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🧿 Hamas lista condições para “cessar-fogo duradouro” com Israel
Uma conferência de líderes do Hamas no Cairo e uma série de reuniões com oficiais de inteligência egípcios resultaram em "progresso significativo" nas negociações entre o Hamas e Israel para um cessar-fogo de longo prazo, informou o saudita Asharq News no fim de semana. A reportagem saudita também disse que mediadores egípcios tentaram aproximar os dois lados de um acordo viável de troca de prisioneiros. Também neste fim de semana, o Al Mayadeen, baseado em Beirute relatou que o Hamas disse a negociadores egípcios que concordaria com um cessar-fogo duradouro e uma troca de prisioneiros caso Israel concordasse com uma série de condições. As demandas do grupo incluem liberdade de movimento para os palestinos dentro da zona tampão ao longo das fronteiras da Faixa de Gaza e que os veículos das FDI evitem “incursões” nas áreas da fronteira oriental. O Hamas estaria comprometido em manter o atual estado de calma enquanto Israel aderir a ele, disse o relatório. “Consolidar a calma faz parte do acordo para estabelecer o cessar-fogo mútuo”, disseram os negociadores do Hamas. Quanto a uma possível troca de prisioneiros, o Hamas afirmou que deu aos egípcios um roteiro completo para o acordo de troca de prisioneiros. O grupo terrorista considera que “a bola está agora com Israel”. Fonte: Hamodia
🧿 Disputa de palestinos de Gaza por autorizações de trabalho em Israel
Nos últimos dias, Israel aumentou a emissão de autorizações de entrada de palestinos da Faixa de Gaza para 7.000 residentes, uma expansão significativa para facilitar a economia de Gaza de alguma forma. O aumento da cota de licenças foi acompanhado por um longo trabalho da equipe de defesa e tem o apoio do ministro da Defesa, Benny Gantz, e do coordenador das operações do governo nos territórios, Rassan Aliyan. No entanto, a partir do momento em que se espalhou a notícia na Faixa de Gaza sobre a distribuição de autorizações de trabalho, massas de palestinos começaram a bater nas câmaras de comércio da Faixa de Gaza responsáveis por sua distribuição para obter a autorização especial. Estes são principalmente palestinos não comerciantes que querem trabalhar em Israel na construção ou agricultura. O afluxo de pessoas para autorizações de trabalho em Israel ilustra a grande crise econômica em que a Faixa de Gaza se encontra. A taxa de desemprego é de 45%, ou seja, 212.000 desempregados, e 61% dos jovens de até 30 anos estão desempregados. O salário médio diário na Faixa de Gaza é de cerca de NIS 50 a 60. Ao trabalhar em Israel um palestino de Gaza ganha entre NIS 250 e 350 por dia, 5 a 7 vezes o salário na Faixa de Gaza. Fonte: Ynet

Por Julieta Pelcastre/Diálogo
Outubro 06, 2021
Um relatório da cadeia norte-americana NBC News informou, no dia 4 de setembro de 2021, que há dois anos o governo dos Estados Unidos começou a questionar as ações de um empresário chinês para comprar a Ilha Perico, em El Salvador.
O projeto Oportunidades Compartilhadas, Futuro Compartilhado, para desenvolver uma zona econômica especial ao longo da franja costeira de El Salvador e construir um porto de águas profundas e uma região manufatureira, é representado pela empresa estatal chinesa Asia Pacific Xuanhao, informou em setembro de 2019 The New York Times. Essa empresa fabricante de alta tecnologia está vinculada ao Exército da China, informou o jornal guatemalteco El Periódico.
A zona econômica especial permitirá à China avançar seus planos para estabelecer uma rota comercial alternativa para o Canal do Panamá, melhorando seus interesses na região. Isso também proporcionaria a Pequim uma valiosa posição para expandir suas capacidades militares e de inteligência na América Latina, explicou The New York Times.
“A influência chinesa é global. Está em todas as partes do hemisfério e avança de forma alarmante”, disse no dia 4 de setembro, em uma entrevista à NBC News, o Almirante de Esquadra Craig S. Faller, da Marinha dos EUA, comandante do Comando Sul dos EUA (SOUTHCOM).
