tem uma vida saudável e praticam esporte. O esporte é uma janela para interagir com o mundo - afirmou.
Apresentação de dança típica norte-coreana (Foto: Reprodução SporTV)
Uma dessas interações ocorreu durante um festival de luta pro-wrestling, promovido por um político japonês. O Japão inclusive é, ao lado dos Estados Unidos e da Coreia do Sul, um dos países considerados inimigos da Coreia do Norte. O lutador norte-americano Bob Sapp garantiu que agora tem uma imagem mais positiva do fechado país.
- Eu sou dos Estados Unidos, portanto ignorante em relação à Coreia do Norte. Estava pensando em encontrar um lugar triste, frio, onde o sol não brilha, lugares pequenos e sujos. Mas assim que saí do avião, encontrei ar fresco, tudo é limpo, tudo é verde, todo mundo está sorrindo e está um dia lindo. Mudou totalmente a minha visão - disse Sapp.
Na segunda parte do documentário, que vai ao ar nesta sexta-feira, às 23h30, a equipe do SporTV vai ao interior do país. Entre as visitas estarão uma parada em uma das estações de esqui mais exóticas do mundo, a praia onde uma faixa de areia é reservada aos visitantes estrangeiros, e o acampamento onde crianças aprendem desde cedo a marchar e a cantar músicas venerando os seus líderes. De volta a Pyongyang, o treino de atletas que poderão estar na Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016, e uma visita ao lugar mais tenso da península coreana, que é a fronteira entre os vizinhos do Norte e do Sul.
Partes da aeronave estavam a cerca de 10 quilômetros do último contato. Fragata da Marinha será enviada para recuperar os destroços do Airbus.
Imagem área mostra o que podem ser os detroços da aeronave da AirAsia (Foto: BAY ISMOYO/AFP)
As autoridades da Indonésiaconfirmaram nesta terça-feira (30) que os destroços encontrados por um pescador no Mar de Java são do voo QZ-8501 da AirAsia, desaparecido desde o último último domingo (28) no horário local, noite de sábado (27) no Brasil. O Airbus A-320-200 levava 162 pessoas de Surabaia, na Indonésia, para Cingapura.
A Agência Nacional de Buscas e Resgate do país (Basarnas) afirmou que os pedaços da porta e de uma rampa de emergência da aeronave, estavam a cerca de 10 quilômetros da última posição registrada pelos radares. Dois helicópteros foram ao local para confirmar que os objetos pertenciam à companhia. Uma fragata da Marinha será enviada para recuperar os destroços.
De acordo com a agência de notícias Reuters, a mídia local informa que na área onde os objetos foram encontrados já foi possível ver um corpo, colete salva-vidas e bagagens.
Buscas
Nesta terça-feira (30), as autoridades locais ampliaram a área de operação. São 13 os setores de busca, incluindo as águas do norte do Mar de Java, o estreito de Karimata e o norte da ilha de Bangka. Já em terra, foram acrescentadas a ilha de Belitung e o sudoeste de Bornéu.
Os Estados Unidos atenderam o pedido de ajuda e passaram a integrar as equipes de buscas, inclusive, com o envio de um navio de guerra, um destróier USS Sampson. Ao todo, são cerca de 30 navios, 15 aviões e sete helicópteros na operação, que conta ainda com a ajuda de Malásia, Cingapura, Austrália, Coreia do Sul, Tailândia e China.
Desaparecimento
O voo QZ-8501 da AirAsia saiu de Surabaia, na Indonésia, com destino a Cingapura, onde pousaria duas horas depois, segundo a previsão da companhia.
No caminho, o piloto chamou a torre de controle e pediu permissão para mudar a altitude de 32 mil para 38 mil pés para evitar uma tempestade. A alteração de rota foi aprovada imediatamente.
No entanto, dois minutos depois, quando os controladores tentaram comunicar a autorização para que o avião subisse aos 34 mil pés, não houve resposta. A aeronave sumiu dos radares e não foi emitido nenhum sinal de socorro.
Estavam a bordo 155 passageiros e outros sete integrantes da tripulação. Entre eles há 155 indonésios, três sul-coreanos, um britânico, um francês, um malaio e um cingapuriano.
A negativa da Embraer de agendar uma visita de uma autoridade russa a suas instalações está gerando um mal-estar entre os governos da Rússia e do Brasil. O russo está sob sanção dos EUA, e recebê-lo poderia indispor a empresa brasileiro com o governo americano.
O vice-premiê Dmitry Rogozin, encarregado do setor de defesa e aeroespacial na Rússia, chega ao Brasil hoje. Em Brasília, ele encontrará o vice-presidente, Michel Temer, e o ministro da Defesa, Celso Amorim. E irá hoje mesmo a São José dos Campos, para se reunir com empresas do setor de defesa.
Rogozin havia pedido para visitar a Embraer. Não está claro se ele tinha algum interesse específico.
A Embraer, porém, respondeu que não poderia agendar a visita, pois seu presidente já tinha compromissos assumidos previamente. E não propôs que o russo fosse recebido por outra pessoa.
A negativa incomodou muito o governo da Rússia, que é parceira do Brasil no grupo dos Brics. Segundo o Valor apurou, o Ministério das Relações Exteriores russo chamou o embaixador brasileiro em Moscou para expressar insatisfação com o tratamento dado a Rogozin pela Embraer e pedir que o governo intercedesse pela visita.
Questionado, o Itamaraty disse que não houve uma queixa formal da Rússia em relação ao assunto. E informou que o governo brasileiro encaminhou à Embraer a solicitação do encontro.
Consultada ontem pelo Valor, a Embraer disse que não iria se pronunciar sobre essa questão.
