quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Kim Jon-un manda seu Exército estar preparado para guerra.

Líder norte-coreano Kim Jong-un, Durante Reunião do Comitê Central do Partido dos Trabalhadores da Coreia em Pyongyang, na quarta-feira (18).  (Foto: KCNA / Reuters)
Líder norte-coreano Kim Jong-un, Durante Reunião do Comitê Central do Partido dos Trabalhadores da Coreia em Pyongyang, na quarta-feira (18). (Foto: KCNA / Reuters)






O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, pediu Durante Reunião do governante Partido dos Trabalhadores Que Seu Exército piteira "completamente Preparado" para uma guerra, informou Nesta segunda-feira (23) a Agência Estatal "KCNA".
O Jovem ditador discursou na Primeira Reunião em dez meses da COMISSÃO Militar Central do Partido Único. He afirmou that a Situação de Segurança é "mais graves do Que Nunca", tanto na Coreia do Norte Como No exterior, Segundo a Agência do regime.
Kim exigiu do Exército Lealdade a ELE e Ao Partido e "pediu Pará Estar Completamente Preparado Pará REAGIR um QUALQUÉR forma de guerra Criada Pelo Inimigo", AO Que se referiu Como "Os imperialistas dos EUA".



Além Disso, o dirigente destacou Que o Exército Popular, um DOS MAIORES DO MUNDO COM Aproximadamente 1,1 Milhão de soldados, reforçou SUA CAPACIDADE de combate no ano Passado EO Fara AINDA Mais em 2015 Graças um 'reorganização' e 'simplificação' de SUA Estrutura.
A KCNA NAO revelou em Detalhe OS temas Tratados na Reunião da COMISSÃO Militar Central do Partido, Uma Importante Reunião Que se Acredita tenha acontecido este Fim de Semana e na qua o 'Líder supremo' e cargas Altos do regime poderiam ter Tomado decisões IMPORTANTES em Política de Defesa.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Estado Islâmico diz que queimou piloto vivo; Jordânia confirma morte

Piloto jordaniano foi sequestrado na Síria em dezembro.
Imagens do que seria o refém dentro de uma grade circulam pela web.


Imagem compartilhada no perfil do grupo que monitora terrorismo SITE mostra o piloto jordaniano (Foto: Reprodução/Twitter @Rita_Katz)
Imagem compartilhada no perfil do grupo que monitora terrorismo SITE mostra o piloto jordaniano (Foto: Reprodução/Twitter @Rita_Katz)


O grupo Estado Islâmico (EI) afirma ter queimado vivo o piloto jordaniano Muath al-Kasaesbeh, refém do grupo, segundo informam as agências de notícias Reuters e France Presse. A Jordânia confirmou a morte do refém, segundo veiculado pela TV estatal. Ela teria ocorrido há um mês, no dia 3 de janeiro. Familiares do piloto disseram à Reuters que foram informados de sua morte pelo chefe das forças armadas da Jordânia.

Imagens do que seria um vídeo divulgado pelo EI, com o refém dentro de uma grade e um rastro de fogo, circulam pela web. A autenticidade do vídeo não foi confirmada.

Muath al-Kasaesbeh foi capturado pelos militantes radicais na Síria, após a queda de seu avião durante uma operação da coalizão internacional no leste do país em dezembro. A coalizão, que é liderada pelos Estados Unidos, bombardeia alvos do grupo na Síria e no Iraque.
Vingança
Após a divulgação do vídeo, o Exército da Jordânia soltou um comunicado em que afirma que a morte do piloto jordaniano Muath al-Kasaesbeh, morto pelo grupo Estado Islâmico será vingada. "A vingança será tão grande quanto a calamidade que atingiu a Jordânia", afirmou o porta-voz do Exército Mamdouh al Ameri no comunicado.
Além disso, uma fonte de segurança do governo disse à agência France Presse que a Jordânia vai executar a jihadista iraquiana que está presa no país e cuja soltura chegou a ser negociada em troca da libertação de al-Kasaesbeh.

"A pena de morte contra a iraquiana Sajida al Rishawi será executada amanhã", indicou a fonte à AFP. No entanto, para a Reuters foi dito que a execução poderia ocorrer "em horas".
Com 44 anos, Sajida al-Rishawi está detida em uma prisão jordaniana desde a sua condenação à morte, em setembro de 2006, por atos terroristas que remontam a 9 de novembro de 2005.

Após a divulgação do vídeo, o rei Abdullah II interrompeu sua visita aos Estados Unidos e está voltando para a Jordânia. Na TV estatal, o rei disse que a morte do piloto é um ato de "terror covarde" de um grupo sem nenhuma relação com o Islã.

EUA condenam
A Casa Branca disse estar ciente do vídeo, e que os serviços de inteligência trabalham para verificar sua autenticidade. O governo dos EUA condena as ações do grupo radical e se solidarizou com a família do piloto, afirmou.
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Cena do vídeo divulgado pelo Estado Islâmico com a suposta execução de Kenji Goto (Foto: Reprodução/Youtube)Cena do vídeo divulgado pelo Estado Islâmico com
a execução do jornaista  Kenji Goto
(Foto: Reprodução/Youtube)
O presidente norte-americano Barack Obama afirmou que, se o vídeo for verdadeiro, trata-se de mais uma indicação da crueldade e barbárie do grupo e que a determinação da coalizão internacional de "destruir" o EI será redobrada. Segundo a Casa Branca, Obama pediu que equipes de inteligência dediquem todas suas fontes para localizar reféns mantidos pelos militantes do grupo jihadista.

Obama ainda disse que o piloto al-Kasaesbeh estava "na vanguarda do esforço para degradar e destruir a ameaça" do EI.
Entenda o caso
No final de janeiro, o EI divulgou um vídeo em que ameaçava executar o piloto se Amã não libertasse uma jihadista presa e condenada à morte. No mesmo vídeo o grupo ameaçou executar outro refém, o jornalista japonês Kenji Goto, que acabou sendo decapitado no último final de semana. O vídeo, postado em sites jihadistas, mostrava uma foto de Goto segurando a foto de al-Kasaesbeh, com a suposta voz de Goto formulando a ameaça.
Na última quarta-feira (28), o governo da Jordânia disse que o país estava pronto para entregar a iraquiana Sajida al-Rishawi, presa por tentar realizar um ataque suicida, em troca da libertação de um piloto. Dias depois, pediu uma prova de que o piloto estava vivo.