O jornal espanhol El País publicou que a China, através de sua missão expansionista do Novo Cinturão da Seda, pretende também construir um aeroporto e zonas turísticas em uma área de 2.800 quilômetros quadrados entre os portos La Libertad e La Unión, no Golfo de Fonseca, em El Salvador.
Buscando portos
Do México até o Uruguai, Pequim já controla cais e tem projetos portuários novos, mostra o portal do Observatório Econômico Latino-Americano (OBELA), com sede no México. “Esses projetos na região caribenha e centro-americana soaram alertas […] sobre as empresas estatais chinesas e suas atividades predatórias na região”, garante o OBELA.
Em 2018, a Asia Pacific Xuanhao tentou arrendar por 100 anos 13 por cento do território salvadorenho no porto La Unión e solicitou isenções fiscais com vigência de 30 anos para suas empresas, relatou The New York Times.
“A China tenta transformar o porto La Unión em um centro logístico regional operado por empresas chinesas, que excluiriam as empresas já estabelecidas em El Salvador, principalmente as norte-americanas e europeias”, disse à NBC News Evan Ellis, professor de estudos latino-americanos do Instituto de Estudos Estratégicos da Escola de Guerra do Exército dos EUA.
Ellis ressaltou que a China pretende utilizar o porto e as zonas comerciais para importar produtos chineses e distribuí-los a outros mercados centro-americanos, empregando empresas chinesas para armazenar esses produtos.
Ameaça para Honduras
O “projeto da China no Golfo de Fonseca é uma ameaça para Honduras, por ser o único acesso de Honduras ao Pacífico”, publicou no dia 1º de junho o jornal salvadorenho La Prensa. O especialista em direito internacional e em assuntos asiáticos Graco Pérez disse a La Prensa que “o projeto chinês interrompe a iniciativa trinacional para desenvolver o Golfo de Fonseca, que foi um acordo entre El Salvador, Honduras e Nicarágua, com financiamento do Banco Centro-Americano de Integração Econômica”.
A reportagem da NBC News afirmou que “a China está cada vez mais hábil no uso de subornos e outras práticas de corrupção para promover seus interesses comerciais, métodos considerados ilegais pelas corporações norte-americanas.”
Créditos Diálogo
(Xinhua/Chen Junxia)
Zurique, Suíça, 6 out (Xinhua) -- Yang Jiechi, membro do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista da China (PCC), se reuniu em Zurique nesta quarta-feira com o Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Jake Sullivan.
As duas partes, de forma franca, trocaram opiniões abrangentes e aprofundadas sobre as relações China-EUA, assim como assuntos internacionais e regionais de interesse comum. A reunião foi descrita como construtiva e propícia para aumentar o entendimento mútuo.
Os dois lados concordaram em agir, seguindo o espírito do telefonema entre os chefes de estado chinês e norte-americano em 10 de setembro, fortalecer a comunicação estratégica, administrar adequadamente as diferenças, evitar confrontos e conflitos, buscar benefício mútuo e resultados de ganho recíproco e trabalhar em conjunto para trazer as relações China-EUA de volta ao caminho certo de desenvolvimento sólido e estável.
Yang disse que se a China e os Estados Unidos podem administrar bem suas relações ou não tem influência nos interesses fundamentais dos dois países e seus povos, assim como no futuro do mundo.
Quando a China e os Estados Unidos cooperarem, os dois países e o mundo se beneficiarão; quando a China e os Estados Unidos se confrontarem, os dois países e o mundo sofrerão gravemente, alertou Yang, também diretor do Escritório da Comissão de Assuntos Exteriores do Comitê Central do PCC.
O lado dos EUA precisa ter um conhecimento profundo da natureza mutuamente benéfica das relações bilaterais e compreender corretamente as políticas internas e externas e intenções estratégicas da China, assinalou Yang, acrescentando que o país se opõe a definir as relações com os EUA como "competitivas".
Yang disse que a China dá importância aos comentários positivos sobre os laços bilaterais feitos recentemente pelo presidente dos EUA, Joe Biden, e que o país asiático notou que o lado norte-americano disse que não tem intenção de conter o desenvolvimento da China e não está buscando uma "nova Guerra Fria".