A recusa da empresa brasileira pode estar ligada ao fato de Rogozin estar na lista de autoridades russas sob sanções do Ocidente, impostas após a intervenção da Rússia na Ucrânia.
As sanções atingem empresas estratégicas e autoridades russas consideradas próximas do presidente Vladimir Putin. Rogozin estava na primeira lista de sanções, anunciadas em março pelo presidente Barack Obama e que vetam a entrada dele nos EUA e congelam eventuais ativos que ele tenha no país. Essas sanções foram mais tarde adotadas pela União Europeia e por outros países ocidentais.
Uma visita de Rogozin à Embraer poderia ser mal vista pelo governo americano. Os EUA são maior mercado da fabricante brasileira, com o qual ela vem desenvolvendo importantes laços na sensível área de defesa.
A Embraer era a primeira empresa a ser visitada pela comitiva do vice-premiê russo. Segundo o Valor apurou, a fabricante brasileira foi uma das empresas selecionadas para o processo de nacionalização dos sistemas de baterias antiaéreas Pantsir e Igla, que a Rússia fornecerá para o Brasil. O contrato é estimado em R$ 2,5 bilhões. A participação da Embraer se dará por meio da sua coligada Bradar, fabricante de radares.
O diretor da Odebrecht Defesa e Tecnologia, André Luiz Paraná, disse que a comitiva russa visitará a Mectron, do grupo ODT, na manhã de hoje. A Mectron, segundo o executivo, também participará do projeto das baterias antiaéreas.
As sanções já criaram constrangimento para Rogozin. Em maio, ele esteve na região separatista de Trans-Dniester, que fica na Moldávia, mas que de fato responde para Moscou. Segundo tweets postados por Rogozin, a Romênia (membro da UE e da Otan) negou passagem ao avião que o levava a Moscou. Ele então twitou uma ameaça velada. “A pedido dos EUA, a Romênia fechou o seu espaço aéreo para o meu avião”, escreveu. “A Ucrânia não permite que eu passe novamente. Da próxima vez vou voar a bordo de um TU-160.” O TU-160 é um bombardeio estratégico que pode levar armas nucleares. O governo da Romênia protestou.
Síria 28/08/2014 - Jatos Sirios bombardearam hum posto de Fronteira Tomado POR rebeldes Perto das Colinas de Gola, ocupadas POR Israel, EM UM dos confrontos Mais Pesados na Região Neste Ano, disseram rebeldes e moradores Nesta quinta-feira (28).
A Frente Al-Nusra, Braço da Al Qaeda na Síria, e Grupos rebeldes moderados that lançaram o Ataque na Manhã Desta quarta-feira (27) no posto de Fronteira estavam "mantendo o terreno", apesar do intenso bombardeio, de a Acordo com UMA Fonte da brigada Islamica Beit al Maqdis, cujos combatentes estavam envolvidos Nos combates. Um porta-Voz de hum Outro Grupo rebelde Que opera na área,
Abu al Iyas Horani, Disse Que Pelo Menos SEIS rebeldes foram Mortos na Mais récente onda de Violência na Região that FICA Quase 20 quilómetros a oeste da Cidade de Quneitra, o centro urbano principal, that this soluço o Controle do Estado. A travessia de e monitorada Pela Organização das Nações Unidas (ONU), Que supervisiona o Tráfego Entre Os Dois paises Inimigos.
Na quarta, de Durante combates OS, Dois israelenses foram feridos POR balas Perdidas, um soldado e hum civil NAS Colinas de Gola. Israel respondeu COM Fogo de Artilharia DUAS contra posições do Exército sírio. O Observatório Sírio parágrafo OS DIREITOS HUMANOS afirmou that 20 soldados e 14 rebeldes Sirios foram Mortos Nos confrontos. A Organização reúne INFORMAÇÕES de Todos os Lados da guerra da Síria.
A ONU Disse Nesta quinta-feira (28) that 43 Membros UMA Força de Paz foram detidos POR UM Grupo armado na Síria e qué To Us Link 81 estao ameaçados nd Região das Colinas de Gola. Os rebeldes tomaram Brevemente não Ano Passado o posto fronteiriço Entre Israel e Quneitra e ágora controlam muitas aldeias na Região. A TV Estatal Síria informou AINDA Que o Exercito "eliminou Mais de 10 Terroristas" em hum Ataque Leste AO fazer Aeroporto de Deir al-Zor, incluíndo Dois Homens Que seriam Líderes do Estado Islâmico.
Ocidente
O presidente frances, François Hollande, afirmou Nesta quinta-feira that o dirigente sírio Bashar al-Assad "Localidade: Não PODE Ser hum sócio na Luta contra o Terrorismo", NEM na Síria NEM nenhuma Iraque, Onde a Facção Estado Islâmico Varias ControlA regions.
"Precisamos de UMA Aliança Ampla, Mas Que Fique Claro: Bashar al-Assad Localidade: Não PODE Ser Sócio da Luta contra o Terrorismo", Disse o presidente Francês Durante O Embaixadores Discurso anual parágrafo OS fazer nenhum país estabelece qua como Diretrizes da politica externa. O Estado Islâmico (EI), Presente na Síria, Cenário de guerra UMA between civis regime de Assad e o OS rebeldes, proclamou sem FIM de junho hum califado (Estado that Segue a lei Islamica) NAS regions that ControlA nenhum e Iraque Síria.
A Síria anunciou disposição A Luta contra o Cooperar na EI com o Governo dos ESTADOS UNIDOS, Que JÁ realizou bombardeios Aéreos contra o Movimento Sem Iraque. Na Síria, OS PAISES ocidentais apoiam uma Chamada Oposição moderada, Tanto contra o regime de Assad Como OS contra radicais fazer EI e To Us Link Grupos islamitas extremistas.