A China espera que o lado estadunidense possa adotar uma política racional e pragmática em relação à China e, junto com o país asiático, seguir um caminho de respeito mútuo, coexistência pacífica e cooperação de benefício mútuo, com respeito pelos interesses centrais e principais preocupações de cada um.
Durante a reunião, Yang expôs a posição solene da China sobre os assuntos relacionados a Taiwan, Hong Kong, Xinjiang, Tibet e direitos humanos, assim como os assuntos marítimos, instando os Estados Unidos a respeitarem realmente a soberania, segurança e interesses de desenvolvimento chineses, e a pararem de usar as questões acima para interferir nos assuntos internos do país.
O lado dos EUA expressou sua adesão à política de Uma Só China.
Os dois lados também trocaram opiniões sobre mudanças climáticas e assuntos regionais de interesse comum.
Ambos concordaram em manter diálogo e comunicação regulares sobre assuntos importantes.
Créditos Xinhua
Cyprien Viet/Raimundo de Lima - Vatican News
As vítimas e a Igreja na França estão hoje no coração do Papa, repleto de tristeza por causa de uma "terrível realidade". Ao término da apresentação do Relatório em Paris, fruto de mais de dois anos de trabalho, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni, comunicou que Francisco, que dias atrás se encontrou com os bispos da França em visita ad limina, havia sido informado do fato.
"Seu pensamento dirige-se primeiramente para as vítimas, com grande tristeza, por suas feridas, e gratidão, por sua coragem em denunciar, e para a Igreja na França, para que, consciente desta terrível realidade, unida ao sofrimento do Senhor por seus filhos mais vulneráveis, possa empreender um caminho de redenção."
As vítimas estão novamente no centro da oração do Papa. Em sua oração, Francisco confiou ao Senhor o "povo de Deus na França", particularmente as vítimas, "a fim de que lhes conceda conforto e consolo e para que através da justiça se possa alcançar o milagre da cura".
As palavras e a oração vêm assim no final de uma manhã delicada e difícil. Conforme anunciado à imprensa, o Relatório em sua totalidade é extenso e detalhado. O trabalho dos 21 membros da Comissão independente designada pelos bispos e religiosos da França foi árduo e intenso. Na abertura da coletiva de imprensa, o presidente da comissão, Jean-Marc Sauvé, citou uma carta de uma vítima para dizer que o que surgiu em quase dois anos e meio pode às vezes ser "desestabilizador e desencorajador", mas dá esperança "de um novo início", de "outra relação" com esta história de dor. Uma "clima humano", sublinhou um membro da Comissão, caracterizou a escuta das vítimas - um aspecto central na elaboração do relatório - lembrando em particular as "lágrimas de uma mulher de 70 anos" e a "raiva de uma mulher". Escuta, portanto, antes de ser uma investigação de especialistas.
François Devaux, vítima do padre Preynat na Arquidiocese de Lyon e cofundador da associação La Parole Libérée, falou em nome das vítimas de abusos. Seu discurso foi cheio de sofrimento e raiva, mas também de gratidão pelo trabalho da Comissão, que ele descreveu como um "sacrifício pelo bem comum". "É do inferno que vocês, os membros da Comissão, voltaram", disse ele, pedindo à Igreja reformas profundas, expressando seu sentimento de traição pelos silêncios e pelas "disfunções sistêmicas" que enfrentou em sua dolorosa luta.
O Relatório, baseado em testemunhos, pesquisas e dados de arquivo, é muito detalhado - como explicou o presidente Sauvè - mas não pretende ser exaustivo. Conforme anunciado à imprensa nos últimos dias, a Comissão estimou em 2.900 a 3.200 o número de padres e religiosos envolvidos em crimes de pedofilia na França entre 1950 e 2020. Mas a avaliação é parcial. Uma pesquisa nacional dá conta de que um total de 216 mil pessoas na França hoje (com uma margem de erro de 50 mil) foram abusadas por padres e religiosos católicos. Se forem incluídas as agressões cometidas por leigos (sobretudo nas escolas), esta estimativa sobe para 330 mil pessoas.
Jean-Marc Sauvé explicou que, na sociedade francesa como um todo, cinco milhões e meio de pessoas (14,5% das mulheres e 6,4% dos homens) haviam sofrido violência sexual antes dos 18 anos de idade. As famílias e amigos ainda são os principais contextos, mas a prevalência de agressões na Igreja católica continua alta, mesmo em tempos recentes, e 80% desses abusos envolvem meninos.
Denunciando a mentalidade corporativista da Igreja católica, que há muito procurava encobrir esses casos (em particular fazendo do silêncio das vítimas uma condição para a indenização), Jean-Marc Sauvé apelou, portanto, para uma "ação vigorosa", incluindo o reconhecimento de atos passados, e medidas preventivas na formação e no discernimento vocacional. O relatório também fez 45 recomendações específicas, incluindo um fortalecimento dos mecanismos de controle interno, uma melhor definição do papel do bispo para evitar que ele seja tanto juiz quanto parte em causa, e um melhor envolvimento dos leigos no governo da Igreja.
Chamando a um "trabalho de verdade, perdão e reconciliação", o presidente Sauvé também enfatizou que a Igreja católica é "um componente essencial da sociedade" e deve trabalhar para "restabelecer uma aliança que foi danificada". "Nossa esperança não pode e não será destruída. A Igreja pode e deve fazer tudo para restaurar o que foi danificado e reconstruir o que foi rompido", concluiu, destacando a coragem das vítimas.
Dor e vergonha na reação da Igreja: os bispos e religiosos que encomendaram o Relatório estiveram presentes na coletiva de imprensa. Em seu discurso, o arcebispo de Reims e presidente da Conferência Episcopal (CEF), dom Éric de Moulins-Beaufort, reconheceu a extensão "assustadora" da violência na Igreja. A voz das vítimas "nos choca, nos impressiona", reconheceu ele, elogiando em particular a franqueza e as "verdadeiras palavras" de François Devaux. O presidente da CEF prometeu que os bispos dedicariam o tempo necessário para estudar o relatório e tirar conclusões a partir dele, em particular durante sua assembleia plenária em novembro.
Por sua vez, a presidente da Conferência das Religiosas da França (CORREF), Irmã Véronique Margron, expressou sua "tristeza infinita" e "vergonha absoluta" perante os "crimes contra a humanidade do sujeito íntimo, crente e amoroso". As 45 recomendações são um "sinal de exigente confiança na Igreja", que terá de trabalhar com as outras instituições.
Créditos Vaticano
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Meng Wanzhou recebida no Aeroporto Internacional Bao'an, em Shenzhen, 25.09.2021 [Jin Liwang/Xinhua]
Caro/a leitor/a,
Em nosso 70º boletim, compartilhamos com vocês alguns trabalhos recentes dos membros da Dongsheng News. Em conversa com Rania Khalek, Mikaela Erskog e Kambale Musavuli desmascaram mitos sobre o papel da China e dos EUA na África (em inglês).
Marco Fernandes foi entrevistado por João Pedro Stédile, líder do Movimento Sem Terra (MST), do Brasil, analisando em profundidade as manchetes do Notícias da China e discutindo desde a crise da Evergrande até a política externa da China e seu impacto sobre o Sul Global (em português).
Tings Chak conversou sobre a redução da pobreza na China no contexto da "nova guerra fria" dos EUA contra a China, com o historiador Vijay Prashad e o economista Richard Wolff (em inglês).
Confira os interessantes debates do seminário “China e a esquerda”, organizada pelo Qiao Collective, The People’s Forum, Codepink e Monthly Review (em inglês).
Por fim, o Notícias da China desta semana oferece um presentinho: um link para a série de artigos de Zhang Liping para o Sixth Tone, em 2018, sobre a história e o futuro da bebida favorita da China, o Maotai, e sua visita à cidade de Maotai.
E enquanto a República Popular da China comemora seu 72º aniversário, o Notícias da China também fará um intervalo de uma semana, retornando após o feriado nacional chinês.
— Coletivo editorial Dongsheng
Economia
Pequim solicita que estatais comprem ativos da Evergrande, enquanto governos locais controlam receita da construtora, em medidas para contornar crise
Construtora estatal de Guangzhou avalia compra do estádio de futebol (R$ 10,3 bilhões) e condomínios ao redor, entre inúmeras outras negociações; em mais de 10 províncias, prefeituras controlam fluxo de caixa para garantir continuidade dos projetos e entrega de imóveis aos proprietários
Política Nacional
Mais de 20 províncias e regiões enfrentam cortes de energia, afetando sobretudo indústria pesada, mas autoridades prometem priorizar fornecimento para necessidades básicas da população
Devido à disparada de preços do carvão e ao teto de tarifas, termelétricas reduzem produção para evitar prejuízos, mas governo concorda em aumentar preço da energia em até 10%; medidas do Estado para diminuir emissões de carbono também contribuem para a crise energética
Dias depois da reestruturação do Grupo HNA, um dos maiores conglomerados privados chineses, seu fundador Chen Feng e CEO Tang Xiandong são presos
HNA cresceu baseado no sucesso da Hainan Airlines e volumosos empréstimos bancários para compras de ativos - como participação majoritária no Deutsche Bank e 25% do Grupo Hilton -, acumulando dívidas de R$ 420,4 bilhões; parte do grupo será adquirido por estatais
Yuan Renguo, ex-presidente da gigante estatal de bebidas Kweichow Moutai, é condenado à prisão perpétua por recebimento de R$ 95 milhões em propinas
Executivo favoreceu distribuidores da marca de bebida símbolo nacional, que se tornou presente comum em negócios e na política, com garrafas de até R$ 14,6 mil; costume foi alvo da política anticorrupção, mas empresa ainda é a fabricante de bebidas mais valiosa do planeta (R$ 1,4 trilhão, 2020)
Geopolítica
Washington retira pedido de extradição da chefe de finanças da Huawei, Meng Wanzhou, que retorna à China após três anos de detenção no Canadá
Em 2018, autoridades canadenses detiveram a filha do fundador da Huawei a mando dos EUA, sob acusação de violação de sanções contra o Irã; Meng se declarou inocente, mas admitiu delito, enquanto canadenses Michael Kovrig e Michael Spavor - condenados por espionagem - saíram da China horas depois
Acusações à diretora-geral do Fundo Monetário Internacional, Kristalina Georgieva, representam pressões anti-China de congressistas dos EUA, diz Jeffrey Sachs
Republicanos alegam que Georgieva - quando diretora do Banco Mundial - teria pressionado sua equipe para melhorar posição chinesa em índice sobre “ambiente de negócios”, mas economista responsável nega denúncia; China volta a subir no ranking, de 31° para 25° (2020-2021), e atual diretor (republicano) do banco cancela índice
Agricultura e Meio Ambiente
Nova variedade híbrida de arroz - resistente a doenças, inundações e solos salinos-alcalinos - é destaque no Festival da Colheita de Chongqing 2021
“Arroz Gigante” de 2 metros de altura é cultivado em sistema consorciado de arroz e criação de peixes, camarões e lagostins, aumenta renda de agricultores e combate insegurança alimentar; festival atraiu mais de 100 mil visitantes com atividades relacionadas à colheita
Em inovação revolucionária, cientistas chineses conseguem sintetizar amido a partir de dióxido de carbono pela primeira vez na história
De acordo com paper da Academia de Ciências da China publicado na revista Science, produção de amido sintético poderia futuramente dispensar 90% das terras agricultáveis necessárias, reduzindo a utilização de agrotóxicos e emissões de carbono; equipe de cientistas tem idade média de 30 anos
Cultura e Vida do Povo
Milhões de chineses, nas redes sociais e no aeroporto, comemoram a volta pra casa de Meng Wanzhou, após 1028 dias detida em Vancouver
Trending topic recebe 1,5 bilhão de visualizações, enquanto centenas de pessoas se reúnem no aeroporto de Shenzhen, carregando cartazes e cantando músicas patrióticas; transmissão ao vivo teve 100 milhões de espectadores
Segundo pesquisa do Ministério da Educação, pais estão satisfeitos com novas reformas educativas que visam aliviar a carga sobre alunos
Enquetes realizadas em 108 mil escolas de ensino fundamental e médio, com 57 milhões de responsáveis de alunos, mostram que 96,3% das escolas estão oferecendo atividades pós-escolares, e cerca de 97,5% dos pais estão satisfeitos com as políticas de "dupla redução"
Festival da Colheita dos Camponeses Chineses 2021 em Dazu, Chongqing [Dazu Media]
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